23º CONGRESSO DA CAUSA REAL

LEI DO PROTOCOLO DO ESTADO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

quarta-feira, 19 de abril de 2017

MAIS DE 6.500 ASSINAM A PETIÇÃO

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Ultrapassa já as 6.500 mil assinaturas a petição lançada a meados de Março, que propõe alterações à ‘Lei das Precedências do Protocolo do Estado Português’ por causa do relacionamento protocolar devido ao Duque de Bragança.
Porque o Duque de Bragança, D. Duarte Pio, enquanto descendente e representante dos Reis de Portugal, é regularmente convidado a participar em eventos oficiais, sendo-lhe habitualmente conferido um tratamento de particular respeito, apesar de isso não estar previsto no protocolo do Estado, eis a razão da petição que propõe a inclusão do Duque de Bragança na Lei do Protocolo do Estado, a exemplo do que já acontece com as altas entidades estrangeiras, diplomáticas, religiosas, universitárias e parceiros sociais.
De acordo com o texto associado à petição ‘monárquica’, o relacionamento protocolar devido ao Duque de Bragança deverá ser especificado na Lei das Precedências do Protocolo do Estado Português, acrescentando um novo Artigo 34º: “1 - O chefe da Casa de Bragança, quando convidado para cerimónias oficiais, deverá ser tratado como convidado especial da entidade que tiver, por virtude da mais alta precedência protocolar, a presidência. 2 – Ao cônjuge do chefe da Casa de Bragança é atribuído lugar equiparado ao mesmo, quando esteja a acompanhá-lo.”
Na Madeira, o monárquico arquitecto João Cunha Paredes tem divulgado a petição, na expectativa da mesma reunir um maior apoio.
Entre as personalidades que apoiam esta petição, sobressaem deputados (do CDS e do PSD), presidentes de Câmara, ex-governantes e professores universitários.

Fonte: dnoticias.pt

Los impulsores de la propuesta quieren que el duque Duarte de Braganza tenga un tratamiento especial en la ley, como otras autoridades diplomáticas, religiosas, académicas...


Duarte de Braganza es uno de los pretendientes al trono de Portugal. Como jefe de la casa real de Braganza es invitado a algunos actos oficiales, pero su presencia no está regulada legalmente, y eso es lo que quiere cambiar un grupo de ciudadanos que ha lanzado una petición para cambiar la Ley de Protocolo.
14/03/2017


Duarte Pío de Braganza y su esposa estuvieron entre los cientos de invitados que asistieron en pasado mes de noviembre a la cena de gala que el presidente de la República de Portugal, ofreció en el pazo de Guimaraes en honor a los reyes de España que estaban de visita de Estado.
Es un ejemplo de los actos oficiales, más o menos solemnes, a los que acude el duque de Braganza, que pese a ser pretendiente al trono desaparecido de Portugal, mantiene buenas relaciones con las autoridades de la república.
El problema que un grupo de simpatizantes y partidarios de Dom Duarte Pío de Braganza ve es que el protocolo no contempla al duque: no tiene ninguna consideración especial, al menos en lo que se refiere a las normas que regulan el protocolo, aunque en la práctica a veces sí se le da.
De ahí que hayan lanzado una campaña en Petição Pública, una plataforma de recogida de firmas similar a Change.org. Su petición, que elevarán al gobierno portugués, es que se modifique la Ley de Protocolo para incluir al jefe de la Casa de Braganza.
De esta forma, quieren que se le tenga en consideración en esta norma, como se hace con autoridades como representantes extranjeros, diplomáticos, líderes religiosos, académicos y agentes sociales. Su idea es que se mencione específicamente al “jefe de la Casa de Braganza” y a su cónyuge, para que así tenga un lugar en el protocolo de los actos oficiales a los que asista Duarte Pío de Braganza.

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