COMUNICADO DA CASA REAL PORTUGUESA

COMUNICADO DA CASA REAL PORTUGUESA

LEI DO PROTOCOLO DO ESTADO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

domingo, 2 de fevereiro de 2014

O INSULTO DE MARCO ANTÓNIO COSTA AO POVO ESPANHOL

Ontem (27.01.2014) no Jornal das 9 na SIC Notícias assisti a uma entrevista ao Vice-Presidente do PSD Marco António Costa.

No decurso da mesma, a propósito da carga fiscal a que os portugueses estão sujeitos, Mário Crespo referiu que não achava correcto que pessoas que efectuaram descontos toda uma vida se vissem agora privadas de uma considerável parte das suas reformas.

Marco António retorquiu e perguntou se não achava justo que quem mais ganhasse contribuísse também mais para o esforço a que Portugal está sujeito. Mário Crespo referiu que até aceitava desde que por parte do Estado existisse uma redução significativa da despesa para metade e começou a demonstrar que isso não acontecia, citando como exemplo as dotações dos partidos, verbas da Presidência da República, referindo que custa cinco vezes mais do que a monarquia espanhola, ao que este “iluminado” membro da maçonaria ao minuto 25’10’’ respondeu que “as ditaduras custam sempre menos, eu prefiro uma democracia que custe dinheiro, do que uma ditadura barata”.

A todos os títulos é lamentável que o Vice-Presidente de um partido do governo, ex-Secretário de Estado, com formação jurídica, pois é licenciado em Direito pela Universidade Católica do Porto, tenha proferido tamanha aberração, ofendendo o povo espanhol, que vive numa democracia, consolidada precisamente através monarquia.

É vergonhoso que um parlamentar português insulte desta forma os espanhóis, não lhe restando outra alternativa senão apresentar um pedido de desculpas e acto contínuo a sua demissão de deputado - já que, como tal, representa todo o país (art. 152º nº 2 CRP) -, por esta ofensa. Devendo de igual modo estender o pedido de desculpas aos ingleses - ou não fosse a Inglaterra a mais velha democracia do mundo - e a todos os belgas, dinamarqueses, luxemburgueses, holandeses, suecos, etc. que vivem bem melhor do que os portugueses mas que, de acordo com o seu critério, também são ditaduras!...

Será que Marco António se apercebeu que pode ter causado um incidente diplomático?

Dr. Pedro Passos Coelho é sua obrigação exigir a demissão de deputado do seu Vice-Presidente.

publicado por José Aníbal Marinho Gomes em Risco Contínuo

Na sua natureza de animais irracionais os burros são mesmo burros. Teimosos, mas com umas "vardascadas nas orelhas" aprendem a tornarem-se «obedientes e submissos» ao seu dono e «domador da manada». Não servem para trabalhar, são inúteis como conta a história "O TRIUNFO DOS PORCOS", pois são uma espécie sem inteligência e não sabem distinguir uma ditadura do chicote de uma democracia para animais baseada na "ética do palheiro" onde: «todos animais são iguais mas... há animais mais iguais que outros». Os burros só conhecem a GAMELA ONDE COMEM, o seu papel é ZURRAREM e darem COICES a quem lhes dá a palha. Muito ingratos são os burros!


Em recente entrevista ao Jornal das 9, na SIC, Mário Crespo interpelou o vice-presidente do PSD, Marco António Costa, além do mais, sobre os incómodos e malefícios da carga fiscal. Um tema muito em voga, mesmo porque os mais afectados somos todos nós, os que não se alimentam na manjedoura do Estado. Corria a conversa animadamente quando Crespo (que não é insuportável) lembrou, a propósito da despesa pública, a Presidência da nossa honorável República ser cinco vezes mais cara do que a Chefia de Estado espanhola.
 
Foi onde Marco António escouceou, picado pela mosca. «As ditaduras custam sempre menos, eu prefiro uma democracia que custe dinheiro a uma ditadura barata»!
 
A única coisa que Marco António prefere é não pagar pela batata-palha de que se alimenta e o dispensa de saber distinguir entre ditaduras e democracias. Não fora assim não seriamos obrigados a ouvir zurros desagradáveis e muito próprios de quem, além de, desde pequenino, circular livremente dentro do Estado, nem consegue discernir a Nação acima, e a legitimidade de quem a representa. Ou então, de quem, no nervosismo dos destituídos de razão e liberdade, confunde os rígidos rituais maçónicos com a livre expressão da vontade popular.
 
E assim omite a incontornável verdade: manifestem os espanhóis não quererem mais o Rei e veja-se se este teima em se agarrar ao lugar.
 
A Monarquia não dança o bailarico dos esfaimados por cargos públicos. Nem dispõe de quartos traseiros para apontar aos seus rivais.

Pelo menos é o que se diz nos países nórdicos, na Holanda, na Bélgica e... em Espanha. 

Publicado por em P@vo Real

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