COMUNICADO DA CASA REAL PORTUGUESA

COMUNICADO DA CASA REAL PORTUGUESA

LEI DO PROTOCOLO DO ESTADO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

terça-feira, 18 de março de 2014

A ESQUADRA REAL E A DESLOCAÇÃO DA CORTE PORTUGUESA PARA O BRASIL

  A Esquadra Real Portuguesa
Composição da Esquadra Real Portuguesa 
29.11.1807 - 23.12.1808

 

A decisão para o embarque só foi tomada quando chegou a Lisboa, em 24 de Novembro de 1807, um exemplar do jornal francês Moniteur, enviado de Londres pelo Embaixador Dom Domingos de Sousa Coutinho, em que Napoleão afirmava que a casa de Bragança tinha deixado reinar Portugal. A 26 de Novembro, com o exército do General Junot em Abrantes, o Governo tem conhecimento da invasão e publica um decreto onde eram expostos os motivos que levavam o Príncipe Regente a partir para o Brasil. No mesmo dia iniciou-se o embarque que se concluiu no tempo recorde de 48 horas. De notar que os preparativos secretos desta partida, com a transferência de mobiliário, arquivos, e toda a volumosa documentação necessária à gestão do Reino, haviam sido iniciados cerca de um ano antes... Os primeiros navios que suspenderam, no início dos alvores de 28, foram as naus ‘Medusa’ e ‘Martim de Freitas’ mareando de forma a passar junto dos 11 navios russos do Almirante Seniavin então arriados em Lisboa e fundeados na Junqueira, com o intuito de se aperceberem das suas intenções, estes, apesar de serem aliados de Napoleão, seriam espectadores passivos da saída dos navios. A esquadra, detida por ventos contrários saiu a barra a 29 de Novembro, 18 horas antes da entrada do General Junot em Lisboa. Constava de 8 naus, 4 fragatas 12 brigues e uma galeota, acompanhada de 31 navios mercantes com mais de 15.000 pessoas, comandada pelo Chefe de Esquadra Manuel da Cunha Sottomayor. Quando o General Junot entrou em Lisboa só teve ocasião de observar, ao longe, a esquadra portuguesa. Os franceses perdiam assim a primeira cartada, não aprisionavam a Família Real nem se apoderavam da esquadra portuguesa. Dom João deixava ordens para que se não resistisse aos invasores, evitando o inútil derramamento de sangue e deixava nomeada uma Junta de Governo. No Tejo tinham ficado ainda 5 naus a necessitar reparações e os navios russos do Almirante Seniavin, no entanto a grande maioria das unidades das marinhas de comércio e de guerra portuguesas estava fora do alcance dos franceses. Embora muito castigados por sucessivos temporais de grande violência (que lhes causaram graves avarias) chegaram todos ao seu destino com duas excepções; a nau 'Príncipe do Brasil' que arribou a Plymouth para receber fabrico e a escuna 'Curiosa' que regressou a Lisboa com água aberta. Isto reflecte, por um lado, a qualidade e experiência dos seus oficiais e guarnições, e por outro, a excelência dos seus projectos e dos métodos de construção naval portuguesa que, desde o século XV preparava navios para navegarem no alto mar em condições de tempo muito difíceis. As forças navais que saíram do Tejo, sob o comando do Vice-Almirante Manuel da Cunha Sottomayor, sendo Ajudante-General o Chefe de Divisão