terça-feira, 28 de janeiro de 2014
BANDA PLÁSTICA DE BARCELOS E TUNA ACADÉMICA DO EXTERNATO INFANTE D. HENRIQUE NO JANTAR DE REIS BRAGA 2014
Tuna Académica do Externato Infante D. Henrique no Jantar de Reis Braga 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
O DISCURSO DO REI
Arq. Manuel Loureiro, autor da imagem do Jantar de Reis Braga 2014, e o Arq. José Bastos, da TV Monarquia Portuguesa, entregam a SAR a imagem do Jantar de Reis.
SAR Dom Duarte de Bragança recebe do Dr. Miguel Paiva, vereador da Câmara Municipal de Vila do Conde, uma Renda de Bilros, artedanato de Vila do Conde.
Confraria As Sainhas de Vagos entregam a SAR Dom Duarte, Duque de Bragança uma lembrança.
Publicada por PPM-Braga
BRAGA TV: JANTAR DE REIS AJUDA A RECUPERAÇÃO DO TELHADO DO SAMEIRO
A Colunata do Bom Jesus foi o local escolhido para o tradicional "Jantar de Reis Braga 2014" no qual esteve presente Dom Duarte Pio e Dona Isabel de Herédia.
Esta edição teve uma vertente solidária para a ajuda da recuperação do telhado da basílica de Nossa Senhora do Sameiro.
Segundo o Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, "O Santuário do Sameiro é um ícone do Minho e tudo aquilo que pode ser uma ajuda, teremos que apreciar e não só apreciar mas também agradecer e até dar os parabéns por esta iniciativa".
O jantar juntou mais de 400 pessoas que foram presenteados com diversas animações musicais que animaram a noite.
Publicada por PPM-Braga
domingo, 26 de janeiro de 2014
O REI E O POVO
Entre o Rei e o seu Povo estabelece-se uma relação instantânea como consequência necessária e lógica da afinidade natural. O Rei é uma Instituição catalisadora que faz todos sentirem-se parte de um todo; só que uma entidade Real, porque o Monarca tem a custódia da tradição dos antepassados dos homens e dos costumes da Nação. O Rei não é uma personagem distante enclausurada numa redoma de luxo e privilégios, antes caminha, sem medo, no meio da multidão nunca ignorando as questões maiores como o supremo interesse do Povo.
Hegel, na sua obra de 1820, “Elementos da Filosofia do Direito”, deu uma fundamentação lógica ao papel do Rei: um Monarca constitucional cuja função é personificar o carácter nacional e dar continuidade constitucional em tempos de emergência. