A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

terça-feira, 30 de setembro de 2014

S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE PRESENTE NA INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO "MARROCOS E A EUROPA"

Parte do espólio de uma colecção privada que testemunha as etapas da convivência entre os europeus que chegaram à costa marroquina, a começar pelos portugueses, pode ser vista em Lisboa até 15 de Outubro.
 
Um militar português perscruta de binóculo a costa marroquina no século XV, num tempo "de guerras e conquistas", em que europeus e populações da região "se olhavam como inimigas e viviam de costas voltadas". Um desconhecimento revelado pelas "representações do outro como bárbaro", afirma Paul Dahan, psicanalista e proprietário dos objectos, gravuras, manuscritos que integram a exposição O Marrocos & a Europa - Seis Séculos sob o Olhar do Outro que se inaugura hoje (15 de Setembro) no Mosteiro dos Jerónimos, iniciativa que conta com o patrocínio da Embaixada de Marrocos em Portugal. Um período que se encerra com a batalha de Alcácer Quibir, em 1578, a partir da qual se circunscreve a influência portuguesa. Uma presença que só terminará no século XVIII com o abandono da praça-forte de Mazagão, de que se mostra uma gravura da sua enorme cisterna manuelina.
 
O objectivo de O Marrocos & a Europa extravasa o mero registo histórico e cronológico. Pretende, a partir da difícil aprendizagem entre europeus e as populações do Norte de África, mostrar que "quando se trocam conhecimentos com os outros, as relações entre as nações mudam também". "Aqui não se mostra ouro, coisas bonitas, a exposição pretende ser pedagógica, colocar o público a pensar, a interrogar-se" sobre outras culturas e outras épocas, considera Dahan.
 
Estará patente ao público entre os dias 16 de Setembro e 15 de Outubro, entre as 10h00 e as 17h30 de 3ªfeira a domingo.

Fonte: Embaixada do Reino de Marrocos

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Inauguration à Lisbonne de l'exposition "Le Maroc et l'Europe, six siècles dans le regard de l'autre"

Lisbonne - L'exposition "Le Maroc et l'Europe, six siècles dans le regard de l'autre" s'est ouverte, lundi soir, dans l'enceinte du Monastère des Hiéronymites à Lisbonne, en présence d'une palette de personnalités marocaines et portugaises de tous horizons.


Inauguration à Lisbonne de l'exposition "Le Maroc et l'Europe, six siècles dans le regard de l'autre"
Sous le Haut patronage de SM le Roi Mohammed VI, l'exposition est organisée par l'ambassade du Maroc à Lisbonne, en collaboration avec le Conseil de la communauté marocaine à l'étranger (CCME), le Centre de la culture judéo-marocaine de Bruxelles (CCJM) et le Centre Nord Sud du Conseil de l'Europe, en marge du Forum de Lisbonne tenu les 15 et 16 septembre. 
L'exposition est un véritable témoignage sur la densité et la profondeur des liens d'amitié qui unissent le Maroc et l'Europe et plus particulièrement le Portugal, a affirmé l'ambassadeur du Maroc à Lisbonne, Karima Benyaich qui s'exprimait lors la cérémonie d'ouverture. 
Une telle manifestation est à même de renforcer la compréhension des liens historiques entre le Maroc et l'Europe, en montrant au grand public la diversité et la richesse des échanges qui ont ouvert et ouvrent encore un horizon commun aux deux rives de la Méditerranée, a-t-elle souligné. 
Pour Mme Benyaich, il s'agit d'un voyage à travers six siècles d'interaction politique, économique, culturelle et humaine qui montre combien le Maroc a une vocation de trait d'union entre le Nord et le Sud, l'Est et l'ouest, celle d'une nation qui au fil du temps a appris la valeur de l'ouverture et l'altérité. 
De son côté, Driss El Yazami, président du Conseil national des droits de l'homme (CNDH), a estimé que "le retour sur six siècles de rencontre entre le Maroc et l'Europe, montre qu'aujourd'hui nous sommes d'une certaine manière en train de poursuivre ce chemin". 
Le Maroc est un partenaire pour la démocratie de l'Assemblée parlementaire du Conseil de l'Europe et le seul pays de la rive sud qui jouit d'un statut avec l'Union européenne, a-t-il rappelé, soulignant que cette ouverture qui est une constante de la stratégie royale diplomatique est un approfondissement et un renouvellement d'une tradition d'ouverture, de rencontre et de partenariat avec l'Europe. 
Il a par ailleurs affirmé que l'organisation de cette exposition en marge d'un grand colloque (le Forum de Lisbonne) qui porte sur les processus démocratique en Méditerranée lui donne encore plus d'ampleur et de rayonnement. 
La directrice du musée du Monastère des Hiéronymites, Isabel Cruz Almeida, a, pour sa part, affirmé que le fait d'organiser l'exposition dans le Monastère est une "très belle aventure", qui permet de montrer l'influence culturelle réciproque du Maroc et du Portugal. 
"Nous somme fier d'accueillir une exposition sur le Maroc, un pays avec une culture aussi riche et ayant un passé commun avec le Portugal", a-t-elle dit. 
Ont pris part à la cérémonie, notamment le vice-Premier ministre portugais Paulo Portas, D. Duarte Pio, Duque de Bragança, le président du comité exécutif du Centre Nord Sud, Jean-Marie Heydt et Nazim Ahmad du Réseau Aga Khan de développement ainsi que des ambassadeurs accrédités à Lisbonne, des parlementaires et des artistes. 
Composée de peintures, de pièces d'art, de documents d'archives et de photographies, l'exposition s'articule autour de sept modules qui explorent l'évolution des relations entre le Maroc et l'Europe, notamment le Portugal, du 16ème siècle à nos jours. L'objectif étant de démonter les clichés véhiculés dans le présent afin d'encourager le respect mutuel et le dialogue d'une rive à l'autre de la Méditerranée , selon les organisateurs. 
L'exposition qui se poursuivra jusqu'au mois d'octobre, a déjà fait escale à Rabat, Paris, Bruxelles, Anvers et Limoges et elle est attendue à Madrid.
Fonte: lemag.ma

