COMUNICADO DA CASA REAL PORTUGUESA

COMUNICADO DA CASA REAL PORTUGUESA

LEI DO PROTOCOLO DO ESTADO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

domingo, 12 de abril de 2015

MONÁRQUICOS QUEREM MUDAR REGIME CONTRA LÓBI QUE ELEGE PR

Dom Duarte de Bragança esteve na Convenção
 
Diário do Minho
de 12 de Abril, Pág. 29

 
 Jornal de Notícias
de 12 de Abril, Pág. 12


Monárquicos querem mudar regime que elege PR Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos fala em "ciclo vicioso e viciado". O presidente da Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos defendeu este sábado a mudança de regime para o monárquico para que o "ciclo vicioso e viciado" do lóbi político e financeiro que elege os Presidentes da República seja substituído. Em declarações à agência Lusa sobre a primeira Convenção Nacional da Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos (APAM), que hoje decorreu no Porto, Manuel Beninger sublinhou o "contributo muitíssimo importante" que a Monarquia pode dar à sociedade atual, uma vez que é essa a sensibilidade que falta nesta República, em profunda "crise profunda de valores". Na opinião do presidente da APAM é preciso mudar este "ciclo vicioso e viciado" que é eleição dos Presidentes da República pelo lóbi político e financeiro, defendendo a implementação do regime monárquico, uma vez que o rei é alguém "preparado, isento partidariamente e que pode representar as várias sensibilidades e as transversalidades das vontades políticas". Enfatizando que a APAM não é um partido político mas sim uma associação pluripartidária que representa os seus associados -- que em nove meses de existência são já mais de 300 - Manuel Beninger afirmou que os autarcas, que estão na base da democracia, podem "contribuir para uma mudança de paradigma", uma vez que é urgente "repensar este tipo de regime". Cultura, património, turismo, ambiente, família e agricultura são algumas das preocupações que estão na base da ação destes autarcas monárquicos em exercício de diferentes funções nas freguesias, câmaras e assembleias municipais, que representam atualmente cinco sensibilidades políticas distintas. "Nesta convenção de hoje mais de 120 autarcas conseguiram refletir sobre a saúde pública da política e contribuir com propostas válidas", disse, acrescentando que a adesão à associação tem sido "francamente crescente". Do programa da convenção - que contou com a presença de Duarte Pio, Gonçalo Ribeiro Teles e Francisco Calheiros, entre outros - fez parte "um painel ligado ao Património e Turismo, temáticas diferenciadoras dos agentes de desenvolvimento local e de importância premente no quadro dos futuros investimentos a decorrer nas regiões" e um outro sobre "Ser Autarca e Monárquico nos Dias de Hoje".

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/politica/detalhe/monarquicos_querem_mudar_regime_que_elege_pr.html
O presidente da Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos defendeu este sábado a mudança de regime para o monárquico para que o "ciclo vicioso e viciado" do lóbi político e financeiro que elege os Presidentes da República seja substituído. Em declarações à agência Lusa sobre a primeira Convenção Nacional da Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos (APAM), que hoje decorreu no Porto, Manuel Beninger sublinhou o "contributo muitíssimo importante" que a Monarquia pode dar à sociedade atual, uma vez que é essa a sensibilidade que falta nesta República, em profunda "crise profunda de valores". Na opinião do presidente da APAM é preciso mudar este "ciclo vicioso e viciado" que é eleição dos Presidentes da República pelo lóbi político e financeiro, defendendo a implementação do regime monárquico, uma vez que o rei é alguém "preparado, isento partidariamente e que pode representar as várias sensibilidades e as transversalidades das vontades políticas". Enfatizando que a APAM não é um partido político mas sim uma associação pluripartidária que representa os seus associados -- que em nove meses de existência são já mais de 300 - Manuel Beninger afirmou que os autarcas, que estão na base da democracia, podem "contribuir para uma mudança de paradigma", uma vez que é urgente "repensar este tipo de regime". Cultura, património, turismo, ambiente, família e agricultura são algumas das preocupações que estão na base da ação destes autarcas monárquicos em exercício de diferentes funções nas freguesias, câmaras e assembleias municipais, que representam atualmente cinco sensibilidades políticas distintas. "Nesta convenção de hoje mais de 120 autarcas conseguiram refletir sobre a saúde pública da política e contribuir com propostas válidas", disse, acrescentando que a adesão à associação tem sido "francamente crescente". Do programa da convenção - que contou com a presença de Duarte Pio, Gonçalo Ribeiro Teles e Francisco Calheiros, entre outros - fez parte "um painel ligado ao Património e Turismo, temáticas diferenciadoras dos agentes de desenvolvimento local e de importância premente no quadro dos futuros investimentos a decorrer nas regiões" e um outro sobre "Ser Autarca e Monárquico nos Dias de Hoje".

