A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

O DIA DA VIRAGEM...!

É sintomático, se calhar mais do que isso: O princípio do fim… Não tenho memória de um representante de Estado vaiado . Pior: num segundo mandato. É indiscutivelmente o toque no fundo: a mais preocupante e grave das ausências de referências nacionais. Estamos mal mesmo, é a confirmação. Mas atente-se, o PR não foi vaiado num local qualquer…estava muito menos próximo do Terreiro do Paço que, em tempos, ditou a morte de Reis e do nosso regime estrutural para o povo durante 767 anos: a Monarquia.

Ele foi vaiado na cidade berço, a cidade onde nasceu Portugal. Uma cidade onde Portugal é um assunto importante, onde a cultura, a nossa cultura, é mais do que tudo. Precisamente onde esse é o reflexo e o reconhecimento, daí ser em 2012 a cidade da Cultura na Europa (que aliás não duvido que seja um sucesso pois os vimaranenses sempre deram espaço continuo a iniciativas destas ao longo da História [e não me refiro apenas ao Guimarães Jazz]), foi o local lógico para fazer um ponto de ordem em relação a quem nos representa: a ré pública. Portugal não é um grupo restrito! Na terra do nosso primeiro Rei e de Reis, no Ducado de Bragança, era preciso o povo dizer basta! E disse-o!

Portugal não é só o Terreiro do Paço. Portugal somos nós, o povo e todas as suas regiões! Portugal são 8 séculos! Portugal é um País de futuro como as nossas ex-congéneres Suécia, Dinamarca, Noruega, Bélgica, Inglaterra, Espanha, Canadá, Austrália, Japão, etc, que foi arremessado para um atraso em que tudo estamos a perder por esta ré pública ilegítima, que se fundou em sangue de outros contra uma Democracia. Sem referendo: ilegítima…ainda hoje! Aos portugueses que gostam de Portugal é preciso saber isto de uma vez por todas…sob pena de perdemos o nosso estimado País.

Nestas fotos anexas e contrastantes com o faustoso aparato de ontem no Largo do Toural, vê-se a recepção do povo, ao qual faço parte com muito orgulho, o povo genuíno, a quem reconhece não ser actor e que, acima de tudo, gosta de nós: o senhor Duque de Bragança o Herdeiro (e não pretendente a coisíssima nenhuma) ao Trono de Portugal, descendente dos nossos Reis. Um Homem que pensa por si, um bom Homem, um Homem genuíno e discreto. Um de nós! Um Homem que se calhar nem quer ser Rei (como aconteceu com Dom João IV), mas que todos os dias, incessantemente, muitos o chamam. Um Homem que nada tem a ganhar, mas que todos os dias, tirando tempo do seu tempo, estende-se, sem apoios de Estado, para estar com os portugueses comuns, em todas as regiões e em todas as respectivas dimensões culturais que eles defendem e representam. Um Homem que tem o Seu jovem filho, com o inerente sofrimento de pai, a preparar-se, em tenra idade e longe do Seu lar, por nós: o nosso Príncipe da Beira, o da Boa Nova.

Nós não conseguiremos dar a reviravolta aos problemas estruturais que assolam Portugal, neste actual figurino. Disso não haja a menor dúvida. Para sairmos deles e reestruturarmos Portugal temos de ter um regime neutral e apartidário, como só a Monarquia Constitucional nos consegue proporcionar, de modo a encetarmos as verdadeiras reformas estruturais que finalmente colocarão Portugal num eixo de progresso contínuo, de exemplo como já foi e não meramente numa lógica de tapa buracos. O pouco de bom que tivemos nos últimos 101 anos foi isso: ficamos felizes com buracos tapados. Quero mais, devemos querer mais! Não vivemos 150 para perceber o que fomos. Dê-se, ao menos, o benefício da dúvida...isso para os ainda cépticos. É preciso acreditar em nós mesmos, em Portugal!

Por tudo isto brado sem complexos: Viva Portugal, Viva a nossa Cultura, Viva Guimarães, Viva os Duques de Bragança e Viva uma moderna e progressista Monarquia Constitucional!

Post Scriptum: Gostaria de deixar um reconhecimento fraterno e especial a essa grande mulher: a Sra. Merceeira de Guimarães. Um exemplo para mim. Como sempre convicto, serão as mulheres que irão ser capitais para a reposição da Monarquia Constitucional em Portugal. À semelhança de mulheres como foram a: Padeira de Aljubarrota, D. Luísa de Gusmão, Maria da Fonte, D. Maria I, D. Maria II, D. Amélia, etc, etc… Viva às mulheres portuguesas!


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