TV MONARQUIA PORTUGUESA

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

sábado, 31 de dezembro de 2022

♔ | FELIZ ANO NOVO DE 2023



Saúde e Paz, Vida Longa e Prosperidade!


♔ A REAL ASSOCIAÇÃO DA BEIRA LITORAL DESEJA A TODOS OS SEUS ASSOCIADOS E AMIGOS UM FELIZ E PRÓSPERO ANO DE 2023, COM MUITA FELICIDADE,  SAÚDE E PAZ ♔

VIVA O REI !!!

FALECEU, HOJE, NO MOSTEIRO MATER ECCLESIAE, O SANTO PADRE EMÉRITO BENTO XVI


 Hoje sábado 31 de Dezembro às 9:34hs, no Mosteiro Mater Ecclesiae no Vaticano, o Senhor chamou a si mesmo Santo Padre Emérito Bento XVI.



S.S. o Papa Emérito Bento XVI (Joseph Aloisius Ratzinger)
1927-2022
Académico com vasta obra de reflexão da teologia cristã, que alcançou as 600 publicações, admirador de Mozart, que, aquando das suas visitas a Salzburgo, escreveu:
"Foi ali que Mozart entrou até o fundo da minha alma. Não é um simples divertimento: a música de Mozart encerra todo o drama do ser humano"
No seu eterno descanso, tenho a certeza que velará por nós.


Deixou-nos, no dia de hoje, o Papa Bento XVI, aos 95 anos.
Nascido Joseph Aloisius Ratzinger, foi o 265° Papa da Igreja Católica e bispo de Roma de 19 de abril de 2005 a 28 de fevereiro de 2013, quando renunciou ao cargo, sendo sucedido pelo Papa Francisco.
Monsenhor João Clá Dias sempre gozou de sua amizade; quando Bento XVI subiu ao Sólio Pontifício, os vínculos que os Arautos do Evangelho e seu fundador tinham com o Sucessor de São Pedro tornaram-se indissolúveis.
As relações entre Bento XVI e Mons. João sempre se caracterizaram por um elevado sentido eclesial de ambas as partes, e pelo vínculo afetivo que se desenvolve nas amizades em cuja origem está o próprio Deus.
A condição de fundador e pai de incontável número de almas fez de Mons. João um discípulo atento aos rumos indicados pelo Santo Padre, desde o início do seu pontificado. Consciente de que o poder das chaves conta-se entre as prerrogativas mais sagradas postas por Deus em toda a criação, e que este confere a quem o detém uma dignidade a bem dizer ilimitada, nosso fundador empenhou-se em incutir naqueles que se orientavam pelos seus ensinamentos um amor incondicional ao Vigário de Cristo, unido ao acatamento entusiasmado de seu magistério.
Por sua vez, Bento XVI demonstrou ao longo dos anos uma consciência clara da autenticidade do carisma depositado pela Providência na alma de Mons. João, acompanhada por uma receptividade paternal para tudo o que dependesse de sua intervenção, desejando que os Arautos do Evangelho se institucionalizassem em plena conformidade aos desígnios do fundador.
Nosso sentimento hoje é de gratidão ao Pontífice. Rezemos por sua alma, e peçamos que Deus o acolha na Sua Glória.





PAPA BENTO XVI - Papa da Igreja Católica e bispo de Roma de 19 de Abril de 2005 a 28 de Fevereiro de 2013, e posteriormente Papa Emérito e Romano Pontífice Emérito da Igreja Católica. Em 2012 oficializou a sua abdicação. Desde a sua renúncia era Bispo emérito da Diocese de Roma.
Nascimento: 16 de Abril de 1927 (idade 95 anos)

Dia 2 de Janeiro

Missa de sufrágio pelo Papa Emérito Bento XVI

O Patriarcado de Lisboa vai celebrar Missa de sufrágio pelo Papa Emérito Bento XVI, falecido neste dia 31 de Dezembro, aos 95 anos.

A celebração vai ser presidida pelo Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, no próximo dia 2 de Janeiro de 2023, segunda-feira, às 19h00, na Sé Patriarcal, anuncia uma circular da Vigararia Geral, enviada esta manhã ao clero.

Na nota, é ainda recomendado que, “nas igrejas, se dobrem os sinos a anunciar ao povo de Deus” a morte do Papa Emérito e são pedidas orações “pelo seu eterno descanso”.

“Rezemos pelo Papa Bento para que possa ouvir do Senhor o convite evangélico: entra na alegria do teu Senhor (Mt. 25,23)”, refere a circular, assinada pelo Vigário Geral, cónego Francisco Tito.