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/politica/detalhe/monarquicos_querem_mudar_regime_que_elege_pr.html
O presidente da Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos defendeu este sábado a mudança de regime para o monárquico para que o "ciclo vicioso e viciado" do lóbi político e financeiro que elege os Presidentes da República seja substituído. Em declarações à agência Lusa sobre a primeira Convenção Nacional da Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos (APAM), que hoje decorreu no Porto, Manuel Beninger sublinhou o "contributo muitíssimo importante" que a Monarquia pode dar à sociedade atual, uma vez que é essa a sensibilidade que falta nesta República, em profunda "crise profunda de valores". Na opinião do presidente da APAM é preciso mudar este "ciclo vicioso e viciado" que é eleição dos Presidentes da República pelo lóbi político e financeiro, defendendo a implementação do regime monárquico, uma vez que o rei é alguém "preparado, isento partidariamente e que pode representar as várias sensibilidades e as transversalidades das vontades políticas". Enfatizando que a APAM não é um partido político mas sim uma associação pluripartidária que representa os seus associados -- que em nove meses de existência são já mais de 300 - Manuel Beninger afirmou que os autarcas, que estão na base da democracia, podem "contribuir para uma mudança de paradigma", uma vez que é urgente "repensar este tipo de regime". Cultura, património, turismo, ambiente, família e agricultura são algumas das preocupações que estão na base da ação destes autarcas monárquicos em exercício de diferentes funções nas freguesias, câmaras e assembleias municipais, que representam atualmente cinco sensibilidades políticas distintas. "Nesta convenção de hoje mais de 120 autarcas conseguiram refletir sobre a saúde pública da política e contribuir com propostas válidas", disse, acrescentando que a adesão à associação tem sido "francamente crescente". Do programa da convenção - que contou com a presença de Duarte Pio, Gonçalo Ribeiro Teles e Francisco Calheiros, entre outros - fez parte "um painel ligado ao Património e Turismo, temáticas diferenciadoras dos agentes de desenvolvimento local e de importância premente no quadro dos futuros investimentos a decorrer nas regiões" e um outro sobre "Ser Autarca e Monárquico nos Dias de Hoje".

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/politica/detalhe/monarquicos_querem_mudar_regime_que_elege_pr.html
Monárquicos querem mudar regime que elege PR Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos fala em "ciclo vicioso e viciado". O presidente da Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos defendeu este sábado a mudança de regime para o monárquico para que o "ciclo vicioso e viciado" do lóbi político e financeiro que elege os Presidentes da República seja substituído. Em declarações à agência Lusa sobre a primeira Convenção Nacional da Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos (APAM), que hoje decorreu no Porto, Manuel Beninger sublinhou o "contributo muitíssimo importante" que a Monarquia pode dar à sociedade atual, uma vez que é essa a sensibilidade que falta nesta República, em profunda "crise profunda de valores". Na opinião do presidente da APAM é preciso mudar este "ciclo vicioso e viciado" que é eleição dos Presidentes da República pelo lóbi político e financeiro, defendendo a implementação do regime monárquico, uma vez que o rei é alguém "preparado, isento partidariamente e que pode representar as várias sensibilidades e as transversalidades das vontades políticas". Enfatizando que a APAM não é um partido político mas sim uma associação pluripartidária que representa os seus associados -- que em nove meses de existência são já mais de 300 - Manuel Beninger afirmou que os autarcas, que estão na base da democracia, podem "contribuir para uma mudança de paradigma", uma vez que é urgente "repensar este tipo de regime". Cultura, património, turismo, ambiente, família e agricultura são algumas das preocupações que estão na base da ação destes autarcas monárquicos em exercício de diferentes funções nas freguesias, câmaras e assembleias municipais, que representam atualmente cinco sensibilidades políticas distintas. "Nesta convenção de hoje mais de 120 autarcas conseguiram refletir sobre a saúde pública da política e contribuir com propostas válidas", disse, acrescentando que a adesão à associação tem sido "francamente crescente". Do programa da convenção - que contou com a presença de Duarte Pio, Gonçalo Ribeiro Teles e Francisco Calheiros, entre outros - fez parte "um painel ligado ao Património e Turismo, temáticas diferenciadoras dos agentes de desenvolvimento local e de importância premente no quadro dos futuros investimentos a decorrer nas regiões" e um outro sobre "Ser Autarca e Monárquico nos Dias de Hoje".

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/politica/detalhe/monarquicos_querem_mudar_regime_que_elege_pr.html

Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos fala em "ciclo vicioso e viciado".  

O presidente da Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos defendeu este sábado a mudança de regime para o monárquico para que o "ciclo vicioso e viciado" do lóbi político e financeiro que elege os Presidentes da República seja substituído. 

Em declarações à agência Lusa sobre a primeira Convenção Nacional da Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos (APAM), que hoje decorreu no Porto, Manuel Beninger sublinhou o "contributo muitíssimo importante" que a Monarquia pode dar à sociedade actual, uma vez que é essa a sensibilidade que falta nesta República, em profunda "crise profunda de valores". 

Na opinião do presidente da APAM é preciso mudar este "ciclo vicioso e viciado" que é eleição dos Presidentes da República pelo lóbi político e financeiro, defendendo a implementação do regime monárquico, uma vez que o rei é alguém "preparado, isento partidariamente e que pode representar as várias sensibilidades e as transversalidades das vontades políticas". 

Enfatizando que a APAM não é um partido político mas sim uma associação pluripartidária que representa os seus associados -- que em nove meses de existência são já mais de 300 - Manuel Beninger afirmou que os autarcas, que estão na base da democracia, podem "contribuir para uma mudança de paradigma", uma vez que é urgente "repensar este tipo de regime". 

Cultura, património, turismo, ambiente, família e agricultura são algumas das preocupações que estão na base da acção destes autarcas monárquicos em exercício de diferentes funções nas freguesias, câmaras e assembleias municipais, que representam actualmente cinco sensibilidades políticas distintas. 

"Nesta convenção de hoje mais de 120 autarcas conseguiram reflectir sobre a saúde pública da política e contribuir com propostas válidas", disse, acrescentando que a adesão à associação tem sido "francamente crescente".

Do programa da convenção - que contou com a presença de Duarte Pio, Gonçalo Ribeiro Teles e Francisco Calheiros, entre outros - fez parte "um painel ligado ao Património e Turismo, temáticas diferenciadoras dos agentes de desenvolvimento local e de importância premente no quadro dos futuros investimentos a decorrer nas regiões" e um outro sobre "Ser Autarca e Monárquico nos Dias de Hoje".






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