A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

sábado, 30 de junho de 2012

UMA VONTADE AUTÊNTICA DE MUDANÇA

 

Vivemos dias difíceis em Portugal, na Europa e no Mundo.

Mas concretamente em Portugal, o regime republicano, se há uns anos se dizia que estava em crise, agora está mesmo a cair de podre e estou convencido de que é uma questão de tempo para que caia de vez!

Mas este sentimento que é geral nos monárquicos, não chega.

Estarmos a contar com falsas certezas ou com hipóteses remotas, e a juntar a isso o sonho que queremos ou que gostaríamos de ver concretizado, não chega.

Acreditar que só nas Redes Sociais e nos Blogues e Sites conseguiremos ganhar uma guerra de resistência que já dura há mais de 100 anos, é limitativo, é pouco sério, não chega.

Então o que falta aos Monárquicos? E digo bem, a todos os Monárquicos…

Precisamos de uma vontade autêntica de mudança!

Em quê que consiste essa vontade autêntica de mudança?

Consiste no facto de que a nossa militância tem que começar, definitivamente por ser bem unida em torno de um ideal de uma Nova Monarquia.

Consiste no facto de trabalharmos arduamente numa militância concreta, forte, constante, incansável, em todos os domínios: Internet, Comunicação Social, Ruas, interagindo com as pessoas, informando-as o melhor possível sobre as vantagens da Monarquia Democrática.

Temos que ter uma Enorme Força de Vontade para a Mudança. Não podemos continuar a dizer “é preciso isto”, “é preciso aquilo” e depois ficarmos sempre na mesma. Há coisas simples e gratuitas que se fazem e se formos bem coordenados têm os seus efeitos naturais na sociedade.

Por exemplo: já que a Comunicação Social faz questão de permitir comentários nos sites dos jornais e revistas, então comecemos com um username idêntico MONÁRQUICO, a dar os nossos pontos de vista.
Outro exemplo: a fomentação de uma Rede de Sites e Blogues Monárquicos que trocam os feeds entre si, isto criaria uma dinâmica enorme e todos ganhariam com isso.

Outro exemplo: organização aquando de eventos, como agora, na próxima quarta-feira – em que a Selecção Portuguesa vai jogar uma meia-final de uma grande competição internacional como é o Campeonato da Europa de Futebol, os Monárquicos se juntarem, na hora do jogo, num lanche ajantarado ou mesmo num jantar e se for caso da vitória de Portugal, irem para as principais praças das suas respectivas cidades e localidades, e fazerem a festa junto de todos os Portugueses. Li vários comentários com enorme desânimo por só ter havido uma única bandeira monárquica em Lisboa nas ruas. Tal aconteceu por falta de coordenação entre os amigos Monárquicos que residem na Capital e noutros locais. Uma coisa que a militância monárquica me permitiu ter, foi amigos. Se todos os grupos de amigos monárquicos se juntarem para a festa, para estas ocasiões, seria excelente! E não é só excelente como absolutamente necessário!

É preciso haver uma vontade autêntica de mudança. Se queremos a Monarquia, temos que fazer por isso. Hoje, mais do que nunca, acredito firmemente na mudança, que é possível, mas temos que falar uns com os outros e temos que o fazer rapidamente, pois o jogo é já na próxima Quarta-feira!

Medo? Medo do quê? Felizmente os tempos da PIDE e da Formiga Branca já acabaram! Somos todos Portugueses e somos todos Livres. E por isso, não temos que ter receio de mostrar o que somos, os nossos valores, as nossas crenças, no fundo, o nosso amor por Portugal e o Orgulho de sermos Portugueses!

Uma vontade autêntica de mudança, passa sem dúvida, pelo diálogo fundamental entre os monárquicos. Chega de isolamentos! Chega de cada um por si. Precisamos de agir em conjunto quando chegamos os momentos-chave! Temos perdido oportunidades enormes, muitas vezes por situações incríveis. Não somos perfeitos, e temos que ter a humildade para percebermos isso. A Internet é fundamental, mas não chega. Temos que trabalhar coordenadamente em duas dimensões:

- Internet;

- Rua.

Até porque chegou o tempo de passarmos mesmo à acção. Já chega de nos reunirmos em locais mais ou menos escondidos. Temos que começar a aparecer cada vez mais, com um pin monárquico na lapela dos nossos casacos, bandeira em punho em conjunto em vários eventos, distribuir panfletos, falar com as pessoas de uma forma organizada e cívica e em bom número em todo o País. As reuniões são importantes para afinar estratégia e depois temos que agir junto do Povo que espera uma luz de esperança em dias melhores para seus filhos e netos.

Agora, há quem aguente esta militância activa e constante.

Mas também há quem não aguente e pior que isso, é que quem não aguenta, procura de algum modo travar o processo histórico. Meus senhores, quem não aguenta, quem tem medo, não seja egoísta ao ponto de pôr em causa toda uma vida de muitos monárquicos que lutaram e lutam desde muito novos pela mudança.

