25º ANIVERSÁRIO DA REAL ASSOCIAÇÃO DE VISEU

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A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

DOCUMENTÁRIO: HIMALAIAS, VIAGEM DOS JESUÍTAS PORTUGUESES (3/4)



SINOPSE – Episódio 3

A imensidão das estepes e dos lagos tibetanos onde resistem os últimos dos nómadas acompanhados dos seus rebanhos de iaques e ovelhas, o deslumbrante espectáculo multicor do planalto, e as portelas de alta montanha que nos aproximam dos dentes aguçados da cadeia himalaica de neves eternas, são os cenários da próxima etapa do viajante e investigador Joaquim Magalhães de Castro, que refaz as rotas dos jesuítas portugueses, pioneiros nesta parte do mundo. 

A recta em direcção à portela de Lalung La parece não mais acabar. Justifica-se aqui, na sua plenitude, a designação Tecto do Mundo. A panorâmica é de cortar a respiração. No Verão e Outono reside aqui um velho monge, numa tenda de campanha, tentando angariar dinheiro para construir um mosteiro na sua aldeia natal. Ele convida o Joaquim a beber o tradicional chá com manteiga e antes da partida, abençoa-o, à boa maneira tibetana.

Daqui em diante é sempre a descer. Até Zhangmu, última povoação chinesa, o declive é de 3 mil metros, a descida mais acentuada do planeta.

Após o Tibete, segue-se o Nepal onde Joaquim é confrontado com o esplendor arquitectónico de Kathmandu, Patan e Baktapur, cidades Património da Humanidade, e onde tem a rara oportunidade de assistir a uma procissão da deusa viva Kumari, apreciar a excentricidade colorida dos sadhus (ascetas indianos) e presenciar, com a devida distância, às cerimónias de cremação dos mortos junto às margens do rio Bagmati.

A aventura prossegue, agora e comboio, nas planícies da Índia onde tudo começou, em Agra, a magnífica cidade dos tolerantes mongóis islamizados protectores dos jesuítas portugueses. Obrigatórios locais de visita, o Taj Mahal, claro, e o Forte Vermelho, descrito nas cartas dos nosso jesuítas.

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