A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

sábado, 9 de outubro de 2021

COMEMORAÇÕES, EM LISBOA E GUIMARÃES, DO DIA DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL



"Todas as nações celebram a data da sua independência porque é muito mais importante do que a data de uma revolução violenta que derrubou um regime democrático, que aceite pela grande maioria do seu povo, como ficou comprovado nas eleições que tinham sido realizadas pouco tempo antes.

Seria perfeitamente justo que oficialmente a data do cinco de Outubro de 1143 fosse comemorada mesmo que também se continuasse a lembrar o acontecimento revolucionário de 1910.

No entanto, a melhor prova de que o derrube da Monarquia em 1910 foi um acto altamente prejudicial para o futuro de Portugal, está no facto de que em 1926 o povo apoiou um novo golpe militar e em 1974 um terceiro golpe militar. Se o golpe de 1910 tivesse sido bom para Portugal, como se justifica a necessidade do 25 de Abril de 1974?"

Trecho da mensagem de SAR enviada de São Petersburgo para as comemorações em Lisboa e Guimarães da assinatura do Tratado de Zamora que marca a fundação do reino de Portugal a 5 de Outubro de 1143. 

Real Associação de Lisboa


REPORTAGEM FOTOGRÁFICA DAS COMEMORAÇÕES NO CASTELO DE SÃO JORGE, EM LISBOA








COMEMORAÇÕES EM GUIMARÃES

Realizaram-se em Guimarães e Lisboa, no dia 5 de Outubro de 2021, as comemorações do dia da Independência de Portugal, que dizem respeito à celebração do Tratado de Zamora, em 5 de Outubro de 1143, com programas autónomos, e, da iniciativa do Movimento Independência de Portugal, a que se associaram diversas entidades, nomeadamente a Causa Real.

Em Guimarães, as comemorações realizaram-se junto da estátua do Rei Fundador, D. Afonso Henriques.

Dr. José Aníbal Marinho Gomes, Presidente da Real Associação de Viana do Castelo, Arquitecto Paulo Queiroz Valença, e Arquitecto José António Peres da Silva Bastos, respectivamente Presidente e Vogal da Direcção da Real Associação do Porto, Professor Luís Pimenta de Castro Damásio, da Real Associação de Braga.





Dr. Réné Cordeiro, dirigente do Movimento Independência de Portugal.

Dr. Henrique Pereira de Morais, antigo Deputado à Assembleia da República.

Eng.º João Corte Real.

Arquitecto Paulo Queiroz Valença, Presidente da Real Associação do Porto.

Coroa de flores colocada na estátua do Rei Fundador, D. Afonso Henriques.

Professor Doutor Luís Ferreira do Amaral, do Departamento de História e Estudos Políticos e Internacionais da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.


Abertura dos actos previstos no programa das comemorações, por parte do Sr. Dr. Luís Cabral.


Colocação de uma coroa de flores na estátua do nosso Rei Fundador, D. Afonso Henriques, conforme previsto no programa das comemorações.


Oração proferida pelo SE o Padre João Matos pelos mortos em defesa da Pátria, seguido de um minuto de silêncio pelo mesmo motivo, conforme previsto no programa das comemorações.


Leitura da Mensagem aos Portugueses, de S.A.R. o Senhor Dom Duarte Pio de Bragança, Duque de Bragança e Chefe da Casa Real Portuguesa, pelo Presidente da Real Associação do Porto, Arquitecto Paulo Queiroz de Valença.


Discurso pelo Sr. Dr. Henrique Pereira de Morais, antigo deputado à Assembleia da República.


Discurso proferido pelo Sr. Professor Doutor Luís Ferreira do Amaral, do Departamento de História e Estudos Políticos e Internacionais da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.


Discurso do Presidente do Movimento Independência de Portugal, lido por René Cordeiro, dirigente do Movimento.


Homenagem a Marcelino da Mata:
Discurso de elogio póstumo pelo Coronel Manuel Bernardo, lido pelo comando Eng.º João Corte Real.


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