O Movimento Monárquico precisa de Monárquicos que tenham uma vontade autêntica de mudança.

O Movimento Monárquico não precisa de Monárquicos cépticos e com pouca fé.

A Fé é um dom, dado por Deus aos Homens. Com Fé podemos fazer verdadeiros milagres. E enquanto houver Fé, nada é impossível, e tudo é possível!

Pelo que, vamos todos ter UMA VONTADE AUTÊNTICA DE MUDANÇA!

POR PORTUGAL! SEMPRE POR PORTUGAL!

VIVA O REI!

David Garcia em Real Portugal

COMEMORAÇÕES DO 20º ANIVERSÁRIO DA REAL ASSOCIAÇÃO DE VISEU


PROFESSOR MARCELO REBELO DE SOUSA DESTACA A LIGAÇÃO HISTÓRICA ENTRE A CASA DE BRAGANÇA E O CONCELHO DE OURÉM

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O Professor Marcelo Rebelo de Sousa foi um dos convidados de honra do Dia do Município de Ourém na qualidade de Presidente da Fundação da Casa de Bragança, entidade que detém a propriedade do Castelo de Ourém.

O convidado salientou a ligação histórica entre a Casa de Bragança e Ourém desde o séc. XV, indicando Ourém como o centro de Portugal e Fátima como o centro do Mundo.

Na sua alocução, o Professor Marcelo Rebelo de Sousa elogiou ainda a ligação estabelecida pelo Município de Ourém com os seus emigrantes e descendentes no Brasil, o trabalho de formação desenvolvido pelo Colégio S. Miguel e a acção humanitária dos Bombeiros Voluntários de Ourém.

A Fundação da Casa de Bragança é uma “pessoa colectiva de substrato patrimonial, de direito privado e utilidade pública”, criada pelo Decreto-Lei n.º 23240, de 21 de Novembro de 1933, alegadamente para dar cumprimento ao disposto na cláusula 14ª do testamento de D. Manuel II, lavrado em 20 de Setembro de 1915, segundo a qual “todas as minhas colecções constituam um Museu, para utilidade de Portugal, minha bem amada Pátria”, o qual incluía a posse do castelo de Ourém. Na realidade, em parte alguma consta a sua incorporação no património do Estado, tendo esta constituído uma forma do regime então vigente evitar a sua entrega aos seus legítimos herdeiros, concretamente o sr. D. Duarte Nuno de Bragança, 26º Conde de Ourém, pai do sr. D. Duarte Pio, actual Duque de Bragança e Conde de Ourém cuja presença nas cerimónias do Dia do Município também seria desejada e plenamente justificada.

publicado por Carlos Gomes em Auren

COMO PORTUGAL GANHARIA AO VOLTAR À SUA MONARQUIA

A Família Real de Portugal

Ora vejamos porquê:

1 - O REI, Chefe de Estado e Supremo Comandante dos Três Ramos das Forças Armadas teria igualmente sob sua Tutela, os Ministérios da Justiça, Ministério Público, Procuradoria Geral, e Tribunal Constitucional, os quais seriam apartidários tal como o é o Rei (na Grã-Bretanha, nem o Presidente da Câmara pode estar ligado aos poderes políticos).

Não podem pertencer nem votar em nenhum partido político do Parlamento, nem manter relações com os deputados do Parlamento para não levantar suspeitas de cumplicidade.

2 - O REI, totalmente apartidário estaria equidistante total e completamente de qualquer Partido Político, como já foi referido pois o Rei não emana de qualquer contingência política.

3 - O REI, é além de tudo Servo da Nação pois o Trono, não é nunca uma Cadeira de Poder mas de serviço, estando sujeito à constituição a qual jurou fidelidade.

4 - Em Monarquia é impossível o "Tráfico de Influências" como acontece hoje com a república que assola Portugal, sendo que o tal tráfico de influências é terrivelmente prejudicial para os cofres do Estado, pois as influencias resultam em funções de incompetência. Por exemplo todos os portugueses recordam-se chocados como um simples administrativo de um Banco Estatal, o qual era "amigo de peito" do 1º Ministro de Portugal , subiu de um dia para o outro para a Direcção do referido Banco, sem que prestasse provas ou fosse submetido a concurso para o cargo, sendo este caso um entre mil. Em Monarquia, isto simplesmente não existe sendo mesmo considerado um crime grave punível com cadeia.

5 - Em Monarquia o chefe de Estado ou o REI, nunca gasta um cêntimo em campanhas presidenciais. Em Portugal não se conhece com exactidão os custos dos presidentes. Sabe-se o que diz a lei em vigor, que estipula que cada candidato comece por receber do erário público cerca de 310 mil euros só destinados a gastos pessoais. Sabe-se também que o direito de antena nas televisões custam milhares de euros (Semanário Económico de 12.01.2006) pagos pelo Estado, claro. O que também se sabe é que os presidentes da republica em Portugal têm ao seu serviço meia centena de automóveis, 33 motoristas todos munidos de telemóveis do Estado assim como um Médico 24 horas/24 horas e muitas outras benesses que nenhum Rei de algum País Europeu tem.