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

A SOBERANIA RESIDE NO REI


A questão que mais vezes me tem feito dar voltas ao juízo é a da Soberania do povo. Havia sete séculos que se dizia que a Soberania estava no Rei. Em todo este espaço Portugal formou-se em Reino, ganhou poder, caiu, levantou-se, e sempre se engrandeceu. Quem notando estes acontecimentos não via que a Soberania posta em El-Rei está muito bem posta? Todavia depois de 24 de Agosto [de 1820] começou a dizer-se que a Soberania residia essencialmente na nação, isto é, que a nação não é nação sem ser Soberana! Confesso que ouvindo esta doutrina senti em mim certa comoção estranha, e tal qual se sente pela aparição de fenómenos imprevistos, espantosos e anteriormente ignorados.

Frei Fortunato de São Boaventura in «O Punhal dos Corcundas».

domingo, 28 de setembro de 2014

MAIS FOTOGRAFIAS DA ENTREGA DE PRÉMIOS DA "TAÇA DUQUE DO PORTO"

S.A.R. Dom Duarte Duque de Bragança e S.A. Dom Dinis Duque do Porto na entrega de Prémios do Torneio de Golfe "Taça Duque do Porto", no Campo de Golfe da Estela, Póvoa de Varzim.


 

sábado, 27 de setembro de 2014

2º CURSO DE FORMAÇÃO PARA JOVENS MONÁRQUICOS



2º CURSO DE FORMAÇÃO PARA JOVENS MONÁRQUICOS : Abrimos hoje (26/09) as inscrições , que se prolongarão até dia 8 de Outubro. Estão previstas 3 sessões ( 11, 18 e 25 de Outubro, das 10 h às 13h ), e tal como na primeira edição, o curso :

- Destina-se, preferencialmente, a jovens dos 16 aos 30 anos, sendo dada prioridade na inscrição a jovens associados das Reais Associações.

- Não comporta qualquer custo, mas está sujeito a inscrição prévia em secretariado@reallisboa.pt devendo ser indicados os dados pessoais e informações para contacto.



Real Associação de Lisboa

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

SE A MONARQUIA VOLTASSE, SERIA MUITO BOM PARA O PAÍS


"Se a Monarquia voltasse, seria muito bom para o país. Cada vez que muda o presidente, tem que começar de novo as relações com o mundo inteiro. Quando você tem um rei, um príncipe, ele vai crescendo e conhecendo as pessoas. Se pensar em marketing... Você sabe quem são todos os Reis da Europa, mas não quem é o presidente da Alemanha. Duvido que saiba. Ninguém sabe. E é o país mais forte da Europa. Além disso, o povo se vê na família, uma família que está aí para o que der e vier e não vai embora, enquanto o presidente fica quatro, cinco anos e depois o outro que resolva. A Monarquia é muito melhor para o povo, sobretudo nessa época de globalização, em que estamos perdendo um pouco de nossa cultura. A gente fica pensando em como vamos salvar nossa cultura, enquanto os presidentes estão mais descansados. A nível emocional... Nunca pensei que ia casar com meu marido e sempre fui a favor da Monarquia. Até por lógica, é um sistema muito mais importante para lançar um país no mundo. Uma vez meu marido teve uma reacção furiosa ao entrar em uma loja e ver que não tinha nenhum produto português. Foi a reacção de um homem apaixonado. É importante não se deixar ficar blasé."


Trecho, no seu original em português do Brasil, retirado de uma resposta de S.A.R. a Duquesa de Bragança à jornalista Michelle Licory numa recente entrevista exclusiva no Rio de Janeiro, na ocasião do casamento da Princesa Dona Amélia de Orleans e Bragança com o escocês Alexander Spearman.