A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

segunda-feira, 31 de março de 2014

TV MONARQUIA ENTREVISTOU O DR. JORGE LEÃO, PRESIDENTE DA REAL DO PORTO


VALE A PENA VER DE NOVO: S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE EM MONTALVÃO (2012)

UM MITO ANTI-MONÁRQUICO IMPUGNADO: O "NOBRE ANALFABETO"

Dom João V tomando chocolate

Historiografia ou ideologia ?

Não há mito que não se alimente sem mentira; não há mentira que subsista com conhecimento. Desarmar os mitos pela via historiográfica revisionista, eis a única receita para desarmadilhar as verdades engrossadas pela tradição, aquelas que, de tão repetidas, se transformaram em doutrina indiscutida. É sabido que desde o século XIX se montou intensa campanha difamatória contra a dinastia de Bragança e contra a nobreza supostamente decaída a partir "absolutismo" do período joanino. Em Rebelo da Silva (A Última Corrida de Touros Reais em Salvaterra, 1848; A Mocidade de D. João V, 1852-53), em Oliveira Martins (História de Portugal e Portugal Contemporâneo), em Junqueiro (Pátria, 1896), em Júlio Dantas (Os inquéritos médicos às genealogias reais portuguesas - Avis e Bragança, 1909) e até na sempre frágil preparação historiográfica de Saramago perpassam a "maldição dos Bragança", a "degenerescência" da estirpe - beata, casmurra, idiota, caprichosa, reaccionária, decrépita, sifilítica, vítima da consanguinidade, violenta ou afásica - e a sua responsabilidade no Finis Patriae. Tudo o que se escreve e repete na Academia parece carecer daquele mínimo de rigor investigativo que coroa a História como conhecimento do tempo passado. Infelizmente, praticamente tudo quanto se faz passar por História é instigado por ideologia ou, pior, por propaganda, não lhe faltando, até, a adjectivação (o pior inimigo da serenidade) e o anedotário jamais sustentado por um simples documento de arquivo.

A nobreza: uma ordem decaída ?

A historiografia dita liberal, proto-republicana ou republicana, estabeleceu uma teoria da decadência nacional pondo de relevo a quebra de vitalidade da antiga nobreza, que supostamente se deixara envilecer, amolecer e domesticar na "vida da Corte", nas procissões "fradescas", nas caçadas e no marialvismo.

Do século XVII não há vestígio dessa queda, nem mesmo no século XVIII. Sirvamo-nos de um recorrente exemplo de mentira institucionalizada. Em compêndios de história seiscentista afirma-se, amiúde, que um dos requisitos para a ocupação do posto de sargento era o de saber contar, ler e escrever, "pois os oficiais são nobres", ou seja, assinam de cruz, são analfabetos. Gastão de Mello de Matos, historiador amante do rigor e da mais exigente tradição positivista, procurou em vão tal documento nos arquivos nacionais para comprovar tal exigência. Nada encontrou. Talvez não fosse necessário tal esforço, pois bastar-lhe-ia ter compulsado o célebre Abecedário Militar do que o Soldado deve fazer para chegar a ser Capitão e Sargento, de João de Brito de Lemos (1631) para ali encontrar cabal desmentido de tal fantasia. O que João de Brito de Lemos afirmava era, apenas, que os sargentos deveriam saber ler e escrever para "fazerem a lista dos soldados da [respectiva] companhia". Dos oficiais, para além do sentido da honra, da lealdade, do serviço do Rei, exigia-se conhecimentos de táctica, teoria de fogos e castramento (ou seja, de defesa).Ora, conhecendo a rol de bibliografia seiscentista e setecentista sobre a arte militar, sabe-se pelos róis das bibliotecas pertencentes à nobreza portuguesa, que tais obras eram conhecidas, lidas e até anotadas pelos respectivos proprietários.