6 - Em Monarquia os Reis nunca auferem de pensões (em Portugal são verdadeiras pensões milionárias) pois um REI está ligado à Nação até à sua morte, como se de um casamento se tratasse e não é devido à sua avançada idade como é o caso de Isabel II, que o mesmo não exerça as suas funções condignamente.

7 - O REI, tal como a sua família criará com os Portugueses laços de grande carinho, afeição, admiração e mesmo amor, o que nunca acontece com um qualquer presidente da república, pois o mesmo além de nunca ter perfil para ser Rei, pois o seu principal interesse é o enriquecimento da sua carreira académica e acima de tudo monetária e financeira, acompanhada dos pergaminhos e depois das palestras e outras funções. Além disso e isto é grave, ele sabe que segundo a constituição e se alguma "coisa" correr mal, ele pode abdicar no mesmo dia sem que por isso perca as suas regalias monetárias.

8 - A "Família Real de Portugal" como nós vemos nos outros Países, são já seguidos com orgulho ao contrário dos presidentes da república que até são desconhecidos pela maior parte dos portugueses, eles e suas famílias. Nos países Monárquicos como a Grã-Bretanha e outros, toda a família está envolvida em promoverem os seus países servindo-os das mais diversas maneiras. Por exemplo ainda muito recentemente o Príncipe Harry na sua visita ao Brasil, fez um sucesso de "Relações Publicas" como nenhum outro diplomata em Portugal o faria, pois na sua juventude e alegria, jogou pólo, futebol de praia, dançou o Samba, assistiu a bailes de gala, discursou, mas nos bastidores seguiram cerca de 200 empresários britânicos para fechar negócios com o Brasil, uma Nação emergente economicamente.

9 - O REI, é diferente pois exerce as suas funções num tom de maior respeitabilidade pois não nos esqueçamos que ELE encarna a História desde os tempos de Dom Afonso Henriques até aos nossos dias.

10 - Portugal é um País Europeu com uma potencialidade única na Europa, pois possui uma longa costa marítima de 800 quilómetros, tem um dos melhores climas da Europa (o índice de dias de sol em Portugal , é um das maiores) tem o maior lago artificial da Europa, possui uma riqueza em monumentos únicos no mundo, sendo muitas das nossas cidades classificadas como PATRIMÓNIO DA HUMANIDADE, já para não se falar na nossa gastronomia tão apreciada por todos quantos nos visitam.

Será que é da vontade dos portugueses continuarmos indefinidamente de "mão estendida à caridade", como se de um povo embrutecido se tratasse, ou será que queremos avançar rapidamente para um outro patamar mais elevado que cento e dois anos de república esquerdista, retrógrada, corrupta, criminosa e incompetente, nos empurrou como se de um pântano de areias movediças se tratasse.?

Já fomos Grandes, muito grandes mesmo, os maiores da Europa, fundadores de Impérios com o Brasil e o Estado Português da Índia.

O tempo passa, e nós não saímos do buraco. Vamos tudo fazer para mudar de rumo, pondo em movimento os mecanismos legais necessários para que nos devolvam a Monarquia que nos foi criminosamente roubada e avançar para a COROAÇÃO DO REI e da RAINHA de PORTUGAL, pois queremos um novo Portugal limpo e só nosso.

SAR Dom Duarte
 









SAR Dona Isabel 

SAR o Príncipe da Beira Dom Afonso de Santa Maria





QUANDO OS HOMENS SE CANSAM DE SER HOMENS

Anda para aí uma grande alegria, porque, em determinado país, se provou mais uma vez que a maioria da população já se cansou da política e o que pede ao governo é só que se deixe estar. Podia-se acrescentar um outro voto implícito na manifestação da maioria: que o governo reduza cada vez mais o âmbito geográfico das preocupações nacionais… É a hora da mediocridade e do cepticismo. Mas o que é verdadeiramente grave é que homens que se julgam detentores da herança greco-latina, e para mais cristã, se revejam no pântano, como quem se felicita por se sentir atolado.
 
Dentro da tradição greco-latina, reforçada e dignificada pelo Cristianismo, o homem é um ser essencialmente político – e a Política é obra das nossas mãos.
   
Claro que um homem isolado, ou único, seria ainda homem: mas a sua existência estaria a contrariar a sua essência.
 
A visão monárquica do homem não é mutiladora: a Política continua a ser vocação de cada membro da sociedade nacional.
 
Afastemos como sacrílega a satisfação por vermos um povo régio (como dizia Péguy) mirrar entre as mãos de um homem (1).
   
