23º CONGRESSO DA CAUSA REAL

LEI DO PROTOCOLO DO ESTADO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

domingo, 23 de agosto de 2015

BOAS-NOVAS... REAIS


Bilhete-postal do Tempo – ‘ah, bons velhos tempos!’ – em que não se partilhavam as notícias, mas antes se enviavam!

Que boa forma de receber novas sob os auspícios dos Reis de Portugal, mostrando que estava arreigada na iconografia popular a ideia de que com zelo cuidadoso os Monarcas olhavam pelo Seu Povo. Não se tratava de paternalismo, mas do reconhecimento de que o Rei é uma instituição que representa a Nação, verdadeiramente; que transporta consigo uma carga emblemática que faz todos sentirem-se parte de um todo, é isso:

O REI É A ENCARNAÇÃO DA NAÇÃO!

O Povo considera a Monarquia como sua! É um sentimento reflexo, entranhado, e, esse sim verdadeiro da Sociedade que é um corpo vivo, e não um agregado de indivíduos! Por isso só com a Restauração da Monarquia Portuguesa, só com o regresso do Reino de Portugal, só então tornará a haver representação verdadeira do Povo e da Nação!

Hoje é mínimo o número de votantes quando comparado com os eleitores inscritos o que revela esse distanciamento da maioria face à minoria que a domina, não por génio, mérito ou excelência intelectual, mas apenas porque se apropriou dos meios de poder e coerção. A história sempre confirmou isso: os mais pobres e os sem poder não têm como se afirmar quando não há aspirações materiais e espirituais comuns.

A Monarquia não provoca antagonismo inconciliável entre um Chefe de Estado e governo, assim como não empedra o Primeiro Cidadão como instrumento político de um governo da sua área ideológica. Numa república o chefe de Estado representa uma minoria, pois foi sufragado apenas por uma parte dos eleitores, pelo que não foi escolhido pelos que não votaram em si, pelos que se abstiveram – a maioria -, e pelos que anularam ou votaram em branco. Só um Rei representa realmente todos, sem sofisma da representação, pois o Monarca é o natural e, como tal, legítimo representante da Nação, da sua História, dos seus usos e costumes! No Rei a Nação se transfigura em Ser!

Há 110 anos, em 1905 – data do Postal – Reinava Sua Majestade Fidelíssima El-Rei Dom Carlos I de Portugal e a Rainha consorte era S.M. a Senhora Dona Amélia, o Anjo da Caridade!

Miguel Villas-Boas – Plataforma de Cidadania Monárquica

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