Outra mentira recorrente afirma que os altos cargos no Ultramar eram confiados a nobres impreparados, pelo que para o declínio imperial teria concorrido a fraqueza da elite dirigente. É hoje sabido que os Vice-Reis portugueses na Índia foram, ao longo do século XVIII e até 1821, homens de assinalável mérito, capacidade e preparação, o contrário da lenda-negra oitocentista finissecular. Eram homens possuidores de bibliotecas, com interesses ecléticos, da História Antiga e Moderna, da religião, legislação, literatura, Filosofia, teoria política e questões militares aos clássicos (Horácio, Cícero, Marco Aurélio) (1); mais, eram poliglotas, falavam, liam e escreviam latim e francês, línguas cultas por excelência e possuíam alta consciência e segurança de si mesmos, o que lhes permitia lidar com homens de diferentes condições. Estavam, pois, preparados para o exercício do mando. “Os [Reis] escolhem sempre para este cargo (…) pessoas de raras qualidades e sangue muito ilustre em que concorrem esforço, entendimento e experiência na guerra e em todas as coisas necessárias para a administração de tal cargo" (2). 

Um dos mais importantes combates pela reposição da seriedade no enfrentamento com a sub-cultura republicana é, pois, o debate historiográfico. Se os monárquicos o não compreenderem, terão sempre de partir da desvantagem de lutarem contra imagens negativas poderosas, insusceptíveis de vergarem no debate palavroso. Há que combater a mentira com a História.

(1) ver A.J.R Russel-Wood, “Governantes e agentes”, História da expansão portuguesa, v.3, Lisboa, Círculo de Leitores, 1998, p.179.

(2) ver Francisco Mendes da Luz (ed), Livro das cidades, e fortalezas, que a coroa de Portugal tem nas partes da India, e das capitanias, e mais cargos que nelas há, e da importancia deles, Lisboa, Centro de Estudos Históricos Ultramarinos, 1960, p.9.

domingo, 30 de março de 2014

A BANDEIRA AZUL E BRANCA


– por Plataforma de Cidadania Monárquica



Numa cerimónia presidida pelo nosso Paladino Paiva Couceiro, Regente do Reino de Portugal em nome D’El-Rei Dom Manuel II, certa altura realizou-se o Acto Formal de “Restauração da Monarquia Portuguesa”. Diante das tropas em Parada, no Monte Pedral, no Porto, foi hasteada a Bandeira Azul e Branca, e proclamada a Monarquia pela voz do Major Satúrio Pires:


“Tendes diante de vós a Bandeira Azul e Branca!


Essas foram sempre as cores de Portugal, desde Afonso Henriques em Ourique, na defesa da nossa terra contra os moiros até Dom Manuel II (…)


Quando em 1910 Portugal abandonou o Azul e Branco, Portugal abandonou a sua história! E os povos que abandonam a sua história são povos que decaem e morrem. (…)


E abandonar a sua história é erro que mata!”

 
VIV'Á MONARQUIA!


MADEIRA FILM FESTIVAL APRESENTADA EM LISBOA COM A PRESENÇA DE S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE

A terceira edição do Madeira Film Festival foi apresentada oficialmente, em Lisboa, com a presença de SAR Dom Duarte, Duque de Bragança, dado que a edição de 2014 conta com o patrocínio da Casa Real Portuguesa.
“Desde que visitei a Madeira, quando tinha dez anos, fiquei apaixonado pela beleza da paisagem natural madeirense e cada vez que vou lá fico envolvido e preocupado se as populações e as autoridades preservam ou, ao contrário, deixam destruir a paisagem”, referiu, lamentando que, muitas vezes, “a paisagem não seja respeitada”.
Em relação ao festival, disse que “tem um grande valor de, a nível nacional e internacional, promover a defesa das áreas selvagens da Madeira”.
Quanto ao sucesso do MFF, afirmou que “depende muito do apoio dado, desde autoridades até à população em geral e à imprensa”, já que será por estas questões que o festival pode ter “sucesso”.
Cocktail Vinho madeira - Apresentação da 3ª Edição Madeira Film Festival - Lisboa, Double Tree by Hulton - Fontana Park.

MAIS 12 APURADOS PARA A FINAL DA TAÇA DUQUE DO PORTO EM GOLFE

Já temos mais 12 apurados para a finalíssima a realizar no dia 20 de Setembro na Estela. Após o 2º Torneio da Taça Duque do Porto realizado em Ponte de Lima, marcam presença na final: Alexandre Coelho e Marinho Santos apurados na classificação Gross, em Net temos Antero Oliveira, José Mota, Luís Pão e Pedro Tristão. As Senhoras apuradas foram Paula Cristina Silva e Elsa Monteiro e nos Juniores Miguel Valença ficou também apurado. No sorteio apuramos ainda Henrique Sampaio, Donzira Cardoso e Paulo Valença!


