Joaquim José Monteiro Torres, compunha-se das seguintes unidades: Naus de linha, ‘Príncipe Real’ comandada por Francisco José do Canto e Castro, ‘Rainha de Portugal’ comandada por Francisco Manuel de Sottomayor, ‘Príncipe do Brasil’ comandada por Francisco de Boorja Salema ‘Medusa’ comandada porHenrique da Fonseca Prego, ‘Conde Dom Henrique’ comandada por José Moreira de Almeida, ‘Martins de Freitas’ comandada por Dom Manuel Meneses, ‘Afonso Albuquerque’ comandada por Inácio da Costa Quintela, ‘Dom João de Castro’ comandada por Dom Manuel José. Fragatas, ‘Minerva’ comandada por Rodrigo José Ferreira Lobo, ‘Golfinho’, comandada por Luís da Cunha Moreira, ‘Urânia’ comandada por Dom João Manuel. O brigue ‘Vingança’ comandada por Diogo Nicolau Keating. A escuna ‘Curiosa’ comandada por Isidoro Francisco Guimarães. E a ‘Thétis’ comandada por Paulo José Miguel. Na nau ‘Príncipe Real’, que era a de maior tonelagem, embarcaram a Rainha Dona Maria I, o Príncipe Regente, o príncipe da Beira e mais os infantes Dom Miguel e Dom Pedro Carlos seguidos pelos marqueses da Aguiar, Vargas e Torres Novais, e os conselheiros de Estado Dom Fernando José de Portugal. Na nau ‘Afonso Albuquerque’ vieram a Princesa regente, a princesa da Beira e as infantas Dona Maria Isabel, Dona Maria Assunção e Dona Ana de Jesus Maria, acompanhadas pelos condes de Caparica e Cavaleiros. Na nau ‘Rainha de Portugal’ se acomodaram a Princesa do Brasil, viúva, e as infantas Dona Isabel Maria, Dona Maria Francisca e Dona Mariana, acompanhadas pelo marquês de Lavradio. Nas outras embarcações vieram os seguintes titulares: Anádia, Belmonte, Belas, Cadaval, Penalva, Pombal, Pombeiro, Redondo, os conselheiros de Estado Antonio de Araujo de Azevedo, Dom João de Almeida, Dom Rodrigo de Souza Coutinho, General João Forbes Skellater, desembargador do Paço Tomas Antonino de Vilanova Portugal e monsenhor subdiácono Joaquim da Nóbrega. O embarque da Família Real Portuguesa para o Brasil, em 29 de Novembro de 1807, Don João e a família real e mais de 15.000 pessoas embarcavam em Portugal com destino ao Brasil, os navios ingleses que navegaram com a esquadra portuguesa foram o 'London', 'Marlborough', 'Monarch' e o 'Bedford', sob o comando em chefe do Vice-Almirante Grahan Moore. Ao todo, mais de 70 navios haviam deixado o porto de Lisboa. A frota portuguesa tinha aproximadamente 55 navios, dentre estas, um navio de mantimentos, 25 navios mercantes que costumavam fazer o comércio com o Brasil e 20 navios de guerra levando fuzileiros navais para a protecção da frota. Os restantes eram navios ingleses encarregados de escoltar todo o grupo. Não havia restado nenhuma embarcação de peso no porto de Lisboa que pudesse ser confiscado pelos franceses. Além dos navios que partiram, o resto da frota portuguesa estava retido nos portos das colónias por ordem real para que não fossem capturados. Antes da saída da frota, tinha partido, na frente uma embarcação menor e mais veloz o brigue ‘Voador’, com a missão de avisar o Vice-Rei do Brasil que a corte portuguesa estava a caminho do Rio de Janeiro para ali se instalar. 
  