A unidade do Poder que o monárquico defende não se traduz no esvaziamento político do Povo. O Rei garante ao conjunto nacional a máxima dignidade política. E cada homem há-de participar nessa dignidade.
 
Ora o modo humano de participar não pode senão exprimir-se em actos humanos, actos em que intervenha a inteligência e a vontade. Actos livres.

 (1)    A França do General De Gaulle. E outras Franças…

Henrique Barrilaro Ruas in A Liberdade e o Rei (1971)

sexta-feira, 29 de junho de 2012

HOJE FESTEJA-SE A SOLENIDADE DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO


Dia 29 de Junho a Igreja Católica do mundo inteiro celebra a santidade de vida de São Pedro e São Paulo. Estes santos são considerados “os cabeças dos apóstolos”, por terem sido os principais líderes da Igreja Cristã Primitiva, tanto por sua fé e pregação, como pelo ardor e zelo missionários. 

Pedro, que tinha como primeiro nome Simão, era natural de Betsaida, irmão do Apóstolo André. Pescador, foi chamado pelo próprio Jesus e, deixando tudo, seguiu ao Mestre, estando presente nos momentos mais importantes da vida do Senhor, que lhe deu o nome de Pedro. Em princípio, fraco na fé, chegou a negar Jesus durante o processo que culminaria em Sua morte por crucifixão. O próprio Senhor o confirmou na fé após Sua ressurreição (da qual o apóstolo foi testemunha), tornando-o intrépido pregador do Evangelho através da descida do Espírito Santo de Deus, no Dia de Pentecostes, o que o tornou líder da primeira comunidade. Pregou no dia de Pentecostes e selou seu apostolado com o próprio sangue, pois foi martirizado em uma das perseguições aos cristãos, sendo crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido, por não se julgar digno de morrer como Seu Senhor, Jesus Cristo. 

Escreveu duas Epístolas e, provavelmente, foi a fonte de informações para que São Marcos escrevesse seu Evangelho. 

Paulo, que tinha como nome antes da conversão Saulo ou Saul, era natural de Tarso. Recebeu educação esmerada “aos pés de Gamaliel”, um dos grandes mestres da Lei na época. Tornou-se fariseu zeloso, a ponto de perseguir e aprisionar os cristãos, sendo responsável pela morte de muitos deles. 

Paulo não fazia parte do grupo dos doze, converteu-se à fé cristã no caminho de Damasco, quando o próprio Senhor Ressuscitado lhe apareceu e o chamou para o apostolado. Paulo não fechou seus ouvidos. Ouviu e entendeu as Palavras de Jesus deixou-se invadir pelo Espírito Santo e entregou-se de corpo e alma ao serviço da evangelização. Tornou-se um grande missionário e doutrinador, fundando muitas comunidades. De perseguidor passou a perseguido, sofreu muito pela fé e foi coroado com o martírio, sofrendo morte por decapitação. 

Escreveu treze Epístolas e ficou conhecido como o “Apóstolo dos gentios”.

O REI COMO GARANTE DA DEMOCRACIA E DA IGUALDADE. NOTAS VÁRIAS PARA UMA NOVA MONARQUIA

Verifico com pesar que muitos monárquicos não conseguem demonstrar com eficácia a excelência da necessidade da monarquia. Para eles, um pequeno comentário sobre a plena compatibilidade entre democracia e monarquia.


A sociedade civil, entendida como a soma das organizações e grupos comunitários que agem no espaço social sem tutela do Estado, é uma ficção. Sabe-mo-lo, mas persistimos em escamotear essa evidência. Se alguma vez houve separação entre o Estado e as instituições não politicas às quais os indivíduos pertenciam naturalmente ou por escolha e vocação - grupos sociais primários; grupos secundários e grupos intermédios, dotados de autonomia jurídica e com capacidade de manter a intrusão das instituições políticas à distância - esse foi o tão insultado período que antecedeu o liberalismo. 

A experiência do liberalismo demonstrou à saciedade que a participação dos indivíduos na vida pública, ao contrário de se expandir, retraiu; que o Estado foi destruindo um a um os redutos da liberdade em nome de uma suposta intervenção legítima (as chamadas "políticas sociais") e que legislou e codificou todos os aspectos da vida individual e colectiva. A representação política transformou-se no contrário das proclamações feitas: em vez da representação reproduzindo a sociedade real, criou-se uma representação feita na medida exacta da nova elite dirigente cooptada nas associações políticas, ditas partidos políticos. Foi um processo de colonização ideológica dirigido pelos políticos, que moveram guerra sem quartel por atacado a todos direitos históricos adquiridos pelas gentes. A expansão imperialista do Estado sobre os indivíduos e sobre os grupos socais matou a espontaneidade das relações, ao ponto extremo de não haver hoje aspecto algum da vida que não careça de autorização e reconhecimento do Estado.