 

sábado, 29 de março de 2014

MAIORIDADE DO PRÍNCIPE DA BEIRA CELEBRADA EM TODO O PAÍS


Após a missa de louvor ao 18º Aniversário de S.A.R. o Príncipe D. Afonso, que decorreu na Sé de Braga (local do seu baptizado), este grupo de resistentes monárquicos (corria um vento frio que era impossível estar parado) posou para uma fotografia.
Longa vida, repleta de felicidade e com saúde para o nosso Príncipe, são os votos da Real Associação de Braga e dos seus associados.


Por ocasião do 18º Aniversário do Príncipe da Beira, a JMP Porto, em parceria com a Real Associação do Porto, organizou um jantar comemorativo.

Viva o Príncipe da Beira!



Juventude Monárquica Portuguesa

Depois de uma celebração de Acção de Graças na Capela da Casa do Ribeirinho seguiu-se um jantar que se caracterizou pelo forte convívio entre os presentes aliando, desta maneira, a celebração da maioridade de S. A. R. o Príncipe da Beira com mais um momento de discussão no qual as pessoas mostraram a sua fidelidade perante a Família Real Portuguesa.
Parabéns Senhor Dom Afonso, Príncipe da Beira, pelos seus 18 anos! Atingindo, assim, a maioridade torna-se um dia especial para todos os monárquicos.
 De uma forma expressiva, a Real Associação de Viana do Castelo, bem como os Monárquicos Portugueses assinalaram por todo o país a sua fidelidade à Família Real Portuguesa, estando em perfeita comunhão com o 18.º aniversário de S.A.R. o Príncipe da Beira, Dom Afonso de Santa Maria.
Na Sé Catedral de Viana do Castelo, a Eucaristia foi presidida pelo reverendo Dr. Armando Rodrigues Dias, Pároco de Santa Maria Maior e Vigário Geral Adjunto do Tribunal Eclesiástico de Viana do Castelo, e teve como concelebrante o Reverendo Padre João de Oliveira Lopes, de Ponte de Lima.
Os participantes na Eucaristia ouviram com atenção as várias referências que os celebrantes fizeram aos Reis de Portugal e à sua ligação à igreja, em particular a D. João IV, que precisamente neste dia há 368 anos, proclamou Nossa Senhora da Conceição como Padroeira e Rainha de Portugal.
Antes da bênção final, foi lida a oração constante de um prospecto distribuído pelos presentes nesta concelebração, e que aqui se reproduz.

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De uma forma expressiva, a Real Associação de Viana do Castelo, bem como os Monárquicos Portugueses assinalaram no dia 25 de Março por todo o país a sua fidelidade à Família Real Portuguesa, estando em perfeita comunhão com o 18.º aniversário de S.A.R. o Príncipe da Beira, Dom Afonso de Santa Maria.
Na Sé Catedral de Viana do Castelo, a eucaristia foi presidida pelo reverendo Dr. Armando Rodrigues Dias, Pároco de Santa Maria Maior e Vigário Geral Adjunto do Tribunal Eclesiástico de Viana do Castelo, e teve como concelebrante o Reverendo Padre João de Oliveira Lopes, de Ponte de Lima.
Os participantes na eucaristia ouviram com atenção as várias referências que os celebrantes fizeram aos Reis de Portugal e à sua ligação à Igreja, em particular a D. João IV, que precisamente neste dia há 368 anos, proclamou Nossa Senhora da Conceição como Padroeira e Rainha de Portugal.
Antes da bênção final, foi lida a oração constante de um prospecto distribuído pelos presentes nesta concelebração
http://www.tvdominho.com/16/post/2014/03/real-associao-de-viana-do-castelo-bem-como-os-monrquicos-portugueses-assinalaram-no-dia-25-de-maro.html

Real Associação de Viana do Castelo

 Imagem (versão web) comemorativa do 18º aniversário de S.A.R. Dom Afonso Príncipe da Beira, resultante do efeito de centenas de fotografias de portugueses anónimos - produzida por Madalena Gagliardini Graça para a Real Associação de Lisboa.



Fernão Gomes


E ATÉ EM ROMA...

 Por intenção do Príncipe da Beira, em Roma. Missa da Anunciação