A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

JOÃO DE AZEVEDO COUTINHO, UM HOMEM DE FIBRA E DE CARÁCTER

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Um homem de fibra e de carácter. Foi Lugar Tenente de S.M. El-Rei D. Manuel II e, depois da sua morte, de SAR o Senhor D. Duarte Nuno, Duque de Bragança.
Será lembrado e muito justamente homenageado hoje, pelas 17h30, na Sociedade de Geografia (sala Algarve). A não perder.

1 comentário:

  1. João António de Azevedo Coutinho Fragoso de Sequeira (Alter do Chão, Alter do Chão, 3 de Fevereiro de 1865 — Lisboa, 7 de Dezembro de 1944), mais conhecido apenas por João de Azevedo Coutinho ou João Coutinho, foi um político, administrador colonial e militar da Armada Portuguesa, na qual atingiu o posto de contra-almirante honorário, que aos 25 anos foi um dos heróis africanos que foram proclamados Benemérito da Pátria pela Câmara dos Deputados das Cortes, pelo seu papel nas Campanhas de Conquista e Pacificação das colónias portuguesas de África. Foi deputado, governador-geral da colónia de Moçambique (1905-1906), Ministro da Marinha e Ultramar (1909-1910) e senador monárquico no Congresso da República (1925-1926). Monárquico convicto, foi lugar-tenente do rei D. Manuel II de Portugal e de D. Duarte Nuno de Bragança, quando estes se encontravam no exílio após a implantação da República Portuguesa.
    A implantação da República Portuguesa levou a que fosse reformado compulsivamente em 1910, no posto de capitão-de-fragata, já que se manteve fiel aos ideais monárquicos.
    Chegou a fazer parte de uma conspiração monárquica que ocorreu em diversas cidades portuguesas a 21 de Outubro de 1913, conhecida por Primeira Outubrada, dirigido por ele em Lisboa, só que o golpe foi contido porque o governo tinha um infiltrado entre os conspiradores.
    Em 1919, com Aires de Ornelas, foi um dos líderes da revolta que em Lisboa apoiou a Monarquia do Norte instalada no Porto, e liderada por outro grande monárquico, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro participando activamente na tomada de Monsanto. Pela sua acção nestes incidentes, foi preso e exilado.
    A cidade do Porto homenageou-o dando-lhe um nome de uma rua e onde curiosamente tenho o prazer de exercer a minha atividade profissional diária.

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