Há quem persista em separar a monarquia da democracia. Ora, a monarquia implicava um pacto permanentemente negociado entre o Rei o os Estados (grupos sociais). O Rei não era aclamado sem prévia autorização dos representantes dos Estados; logo, o Estado não era "aquilo", mas um nós que nos foi roubado. Mais, o Estado, como hoje o entendemos, era apenas um instrumento para a governança, ou seja, a boa e eficiente execução das políticas previamente discutidas pelos Estados. A democracia, ou soberania popular, não era então proclamada, mas existia de facto no pressuposto que o Rei e seus ministros não podiam governar sem o tácito assentimento das gentes. Quando o faziam, perdiam a legitimidade, a tal que implicava até, em situações extremas, a deposição do Rei ou a morte do Rei.

Uma das características enunciadas pelos adeptos da democracia prende-se com a permanente fiscalização dos actos de quem governa. Infelizmente, a democracia menor que temos tratou de se expandir sobre todos os poderes - o legislativo, o executivo, o judicial, e até o poder moderador, que devia, na melhor tradição liberal, residir no chefe do Estado - transformando a democracia numa bela mentira. Nós queremos a monarquia porque queremos a democracia. O Rei não é irresponsável - submete-se às leis e à Constituição - mas não pode ser, apenas, a figura de cúpula do Estado, separado da governação. O Rei deve reinar  respeitando o governo, emanação da escolha dos cidadãos representados em parlamento, mas cabe-lhe ser o garante e observador atento de más políticas, abusos e até mentiras, assim como apossamento indevido, enriquecimento e favorecimento de alguns indivíduos ou grupos em benefício próprio e contra o interesse colectivo. Tivéssemos um Rei e muitos dos primeiros-ministros, ministros e outros governantes desta terceira república teriam sido demitidos por corrupção, após auditoria requerida pelo chefe do Estado às instâncias judiciais competentes. Mas não, os presidentes, homens de partido, não o podem fazer, porque são homens saídos de partidos.

O Rei deveria, também, garantir a plena igualdade de oportunidades a todos quantos desejassem servir o Estado. Numa Nova Monarquia, caber-lhe-ia confirmar a nomeação dos quadros superiores dirigentes do Estado, depois de proceder à certificação da lisura dos concursos e provas públicas, impedindo a utilização do Estado pelas camarilhas trabalhando para os partidos políticos. Aos funcionários e servidores do Estado não seria autorizado, por colisão de interesses, militar em partidos políticos. Ao libertar o Estado do flagelo da incompetência e do amadorismo inerentes às clientelas partidistas, o funcionalismo do Estado seria emanação de entrega dos mais aptos cidadãos ao serviço do bem-comum. Se o Rei fiscalizasse os concursos para provimento de lugares nas forças armadas e forças de segurança, na diplomacia, nas magistraturas judiciais, nos institutos e fundações dependentes do Estado, nas empresas de capitais públicos, se zelasse pelo regime de incompatibilidades, muito seria corrigido num país entregue a gente desclassificada e incompetente animada pelo mais chão devorismo. 

FUSÃO DAS FREGUESIAS PODERÁ VIOLAR A CARTA EUROPEIA DA AUTONOMIA LOCAL


Especialistas em Direito da Universidade do Minho (UMinho) admitiram hoje que pode haver um “problema de ilegalidade” com a lei da agregação de freguesias, por eventual violação da Carta Europeia da Autonomia Local.

“A carta europeia diz que qualquer movimento para extinção de uma autarquia local deve obrigar à audição dos órgãos dessa pessoa colectiva. Ora, esta lei não ouve as freguesias”, afirmou Pedro Cruz e Silva, do Núcleo de Estudos de Direito das Autarquias Locais (NEDAL) da UMinho.

Segundo Pedro Cruz e Silva, a audição das freguesias “fica dependente da boa vontade das assembleias municipais”.

Admitiu que “está previsto” que as assembleias de freguesia possam emitir parecer sobre a reforma administrativa e o enviem à Assembleia Municipal (AM), mas ressalvou que, na prática, esse parecer “só terá validade” nos casos em que a AM decidir pronunciar-se sobre o novo mapa concelhio.

“E, se como se antecipa, a Assembleia Municipal decidir que não vai fazer pronúncia nenhuma? Em que momento se ouve a freguesia? Em momento nenhum”, acrescentou.

Por outro lado, lembrou que “a Assembleia Municipal não representa as freguesias”, uma vez que “são órgãos diferentes, pessoas colectivas diferentes, com eleições diferentes”, pelo que “ambas têm a mesma legitimidade democrática”.

“Poderemos ter aqui algum problema de ilegalidade, vamos ver como as freguesias e os tribunais vão reagir a isto”, disse Pedro Cruz e Silva, aludindo a um problema “eminentemente jurídico”.

Disse ainda que a Carta Europeia da Autonomia Local é um tratado internacional “com força de lei” e, como tal, Portugal “é obrigado” a respeitá-la.