   

Em Lisboa nesse dia de 29 de Novembro de 1807, chegava a notícia de que tropas francesas comandadas pelo general Junot tinham invadido Portugal pela fronteira da Beira Baixa pela linha direita do Tejo, essa notícia levou o pânico à corte. Os fidalgos organizaram-se e conseguiram levantar milhões de cruzados em ouro e diamantes, além de cerca da metade do dinheiro em circulação no reino. Conta-se que a única mostra de lucidez foi dada por Dona Maria I, a louca mãe de Dom João. Depois de 16 anos de clausura devido à sua demência, a rainha-mãe gritava aos condutores dos coches que os conduziam: "não corram tanto, querem que todos pensem que estamos a fugir?" A situação nos navios era muito difícil. As embarcações tinham saído com os porões superlotados e três vezes a capacidade normal de pessoas a bordo. O congestionamento interno a bordo era total, havia gente e coisas espalhadas por todos os lados. Não havia camas para todos e várias pessoas dormiam no convés, enfrentando as chuvas e o calor aumentava à medida que se aproximavam dos trópicos. A água e a comida foram racionadas para que não faltassem até ao final da viagem. Na confusão do embarque, muitos ficaram apenas com a roupa do corpo. Os que tinham embarcado as bagagens não conseguiram encontra-las. Era muito difícil manter a higiene a bordo, pois não havia água para o banho para tantas pessoas e a pequena tripulação não conseguia dar conta da limpeza dos navios. Essa situação também atingia a família real e, logo um surto de piolhos fez com que aprincesa Carlota Joaquina e as damas da corte tivessem de rapar as cabeças e enrola-las em faixa para evitar a propagação. O Rio de Janeiro passava a ser a sede da instalação da Corte no Brasil. Vê-se o Palácio dos Vice-Reis onde se alojava a realeza. Don João deixará uma declaração ao povo português que sua partida era preferível a uma resistência que certamente, seria derrotada. Dizia que tudo fizera para manter a neutralidade do reino de Portugal, mas as tropas de Napoleão estavam a caminho da capital com a intenção de derruba-lo, e por isso ele tinha de partir com corte até que a paz novamente se restabelece-se. Nomeava uma regência para governar o país enquanto estivesse fora. Com a partida da família real, a grande vitoriosa foi a Inglaterra. O primeiro-ministro inglês William Pitt, discursou no parlamento, afirmando: "transferindo-se o trono português para o Brasil o Império da América do Sul e o da Grã-Bretanha ficarão ligados eternamente, fazendo essas duas potencias um comércio exclusivo". Logo no princípio da viagem surgia uma tormenta que dispersou quase toda a esquadra. Um veleiro O ‘Voador’, chegou primeiro ao Brasil, entrando no Rio de Janeiro no dia 14 de Janeiro de 1808 com uma viagem de quarenta e seis dias. Pouco depois fundearam aí outros navios com parte da família real, ao passo que o príncipe regente chegava à Bahia, desembarcando a 23 de Janeiro de 1808. Esses navios fundearam na Bahia às 4 horas da tarde do dia 22 de Janeiro, desembarcado a família real no dia 24 de Janeiro às 5 horas da tarde. A viagem para o Rio de Janeiro só iria ocorrer 30 dias depois do desembarque. Da Bahia, Dom João seguiu para o Rio de Janeiro.

 


A chegada do Príncipe Dom João ao Brasil deu inicio a uma nova época na História do Brasil, pois a colónia foi a grande beneficiada com a transferência da Corte. A presença da administração real criou pouco a pouco condições para a futura emancipação política da colónia O Brasil que o regente e sua Corte encontraram tinha dezassete capitanias e uma população estimada entre 3 a 4 milhões de habitantes, não contando os índios não aculturados. Pouco menos da população era composta de escravos negros e pardos. Pouco mais da metade era constituída de pessoas livres, brancos em sua maioria. No total apenas um terço da população era de brancos. A sociedade era tipicamente agrária, e apesar do crescimento urbano do último meio século, as cidades eram modestas e muito precárias. Salvador possuía 60.000 pessoas, Recife 30.000, São Paulo 20.000. Com a instalação da Corte, no Rio de Janeiro, a cidade ultrapassou os 100.000 habitantes, o que agravou suas carências de infra-estrutura, como moradias, abastecimento de água, saneamento, saúde. A vinda do governo português para o Brasil facto único na história dos colonizadores europeus da América, não alterou radicalmente esse quadro. Mas a permanência de quase década e meia da Corte no Rio de Janeiro e a transposição para a colónia dos principais órgãos da Estado metropolitano, fizeram do Brasil nesse período, o centro do Império Português, situação única no mundo e na história universal. Entretanto a presença portuguesa no Brasil mudou, o equilíbrio das relações colónia metrópole a favor da colónia na sua maior autonomia e, no final, de sua emancipação. Ainda em Salvador, Dom João assinou a Carta Régia de 28 de Janeiro de 1808, decretando a abertura de todos os portos brasileiros, sofrendo grande influência de José da silva Lisboa, o Marques de Cairú. Ficava liberada a importação de quaisquer mercadorias transportadas em navios portugueses ou estrangeiros em paz com a Coroa Portuguesa. Portugal pagaria 16% de taxa alfandegária e os outros países 24%. O decreto de abertura dos portos, colocou fim ao monopólio português sobre o comércio brasileiro, que era a base da política colonial portuguesa. Vários factores contribuíram para abertura dos portos no Brasil. O Estado Português até então mercantilista, convencera-se repentinamente das vantagens do liberalismo económico, porém, estavam radicalmente enganados. A medida aparentemente liberal surgiu da necessidade de se conseguirem recursos financeiros para a implantação da administração na nova sede da Coroa sendo a cobrança das taxas alfandegária o melhor meio de obtê-la. As pressões inglesas aliadas às dos proprietários locais tornavam-se acirradas, desencadeando os factores que em conjunto levaram ao fim do pacto colonial. A ofensiva contra os estatutos coloniais prosseguia. Em 1º de Abril de 1808, Dona Maria I revoga o alvará de 1785, liberando o estabelecimento de indústrias e manufacturas no Brasil. Na prática essa providência não atingiu seus objectivos, dava-se liberdade industrial e não condições para o desenvolvimento de indústrias, faltava o capital e um mercado consumidor interno. Além disso, sem protecção alfandegária, tornava-se impossível competir com os produtos britânicos.