Lisboa, 31 de Dezembro de 2022

Caro Colega

Acabamos de saber que o Papa Emérito Bento XVI chegou ao termo dos seus dias e o Senhor Patriarca recomenda que, nas igrejas, se dobrem os sinos a anunciar ao povo de Deus a sua morte e lembrar a oração pelo seu eterno descanso. Recomenda ainda que nas celebrações de hoje e amanhã se façam suplicas por ele, também agradecendo a Deus o seu testemunho de “servidor da vinha do Senhor”. Anuncia que celebrará no próximo dia 2 às 19h00 na Sé, Missa de sufrágio para a qual o convida e pede que anuncie ao povo esta celebração para que possam nela participar. Lembro que deve trazer estola vermelha.

Rezemos pelo Papa Bento para que possa ouvir do Senhor o convite evangélico: entra na alegria do teu Senhor (Mt. 25,23).


Cón. Francisco Tito,
Vigário Geral

A primeira página da edição extraordinária do “L’Osservatore Romano”, datada de 31 de Dezembro de 2022



Nota
A Causa Real curva-se perante o Papa Emérito Bento XVI falecido neste dia último de Dezembro de 2022, associando-se ao luto da Igreja Católica, do Povo Cristão e aos Homens de boa vontade.
O Papa Bento XVI foi um grande professor e teólogo, grande homem do pensamento e da cultura, uma grande figura da Igreja, porém foi, acima de tudo, um grande apóstolo da Fé e testemunha exemplar da centralidade de Cristo, nestes tempos inquietantes, de grande desorientação humana e de enormes convulsões sociais, políticas e culturais que a Europa e o Mundo atravessam.
Assim se torna, pois, ainda mais valioso o legado filosófico, teológico e eclesial de Bento XVI, cuja vida consagrada nos aponta uma linha de rumo sempre renovada às circunstâncias da realidade presente, sempre leal às verdades da Fé de sempre, também muito em particular para nós Portugueses, cuja visita Papal de 2010 lembramos com saudade, onde teve também o Papa ocasião de se encontrar com meio cultural do nosso País, como habitualmente fazia nas suas visitas.
Portugal perdeu hoje, assim também, um grande amigo, mestre e guia.
É nosso pois nosso elementar dever evocarmos Sua Santidade o Papa Bento XVI, cuja dolorosa perda sentimos como um dos nossos e um dos maiores do nosso tempo, acompanhando as homenagens e orações de todos quantos se irmanam na despedida, nomeadamente de Sua Eminência o Cardeal Patriarca de Lisboa, dos Bispos e consagrados Portugueses, assim como do Povo em geral.

OS NOVOS REIS DE PORTUGAL: D. CARLOS I E D. MARIA AMÉLIA NA IMPRENSA DA ÉPOCA






 


Momentos de História e Memória

TRECHO DO DISCURSO DE SUA MAJESTADE O IMPERADOR DA ETIÓPIA EM 1963


 "(...) Sabemos que existem diferenças entre nós. Os africanos desfrutam de culturas diferentes, valores distintos, atributos especiais. Mas também sabemos que a unidade pode ser e foi alcançada entre homens das mais diversas origens, que as diferenças de raça, de religião, de cultura, de tradição não são obstáculo insuperável para a aproximação dos povos. A história ensina-nos que a unidade faz a força, e adverte-nos para submergir e superar as nossas diferenças na busca de objetivos comuns, para lutar, com todas as nossas forças combinadas, pelo caminho da verdadeira fraternidade e unidade africana (...)"


Trecho do discurso de Sua Majestade Haile Selassie, imperador da Etiópia, em 25 de Maio de 1963, na abertura da Organização para a Unidade Africana (OUA).

Selassie foi considerado por muitos o último imperador cristão da África. Ele era membro da dinastia salomônica, cuja origem é tradicionalmente atribuída por meio da união entre o rei Salomão de Israel e a rainha de Sabá.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2022

GRANDE FESTA DE REIS, NO CASTELO DE OURÉM: ALTERAÇÕES DE DATA E PROGRAMA


Alteração de data - Sábado, 7 de Janeiro de 2023




D. DUARTE NUNO DE BRAGANÇA, AQUELE QUE DEVIA TER SIDO O REI


Correm este ano quatro décadas sobre a morte daquele que poderia ter sido o salvador do Estado português. Salazar foi excessivamente português no tratamento da questão sucessória que era, afinal, a mais importante. Salazar, sabendo-o, não foi suficientemente lúcido para fazer essa escolha entre a restauração e o caos. Adiou, quis satisfazer a todos, nem um sucessor escolheu e, finalmente, morreu e o poder passou para quem já evidenciava os traços desta gente que manda no país desde 1968.