A Plataforma Nacional Contra a Extinção de Freguesias já admitiu recorrer ao Tribunal de Justiça da União Europeia para travar a reforma da administração local, considerando que configura uma violação da Carta Europeia da Autonomia Local.

O NEDAL criou um grupo de acompanhamento, constituído por cinco investigadores, para seguir “a par e passo” a execução da lei que estabelece a agregação de freguesias.

Segundo o director do NEDAL, António Cândido de Oliveira, a palavra agregação consubstancia um eufemismo, “já que do que se está a tratar é de extinção”.

O responsável vaticinou que o processo “não será fácil” e criticou o facto de não terem sido poupados os Municípios com 10 ou menos freguesias.

“Mais de metade dos municípios só têm até 10 freguesias e nestes não havia necessidade de se estar a mexer”, afirmou.

O CULTO DO ESPÍRITO SANTO E A EXPANSÃO MARÍTIMA

"O período de maior desenvolvimento do culto do Espírito Santo em Portugal coincidiu com o apogeu da expansão marítima.
 
Esta festividade espalhou-se por várias regiões do país, nomeadamente nos Açores, mas foi sobretudo em Tomar (sede da Ordem do Templo) que ela ganhou raízes mais profundas. Ainda hoje, como reminiscência desse antigo culto, celebra...-se, de quatro em quatro anos, nessa cidade, a Festa dos Tabuleiros ou do Divino Espírito Santo. Esta festa é uma das componentes da antiga procissão do Império, em honra do Espírito Santo. Todos os tabuleiros, encimados pela coroa e a cruz de Cristo ou a pomba, são transportados por donzelas, pois existe uma estreita ligação entre o Espírito e a Mulher, que é a Sofia, a sabedoria e a portadora da vida. Estas donzelas são vestidas com as cores da Ordem do Templo/Ordem de Cristo: o vermelho, cor do Espírito Santo, e o branco, a cor da pureza da Virgem Maria. 

Esta festividade, para além de remontar às Festas do Imperador, foi instituída por D. Dinis e a Rainha Santa Isabel, no quadro do culto do Espírito Santo. Também está relacionada com as práticas ancestrais de entrega das primícias das colheitas aos deuses e a celebração da fertilidade da terra . Mas, após o concílio de Trento, ao condenar este culto, transformou-se numa romaria popular, com resquícios do antigo culto.
 
Uma componente mais recente nesta festividade, de inspiração franciscana, é a celebração igualitária da fraternidade e partilha dos frutos da terra: o bodo e a ceia comum. Os símbolos do Espírito Santo estão bem presentes no sugestivo e impressionante tabuleiro que as moças transportam no cortejo: no cimo a pomba e a coroa e de alto a baixo os pães enfiados em canas (aos quais se atribuíam virtudes milagrosas) e as espigas." 


- Eduardo Amarante

100? JÁ SÃO 102 ANOS SEM RUMO. ACORDA PORTUGAL!

 
(...) E o regimen está, na verdade, expresso naquele ignóbil trapo que, imposto por uma reduzidíssima minoria de esfarrapados mentais, nos serve de bandeira nacional - trapo contrário à heráldica e à estética, porque duas cores se justapõem sem intervenção de um metal e porque é a mais feia coisa que se pode inventar em cor. Está ali contudo a alma do republicanismo português - o encarnado do sangue que derramaram e fizeram derramar, o verde da erva de que, por direito mental, devem alimentar-se. (...)» FERNANDO PESSOA

A DEMOCRACIA É UMA QUIMERA

Para serem legítimas as bases da Democracia, seria indispensável que existissem a Igualdade, a Liberdade, a Fraternidade, cuja célebre trilogia a Revolução Francesa escolheu para lema.
São os homens iguais? Ninguém ousará afirmá-lo. Uns, são mais fortes, mais trabalhadores, mais económicos, mais inteligentes que outros. Decretar a igualdade absoluta, é esquecer uma inflexível lei natural – que justifica as aspirações de todos os que se querem distinguir, conquistar um nome, uma fortuna, uma posição de comando.
Liberdade absoluta – não há, também, entre os homens. Presos às cadeias familiares, às dependências sociais, às regras morais que adoptaram, às carreiras que escolheram – os homens não são nunca inteiramente livres, nem podem sê-lo.
Quanto à Fraternidade, olhe-se a História, desde o início do mundo; descobre-se uma sucessão de lutas, de crimes, de conflitos... A Fraternidade é uma bela aspiração. Nada mais.
Logo, a Democracia, supondo a Igualdade, a Liberdade, a Fraternidade – é uma quimera.

João Ameal in «Integralismo Lusitano - Estudos Portugueses».

DIÁRIOS DA RAINHA VITÓRIA DE INGLATERRA DISPONÍVEIS ONLINE

Integrado nas comemorações do Jubileu da rainha Isabel II, foi criado um sítio de Internet que contém os diários completos da rainha Vitória, a única monarca na história britânica, além de Isabel II, a completar 60 anos de governação. Os seus diários podem ser consultados aqui. Para ler no The New York Times. 

quinta-feira, 28 de junho de 2012

OBRIGADO RAPAZES! FOI BOM SONHAR!