A Esquadra Real Portuguesa

 


Comandante em Chefe da Esquadra Real
Príncipe Regente Dom João

 

13 navios de linha, 4 fragatas, 5 brigues, 3 escunas e 3 charruas

Total 28 navios de guerra - 1.410 peças de artilharia

Comandante da Esquadra

Vice-Almirante Manuel da Cunha Sottomayor

 

Ajudante-General

Comodoro Joaquim José Monteiro Torres

 

Príncipe Real

(navio real)

Navio de Linha

(navio de linha de 2ª classe, com 84 peças de artilharia e 950 homens)

Vice-Almirante Manuel da Cunha Sottomayor

Capitão-de-mar-e-guerra Francisco do Canto e Castro Mascarenhas-Comandante do Navio

Sua Alteza Real Dona Maria I Rainha de Portugal

Príncipe Regente Dom João

Infante Dom Pedro Príncipe da Beira

Infante Dom Miguel

Infante de Espanha Don Pedro Carlos

 

Afonso de Albuquerque

Navio de Linha

(navio de linha de 3ª classe, com 74 Peças de Artilharia e 634 homens)

Comodoro Joaquim José Monteiro Torres

Capitão-de-mar-e-guerra Inácio da Costa Quintela-Comandante do Navio

Princesa do Brasil Dona Carlota Joaquina

Infanta Dona Maria Isabel Francisca

Infanta Dona Maria da Assunção

Infanta Dona Ana de Jesus

Princesa da Beira infanta Dona Maria Teresa

 

Rainha de Portugal

Navio de Linha

(navio de linha de 3ª classe, com 74 Peças de Artilharia e 669 homens)

Capitão-de-mar-e-guerra Francisco Manuel de Sottomayor-Comandante do Navio

Infanta Dona Maria Francisca de Assis

Infanta Dona Isabel Maria

 

Conde Dom Henrique

Navio de Linha

(navio de linha de 3ª classe, com 74 Peças de Artilharia e 753 homens)

Capitão-de-mar-e-guerra José Maria de Almeida-Comandante do Navio

 

Medusa

Navio de Linha

(navio de linha de 3ª classe, com 74 Peças de Artilharia e 669 homens)

Capitão-de-mar-e-guerra Henrique da Fonseca de Sousa Prego-Comandante do Navio

 

Príncipe do Brasil

Navio de Linha

(navio de linha de 3ª classe, com 74 Peças de Artilharia e 663 homens)

Capitão-de-mar-e-guerra Francisco Borja Salema Garção-Comandante do Navio

Princesa viúva Dona Maria Francisca Benedita

Infanta Dona Maria Ana

(ambas irmãs da Rainha)

 

Dom João de Castro

Navio de Linha

(navio de linha de 3ª classe, com 74 Peças de Artilharia e 663 homens)