Salazar sabia que o Marcelo era um biltre, que dizia mal do regime e conspirava, mas deram-lhe o poder. Marcelo foi o grande responsável pela inviabilização da solução monárquica. Os Bragança haviam cumprido escrupulosamente tudo o que Salazar pedira por ocasião do regresso da família real a Portugal, mas nada lhes foi restituído, vivendo apartados da vida pública e do contacto com os portugueses. Foi-lhes até negado um trem de vida compatível com a sua condição. A família viveu numa pelintrice indigna e até a suprema afronta de lhe destinarem uma casa onde chovia.

Era a faceta mesquinha e aldeã de Salazar. Podendo ter arranjado um Rei de graça, um excelente Américo Tomás de sangue azul, um homem gentil e de carácter muito alemão, preferiram o caminho mais cómodo, ou seja, nada fazer.

A restauração devia ter ocorrido em 1955 ou 1956, mas o congresso da União Nacional de 1951 impediu-o. A União Nacional passou a ser republicana. O congresso, ao votar pelo encerramento da questão do regime, deixou de poder apontar um futuro estável após o passamento do seu líder e fundador. Marcelo conseguiu-o. Era a diferença entre Salazar e o Marcelo. Como camponês, Salazar entendia a monarquia como um dado relevante do carácter nacional; Marcelo via-a como uma limitação às suas ambições de micro-burguês cheio de complexos de classe. Durante os 14 anos que sobravam a Salazar, teriam formado uma inteira geração de servidores da Coroa. E o que tivemos logo a seguir ? A campanha do Delgado. Compreende-se que depois de 1958, os monárquicos se tenham despolitizado até aos extremos de hoje.

Até partidos poderiam ter inventado. Com uma monarquia restaurada, não teria havido golpe, revolução nem descolonização nos termos em que esta se processou. Poderia, quando muito muito, ter havido um regime à europeia, mas muito ao centro, como houve em Espanha - algo como uma UCD - sendo até possível uma democracia com muitos traços da doutrina salazariana. Se se tivesse optado por essa solução, a descolonização ter-se-ia projectado para os anos 80 ou 90, quando a URSS entrou em colapso. Não esqueçamos que entre o 25/A e a chegada de Gorbachev medeiam apenas 9 anos. Teria então sido possível negociar com os movimentos. Em 1985 , com a URSS transformada num monte de entulho, eles já seriam bem mais mansos. Mesmo que Angola e Moçambique se tivessem tornado independentes, teriam ficado Cabo Verde, S. Tomé, Cabinda e Timor.

Uma monarquia não requer grandes reis. Basta ter um Rei, é o suficiente. Como se vê, a monarquia não era apenas uma questão decorativa. Era central. Portugal teve essa oportunidade e deitou-a fora.

♔ | JUSTIÇA SOCIAL & MONARQUIA


‘Falar de justiça entende-se hoje, sobretudo, falar de justiça social.

O trabalho devidamente remunerado e assegurado, liberto da interferência humilhante do favor dos empenhos; a assistência na doença e na invalidez; a reforma para os trabalhadores de todas as profissões; a educação dos filhos proporcionada sem exceções de lugar ou de categorias; habitação condigna facilitada a cada família; a elevação geral do nível de vida das classes pobres e médias — são princípios elementares de justiça social que defendemos na primeira linha das prioridades.

Proclamamos que não basta enunciá-los e repeti-los num programa ideal, aliás comum a todos os governos, a todos os partidos e a todos os tempos. A fome, o frio, o desconforto físico e moral, a doença, as privações pela insuficiente retribuição do trabalho, a miséria por falta de emprego ou por incapacidade para o serviço, a insegurança do futuro, constituem situações cujo lancinante dramatismo não se demove apenas com palavras ou boas intenções.

Realizações e não promessas é que contam na resolução do problema social.

Mas, faltam para já os meios necessários?

Não podemos aceitar essa desculpa de uma sociedade onde chega o dinheiro para inúmeras festividades dispensáveis e na qual, em planos privilegiados, um vultuoso supérfluo se ostenta diariamente em luxos e dissipações.

A desmesurada acumulação da riqueza que o país observa e o crescente depósito de capitais na banca estrangeira, ainda recentemente objeto de medidas governamentais, são prova de que não se trata principalmente de falta de meios para efetivação de uma política de alcance social. O que realmente existe de impeditivo é uma injusta distribuição dos rendimentos nacionais.

Tem-se publicado na Imprensa, sem desmentido, que uma minoria privilegiada de 2,5% da população do país aufere 50% da totalidade do rendimento nacional, cabendo, pois, os outros 50% aos 97,5% restantes portugueses.

Nestas circunstâncias parece inútil esperar que uma melhoria do nível médio de vida venha depender de um aumento de produção...

A consagrada máxima — "é preciso que os ricos sejam menos ricos para que os pobres sejam menos pobres" — nunca teve mais oportunidade do que nos dias que vão correndo.

