MENSAGEM DE S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE DE BRAGANÇA AOS PORTUGUESES

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

domingo, 6 de outubro de 2013

A NOSSA OBRIGAÇÃO, SE TEMOS MESMO CONVICÇÃO, É ESCLARECER. OU CONTINUAR A ESCLARECER!


Em Portugal, acredite-se ou não, a espécie Republicano está em vias de extinção. Está reservada quase na exclusividade a catedráticos dos diferentes "walks of life" com idades acima dos 60 anos. Os 25 de Abril "junkies". Eu, por exemplo, nunca ouvi ou li uma pessoa na casa dos 30 a dizer que são republicanos. Não digo que não existam, mas é, pelo menos, muito difícil de encontrar. Por outro lado e infelizmente, o que oiço e leio é "n/monárquicos". Mas nunca dizem que são republicanos. É curioso, não vos parece?


Na mente do "n/monárquico", Monarquia nunca! Porquê? Nunca se poderia aceitar que neste país mandasse alguém por nascimento. Apenas e só! Que a Família Real vive em luxo desmensurado sem nada fazer. Que não são eleitos pelo Povo... A essas pessoas o que poderemos fazer? Encolher os ombros e dizer: isto não é o século XVIII! Mas mais irritante é que não há convicção nessas pessoas, há desconhecimento. Há alheamento factual! Fruto do injustificado heroísmo com que nos narram os eventos de 1910... Começa logo na escola. E que depois se perpetua, por inercia. Afinal, este é o país que permitiu uma Ditadura por 40 anos e que apenas caiu de madura...


Meus amigos, é nessa falta de convicção que devemos atacar. Vivemos numa era digital. A nossa obrigação, se temos mesmo convicção, é esclarecer. Ou continuar a esclarecer! É explicar nas nossas conversas ocasionais ou no nosso mural do FB o que é a Monarquia no século XXI. O que pode ser a Monarquia no nosso País. Relembrar que boa parte do que de melhor temos por cá vem doutros tempos. Certos orgulhos que temos são desses tempos! Há que retirar da cabeça das pessoas os preconceitos das grandes paradas e dos luxos desmedidos das cortes de outrora. E além disso, devemos fazer outra coisa: semear a dúvida em relação à saúde da República. Não que isto dê muito trabalho, pois sabemos que esta está doente. Mas devemos semear a certeza que há alternativa à República. E a alternativa é a Monarquia!


A Monarquia pertence às ruas, ao Povo!

John Aguiar

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