23º CONGRESSO DA CAUSA REAL

LEI DO PROTOCOLO DO ESTADO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

sábado, 11 de fevereiro de 2017

EDUARDO VII SOBRE O REGICÍDIO


Eduardo VII, Rei do Reino Unido e Imperador da Índia, que, entre os seus objectos pessoais, conservava duas pequenas molduras de ouro com os retratos dos primos El-Rei Dom Carlos I e o Príncipe Real Dom Luís Filipe. Dom Carlos gozava de uma admiração tal por todo o mundo e particularmente de uma enorme amizade por parte de Eduardo VII, que pela primeira vez um Rei inglês, simultaneamente Chefe da Igreja Anglicana, entra numa Igreja Católica, o que aconteceu na Missa de requiem pelas almas D’El-Rei e do Príncipe Real, em St. James.
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O Rei Britânico – o único inglês Amigo e Aliado de Portugal -, referindo-se ao Regicídio, exclamou:
‘Matam-se dois Cavaleiros da Jarreteira como se fossem cães e no seu próprio País e ninguém se importa com isso’.
Descontente com a responsabilização, demissão e expulsão de João Franco, declarou ainda:
‘Que País é esse onde matam um rei e um príncipe e a primeira medida que se toma é demitir o Ministério?!’
Com o novo Gabinete entravam além dos dissidentes Regeneradores e Progressistas sub-repticiamente, no Ministério, os republicanos, à sombra de alguns cujas ligações com o Clube dos Makavenkos eram notórias e sobejamente conhecidas, e em que militavam revolucionários como Afonso Costa, Grandella e França Borges.
Era assinado o Decreto do Fim da Monarquia!

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