Capitão-de-mar-e-guerra Dom Manuel João de Lôncio-Comandante do Navio

 

Martim de Freitas

Navio de Linha

(navio de linha de 3ª classe, com 74 Peças de Artilharia e 634 homens)

Capitão-de-mar-e-guerra Dom Manuel de Meneses-Comandante do Navio

 

Golfinho

Fragata

(navio de linha de 5ª classe, com 40 Peças de Artilharia e 300 homens)

Capitão-de-Fragata Luís da Cunha Moreira (pai)-Comandante do Navio

 

Urânia

Fragata

(navio de linha de 5ª classe, com 40 Peças de Artilharia e 329 homens)

Capitão-de-Fragata José Manuel de Meneses-Comandante do Navio

 

Minerva

Fragata

(navio de linha de 5ª classe, com 44 Peças de Artilharia e 349 homens)

Capitão-de-mar-e-guerra Rodrigo José Ferreira de Lobo-Comandante do Navio

 

Princesa Carlota

Fragata

(navio de linha de 5ª classe, com 44 Peças de Artilharia e 349 homens)

Capitão-de-Fragata Francisco António da Silva Pacheco-Comandante do Navio

 

São Boaventura

Brigue

(navio de linha de 6ª classe, com 22 Peças de Artilharia e 90 homens)

 

Vingança

Brigue

(navio de linha de 6ª classe, com 28 Peças de Artilharia e 97 homens)

Capitão-de-Fragata Diogo Nicolau Kearling-Comandante do Navio

 

Lebre

Brigue

(navio de linha de 6ª classe, com 22 Peças de Artilharia e 133 homens)

Capitão-de-mar-e-guerra Daniel Thompson-Comandante do Navio

 

Voador

Brigue

Capitão-de-Fragata Francisco Maximiliano de Sousa-Comandante do Navio

(navio de linha de 6ª classe, com 22 Peças de Artilharia e 136 homens)

 

Condessa de Resende

Brigue

Primeiro-tenente Basílio Ferreira de Carvalho-Comandante do Navio

(navio de linha de 6ª classe, com 20 Peças de Artilharia e 90 homens)

 

Ninfa

Escuna

(navio de linha de 6ª classe, com 18 Peças de Artilharia e 60 homens)

 

Théris

Charrua

Primeiro-tenente Paulo José Miguel de Brito-Comandante do Navio

(navio de linha de 5ª classe, com 36 Peças de Artilharia e 100 homens)

 

Furão

Escuna

Capitão-Tenente Joaquim Martins-Comandante do Navio

(navio de linha de 6ª classe, com 16 Peças de Artilharia e 60 homens)

 

Curiosa

Escuna

Primeiro-tenente Isidoro Francisco Guimarães-Comandante do Navio

(navio de linha de 6ª classe, com 16 Peças de Artilharia e 43 homens)

 

Princesa da Beira

Charrua

Primeiro-tenente Joaquim José Álvares-Comandante do Navio

(navio de linha de 5ª classe, com 26 Peças de Artilharia e 100 homens)

 

São João Magnânimo

Charrua

Primeiro-tenente Custódio José da Silva e Meneses-Comandante do Navio

(navio de linha de 5ª classe, com 26 Peças de Artilharia e 100 homens)

 

Esquadra Real Britânica

5 navios de linha - 432 peças de artilharia

 

Comandante da Esquadra

Vice-Almirante Smith

 

Ajudante-General

Comodoro Moore

 

Hybernia

(navio almirante)

Navio de Linha

Vice-Almirante Smith

(navio de linha de 1ª classe - deixou a esquadra a 5.12.1807)

 

London

Navio de Linha

Comodoro Moore

(navio de linha de 1ª classe, com 100 Peças de Artilharia)

 

Bedford

Navio de Linha

(navio de linha de 3ª classe, com 74 Peças de Artilharia)

 

Malborough

Navio de Linha

(navio de linha de 3ª classe, com 74 Peças de Artilharia)

 

Monarca

Navio de Linha

(navio de linha de 3ª classe, com 74 Peças de Artilharia)

 

Sem comentários:

Enviar um comentário