Mas, pomos nós a questão: Será indiferente a forma de governo para a resolução do problema social? Teria sido por simples acaso e mera coincidência que as Monarquias (as nórdicas, as dos Países Baixos, a inglesa, todas, com o pequeno Luxemburgo à frente) foram os primeiros países a adiantarem-se nas realizações sociais?

Não queremos de modo algum insinuar que não exista no credo republicano o mesmo sentimento de justiça, antes pelo contrário, mas a verdade é que se lhe deparam maiores obstáculos para o transpor da ideia à prática.

Debatendo-se com o predomínio das oligarquias capitalistas que se assenhoreiam facilmente do poder oriundo da eleição (pois não é o dinheiro que aciona a máquina da propaganda e que ganha ou compra a maioria dos votos?), sem uma autoridade superior e independente que as neutralize, resta no Estado republicano, como geralmente mais viável, o caminho da revolução, mas esta leva às soluções extremistas com o nivelamento por baixo, o que não é, evidentemente, um progresso.

A Realeza constitui um poder moderador que, mesmo nos regimes socialistas, condiciona o equilíbrio. É que, como já temos anotado, a Realeza tem nas suas funções a representação de tudo o que, sendo nacional, não logra representação por via eleitoral nem por partidos políticos.

O Rei é o deputado inato de todos os que votaram mas não conseguiram eleger, e de todos os que não votaram. Daí o imanente sentido de justiça social que há de impregnar a Realeza e dar-lhe o maior sinal da sua modernidade.’

MÁRIO António Caldas de Melo SARAIVA (Guimarães, 12 de Maio de 1910 - Cadaval, Vilar, 28 de Maio de 1998) in Quinto capítulo de "Razões Reais", Lisboa, 1987 | Historiador, escritor, político e médico português. Monárquico interventivo desde cedo, exerceu diversos cargos directivos no movimento monárquico, como o de presidente da Junta Distrital de Lisboa da Causa Monárquica e membro da sua Comissão Doutrinária

EM 27 DE DEZEMBRO DE 1861 MORRIA O INFANTE D. JOÃO, IRMÃO DO REI D. PEDRO V


 

Momentos de História e Memória

quinta-feira, 29 de dezembro de 2022

PRÍNCIPE DA BEIRA RECEBIDO NA SEDE DAS JORNADAS MUNDIAIS DA JUVENTUDE 2023


 SAR o D. Afonso de Bragança recebido esta quarta-feira na sede da Jornada Mundial da Juventude pelo Senhor D. Américo Aguiar, Bispo Auxiliar de Lisboa e presidente da Fundação JMJ Lisboa 2023.

O Príncipe da Beira apresentou cumprimentos e mostrou a sua disponibilidade para integrar o corpo de voluntários.

EM 25 DE DEZEMBRO CARLOS MAGNO ERA COROADO IMPERADOR


25 de Dezembro Carlos Magno é coroado Imperador. Neste quadro de Durer o imperador Carolingio aparece na orla da velhice, o traço sintetiza o caracter determinado do guerreiro movido pela fé (inabalável e indestrutível). O olhar visionário e vigilante, seguro como um Himalaia, recupera muito do sentido providencial que encarnou.


A coroa é encimada pela cruz, lembrança do Redentor e também redenção dos povos da cristandade. O Pai da Europa que, na senda da mais alta fé, encontrou a unidade onde outrora existiu o caos. O Corpo Místico de Cristo erigiu-se ainda mais alto, afinal, alma profunda que o homem, até à catástrofe revolucionária, não deixou de entender.

Neste tempo de declínio, quando a Europa novamente precisa reencontrar, ou reinventar, o seu caminho no mundo, lembremos Carlos Magno, "quintessência do espírito da Igreja dada ao laicato", como lembrou Plínio Correia de Oliveira, na interpretação concomitante com a providencialidade daquele magnânimo imperador.

Mesmo mais de 1200 anos depois da sua morte o seu espirito continuará a ser a luz determinante no nosso caminho enquanto civilização.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2022

PAPA FRANCISCO PEDE ORAÇÃO ESPECIAL PELO PAPA EMÉRITO BENTO XVI


 “Gostaria de pedir a todos uma oração especial pelo Papa Emérito Bento, que, no silêncio, está sustentando a Igreja. Lembremo-nos dele. Ele está muito doente, pedindo ao Senhor que o console e sustente neste testemunho de amor à Igreja, até o fim.”
Papa Francisco

Logo após a Audiência Geral, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni, divulgou o seguinte comunicado:

“Quanto ao estado de saúde do Papa Emérito, para quem o Papa Francisco pediu orações no final da audiência geral desta manhã, posso confirmar que nas últimas horas houve um agravamento devido ao avanço da idade.


Oremus pro Pontifice emerito nostro Benedicto.

Rezemos por Bento XVI !