COMUNICADO DA CASA REAL PORTUGUESA

COMUNICADO DA CASA REAL PORTUGUESA

LEI DO PROTOCOLO DO ESTADO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

terça-feira, 26 de abril de 2016

QUANDO REINAVA A LIBERDADE!

 

Com análise histórica comparativa entre a Monarquia Portuguesa e as repúblicas que se lhe seguiram - como têm dificuldade em acertar à primeira os republicanos portugueses já vão em três - pode-se concluir que havia mais liberdade em todos os sentidos, - inclusive, pelos padrões de hoje -, durante o regímen Monárquico do que depois da revolução republicana que derrubou 771 anos de Monarquia Portuguesa. Acossado pela censura, escreveria Fernando Pessoa in Da República, ‘na monarquia era possível insultar por escrito impresso o Rei; na república não era possível, porque era perigoso, insultar até verbalmente o Sr. Afonso Costa.’
 
Durante o regime de Monarquia, em Portugal havia mais liberdade de expressão que se reflectia em haver mais liberdade de todos os tipos: liberdade de opinião, liberdade de imprensa, liberdade de associação, etc., etc.
 
Efectivamente, a Monarquia Constitucional, não era fonte de bloqueio à liberdade, pelo contrário sublimava-a, pois era a sua maior garantia. Havia Liberdade!
 
Mas já havia liberdade mesmo antes da Monarquia Constitucional, pois desde o princípio do tempo português as liberdades municipais eram uma regra essencial de governação. O papel democrático dos municípios tornava-o em real representante de toda a comunidade local diante do Rei que valorizava o apoio popular. Esses conselhos municipais compostos por ‘vizinhos’ tinham capacidade política e um enorme conjunto de liberdades fundamentais, regalias e seguranças, normalmente consignadas em carta de Foral. A importância destes concelhos era tal que eram enviados representantes às Cortes extraordinárias, participando na governação. Recorde-se a Monarquia popular e democrática da Dinastia de Aviz, em a qualquer hora do dia ou da noite o Juiz do Povo se poderia apresentar no Paço à Presença do Rei e reclamar de injustiças ou peticionar graças!

Liberdade… hoje?! - pergunta retórica! Não bastam só palavras!!!!

Miguel Villas-Boas - Plataforma de Cidadania Monárquica

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