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Nos momentos de maiores dificuldades, soubemos sempre levantar a cabeça. Ficamos tristes, mas o mundo não acabou, Portugal não acabou. Portugal continua e temos que lutar todos unidos pelo nosso País.
 
Portanto, VIVA PORTUGAL! FORÇA PORTUGUESES!

David Garcia em Real Portugal

VOLTA E MEIA, O MESMO

Volta e meia há sempre quem se lembre de atirar para o ar a questão dos custos das Monarquias com o intuito de denegrir a imagem deste tipo de regime. Por algum motivo (medo?) esses ‘ataques’ estão a tornar-se cada vez mais frequentes! Na questão dos custos das Monarquias normalmente a mais falada é a Britânica. Qualquer Monárquico sabe que essa é a mais (ou pelo menos uma das) mais caras. Contudo qualquer Monárquico sabe ser intelectualmente honesto e ver também as (muitas) vantagens da Monarquia. Consegue ainda perceber que, no caso das Monarquias, os custos superam em muito os custos.

E quem quiser criticar os custos da Monarquia Britânica, é bom que pelo menos se informe convenientemente antes de o fazer. Aqui no PPF damos uma ajudinha:

SS.AA.RR., OS DUQUES DE BRAGANÇA NUM JANTAR DE SOLIDARIEDADE.

Revista "VIP" de 26 de Junho de 2012

ESTE FIM-DE-SEMANA NA CASA DO FAUNO, EM SINTRA


SÁBADO ÀS 17 HORAS NO PALÁCIO D. MANUEL, EM ÉVORA


FESTA EM HONRA DE NOSSA SENHORA DA PENHA DE FRANÇA, NA VISTA ALEGRE

quarta-feira, 27 de junho de 2012

O NOSSO NOVO REI, A NOSSA NOVA MONARQUIA


Já sabem qual é a minha posição sobre o melhor regime, concretamente as Monarquias Constitucionais. Digo mesmo, com absoluta certeza, que conheço pouca (ou nenhuma) vantagem em república.

Contudo é inegável que existem melhores Reis, melhores monarquias do que outros e outras. Isso, de certo modo, revela-se também nos índices de Democracia e de Desenvolvimento Humano.

Não é menos verdade aquilo que em tempos escrevi: o regresso democrático da nossa Monarquia Constitucional traria um resultado ainda mais apurado daquilo que fomos até 1910.

A nova e moderna Monarquia vinha ainda mais vitalizada, preparada e adaptada…sempre foram 101 anos a aprender com os seus e, sobretudo, com os erros da imposição já centenária da república.

O meu (novo) Rei não mata elefantes, protege-os por via do apoio a associações protectoras. Julgo mesmo, sem fonte confirmada, que não é muito adepto de cavalgar…prefere dirigir motos, aviões e helicópteros.

Sendo herdeiro legítimo dos Reis de Portugal e dos Algarves, e apesar de furtado dos seus bens, os quais se encontram concentrados no “forte” chamado Fundação Casa de Bragança, vive, ao contrário de outras casas reinantes bem menos prestigiadas que a dele (a nossa!), num modesto palacete precisando de obras.

Ao contrário de outros monarcas, não é homem de ficar refastelado e fechado nos muros da sua propriedade. Antes cumpre o pacto histórico e social com o seu povo, estando em constância com ele em diversas iniciativas conexas à nossa cultura.

O nosso Rei, ao contrário de outros, não nasceu num berço de ouro. Nasceu no exílio e nele viveu com algumas dificuldades. Porém, sempre amou este País, como seu pai antes dele, com a máxima paixão como só um emigrante sabe amar.

O nosso Rei é frequentemente agredido verbalmente e enxovalhado, mas sempre soube estar acima desses lacraus da ignorância.

Ele, ao contrário de outros, nunca se pôs em bicos de pés…mas quem o segue e conhece só lhe tem admiração e respeito.

Quando uma parcela que se fale português está fragilizada, veja-se o caso africano nos 70’s e de Timor nos 80’s, ele age de imediato e primeiramente em relação aos agentes da república.

D. Duarte de Bragança, sendo ele descendente das mais antigas e prestigiadas casas reais do mundo, e ao contrário de outras aristocracias até reinantes, é o que é…ele é o que todos vêem: simplicidade e apego ao povo que somos.

