A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

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Autor: Nuno A. G. Bandeira

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sexta-feira, 15 de abril de 2016

FUNDAÇÃO D. MANUEL II ENTREGOU PRÉMIO PRÍNCIPE DA BEIRA EM CIÊNCIAS BIOMÉDICAS 2015


Fundação D. Manuel II entregou Prémio Príncipe da Beira em Ciências Biomédicas 2015
Decorreu esta quarta-feira no salão nobre da Câmara Municipal de Guimarães, a cerimónia de entrega do «Prémio Príncipe da Beira em Ciências Biomédicas 2015».

Trata-se de um prémio instituído pela Fundação D. Manuel II, com o apoio da Universidade do Minho e pelo Município de Guimarães.

A concurso apresentaram-se 34 candidaturas, tem sido declarada vencedora a proposta apresentada por Mariana Pintalhão, da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, que recebeu um prémio de 15 mil euros pelo trabalho «Papel da Relaxina na Insuficiência Cardíaca com Fracção de Ejecção Preservada: Do Laboratório à Prática Clínica».

Na sessão de entrega do prémio, D. Duarte salientou a importância da iniciativa num país onde os custos da ignorância são o problema de Portugal.

Na sua intervenção o Presidente da Câmara sublinhou que numa cidade como Guimarães onde nasceu Portugal, o conhecimento é a aposta para vencer os desafios da competitividade num mundo globalizado.

Em representação da Universidade do Minho, o vice Reitor, Rui Reis, salientou o trabalho que está a ser desenvolvido pela Academia no âmbito da investigação biomédica, destacando a importância do projecto do Centro de Investigação que vai ser implementado no Instituto Cidade de Guimarães Materiais Biomédicos Avançados que reúne cinco universidades portuguesas e poderá ter um orçamento que ronda os 75 milhões de euros.


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Investigadora da UP premiada com 15 mil euros em Guimarães

Mariana Pintalhão foi ontem galardoada pelo trabalho "Papel da Relaxina na Insuficiência Cardíaca com Fracção de Ejecção Preservada: Do Laboratório à Prática Clínica".
A investigadora da Universidade do Porto, Mariana Pintalhão, venceu o Prémio Príncipe da Beira em Ciências Biomédicas 2015. O galardão instituído pela Fundação D. Manuel II, pela Universidade do Minho e pelo Município de Guimarães atribuiu à investigadora 15 mil euros. Depois de analisadas 34 propostas, o trabalho de Mariana Pintalhão, debruçado sobre a insuficiência cardíaca, foi o escolhido. O prémio foi ao início da tarde de ontem entregue no Salão Nobre da Câmara de Guimarães.



Para a investigadora, numa altura de constrangimentos económicos, este tipo de iniciativas são"de louvar". "O nosso país tem muita tradição na área da investigação científica. São de louvar iniciativas que nos permitam continuar a desenvolver e a crescer nesta área", afirmou. Mariana Pintalhão revelou ainda que "até 50% dos doentes com insuficiência cardíaca podem ter fracção de ejecção preservada", que é o foco do seu trabalho. "O nosso objectivo é estudar a relaxina, uma hormona associada à adaptação dos tecidos pélvicos durante o parto. Recentemente percebeu-se que é uma hormona que pode ter efeitos cardiovasculares muito benéficos", adiantou.

Rui Reis, vice-reitor da Universidade do Minho, presidiu o júri do Prémio Príncipe da Beira em Ciências Biomédicas 2015. O também director do grupo de investigação 3B’s da UM revelou que a escolha teve em conta “a qualidade do projecto, do candidato, do seu currículo e  o impacto que este projecto pode ter nos pacientes".

O presidente da Fundação Dom Manuel II, D. Duarte Pio, lembrou a necessidade de sensibilizar a população para a importância da investigação científica. "Ainda que seja uma quantia modesta, serve para ao população perceber para onde vai o dinheiro e saber que o investigação científica é reprodutivo a curto e médio prazo, muito mais do que o investimento nos luxos de um país rico", afirmou.

Do lado do município vimaranense, o autarca Domingos Bragança afirmou que é necessário apoiar projectos que contribuam para o desenvolvimento da sociedade. "Importa transferir conhecimento para sociedade. Vencemos o futuro, temos condições e formadores excepcionais. A Câmara de Guimarães quer apoiar a transferência de conhecimento para a sociedade", garantiu.

O investigador Raphaël Canadas, da Universidade do Minho, recebeu uma Menção Honrosa.

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