MENSAGEM DE S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE DE BRAGANÇA AOS PORTUGUESES

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

terça-feira, 15 de outubro de 2013

SEM DÚVIDAS... MONÁRQUICOS!

1379766_220460151455532_671512440_n Se há algo que os Monárquicos não têm, é dúvidas da sua opção por esse sistema de governo. Todos os partidários da Monarquia estão esclarecidos e sabem que a Monarquia é o modelo de regime para a governação de um País, e, desta forma a melhor solução para o nosso. A Coroa visará a consecução do interesse público e não do interesse individual do Chefe de Estado, não estando o Monarca confinado a ser um árbitro parcial, por consequência do alinhamento político. Uma vez que o Rei não tem amarras, também, o Povo não estará submetido: “Nós somos livres, nosso Rei é livre, nossas mãos nos libertaram” – o famoso “Grito de Almacave” que foi pronunciado pela grei representada nas Cortes de Lamego, que assinalaram a Fundação de Portugal e que é apregoado desde a Restauração de 1640, simbolicamente, como o brado da independência portuguesa. É essa maneira de estar “livre” que o Monárquico toma como sua divisa que mais nenhum partidário possui, bem diferente de um republicano que está sujeito a um Estado que comanda pela condescendência para com o seu Povo, com paternalismo que esse sim, julga os cidadãos como súbditos, menores que não podem discernir o que lhes é deveras vantajoso ou nocivo, obrigando-os a portar-se de forma resignada, a fim de aguardarem tão-somente da governação um julgamento de simplesmente como devem ser felizes e na medida da bondade que ele o queira. Ora, os Monárquicos sabem que, como escreveu Emanuel Kant: “A cada um tem de ser permitido buscar a Felicidade pela via que lhe parece boa, contanto que não cause dano à liberdade dos outros aspirarem a um fim semelhante”; e por isso têm a consciência liberta de qualquer dúvida sobre o que pretendem, optem por que forma de Monarquia for – nós defendemos uma Monarquia Constitucional -, mas que sempre arreigadamente defendem. Em consequência dessa emancipação, somos verdadeiramente independentes, por isso, somos, sem dúvidas… Monárquicos!

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