GALA DAS ROSAS, SEXTA-FEIRA EM COIMBRA

 
GALA DAS ROSAS
PROGRAMA
Palavras de abertura

Momento de Poesia

Coro Vox Ætherea
                                   Direcção de Alberto Medina de Seiça

Luís Arede ao piano
Prelúdio I de António Fragoso
Prelúdio II George Gershwin
Prelúdio op. 23  Nº5 Sergei Rachmaninoff

Academia de Bailado de Coimbra
                                   Direcção de Gabriela Figo
            Excertos do Bailado Esmeralda

Beatriz Miranda e José Miguel Urbano no violino e na flauta
            5ª Sonata de F. Devienne

Academia de Bailado de Coimbra
                                               Direcção de Gabriela Figo
Excertos do Bailado La Bayadère

 II PARTE
Orfeon Académico de Coimbra

Tuna de Medicina da Universidade de Coimbra
1.      Balada de Despedida de 2007
2.      Coimbra dos Amores
3.      Canção ao Mondego
4.      Cantar de Estudante
5.      Balada

Grupo de fados “Canto da noite”
1.      Canto de Amanhecer - Carlos Paredes
2.      Fado da Despedida - Luis Goes/João Conde Vieira
3.      Cavaleiro e o Anjo - José Afonso
4.      Canção da Esperança - Barros Ferreira/ Francisco Vasconcelos
5.      Balada de Coimbra - José Elyseu/ arranjo Artur Paredes

Grupo “Fadvocal
1.      Isabel, Rainha e Santa
2.      Reencontro
3.      Variação em lá menor de João Bagão
4.      Balada da Despedida

Apresentação de Sansão Coelho

Organização: Confraria da Rainha Santa
Apoios:
Turismo de Coimbra
Câmara Municipal de Coimbra 
TAGV

Com o pedido de divulgação, anexo Cartaz e Programa da "Gala das Rosas", a ter lugar no próximo dia 29 no Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra.
 
Um Evento de uma Obra que TODOS devemos AJUDAR.


Os Bilhetes podem ser adquiridos nas Bilheteiras do Teatro Académico de Gil Vicente.
 

Com os melhores cumprimentos,
Joaquim Costa e Nora
Presidente da Real Associação de Coimbra

S.A.R., DOM DUARTE NA CONFERÊNCIA NA UNIVERSIDADE LUSÍADA DE VILA NOVA DE FAMALICÃO

Decorreu na Universidade Lusíada (polo de V. N. de Famalicão) a Conferência organizada pelo Núcleo de Estudantes da Faculdade de Ciências da economia e da Empresa, tendo por tema «Educar para a Cidadania no Séc.XXI» e orador o Prof. Doutor Manuel Monteiro. Foi convidado S.A.R., O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança.
Em breves linhas: o anfiteatro encheu. Muitíssima gente nova, aliás trajando, quase toda, capa e batina. Especialmente tocante, a chegada do Chefe da Casa Real Portuguesa e o cumprimento que lhe dirigiu um estudante timorense. «Compatriota», assim o tratou Sua Alteza Real, num abraço em que a conversa se afastou da compreensão da maioria dos presentes, ou seja, de tantos quantos desconhecem os dramas vividos nesse longínquo ex-bocado de Portugal. De onde provinha, como fora lá, e a família?, e o futuro?... A emoção estendeu-se a toda a gente. Antes assim. A bem da História e do que há-de vir.

Uma nota ainda para o excelente apontamento biográfico sobre o Duque de Bragança traçado pelo Vice-Chanceler da Universidade Lusíada, Prof. António José Moreira. Pleno de respeito e verdade, sucinto mas rico, a levantar a sala em aplausos.

Ponto final. Prossiga a República, s.f.f.

João Afonso Machado, Corta-fitas



S.A.R., DOM DUARTE NA CONFERÊNCIA NA UNIVERSIDADE LUSÍADA DE VILA NOVA DE FAMALICÃO

Recepção a S.A.R., o Senhor Dom Duarte, na Universidade Lusíada em Vila Nova de Famalicão.
Sua Alteza Real recebe uma oferta de um jovem. À direita Luís Damásio, presidente da Real Associação de Braga.
Sua Alteza cumprimenta os estudantes desta Universidade.
S.A.R. com o Prof. Doutor António Martins da Cruz chancelar Universidade Lusíada e a Reitora da Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão Prof. Doutora Rosa Moreira.
O Chefe da Casa Real Portuguesa, Sua Alteza Real, o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, cumprimenta um estudante timorense tratando-o por «compatriota».
S.A.R. o Senhor D. Duarte, Duque de Bragança, com e orador da Conferência, Prof. Doutor Manuel Monteiro.
Conferência organizada pelo Núcleo de Estudantes da Faculdade de Ciências da Economia e da Empresa, tendo por tema «Educar para a Cidadania no Século XXI».
Vice-Chanceler da Universidade Lusíada, Prof. António José Moreira.
Professor Doutor Manuel Monteiro.
Intervenção de S.A.R., o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança.
Entrevista a sua Majestade pela Porto Canal.
O Rei entre os estudantes.
Sua Alteza com Sílvia Oliveira e Fátima Castro.
S.A.R. nunca se esquece de estar junto daqueles ditos de "mais pequenos" . Aqui com os funcionários da Universidade Lusíada.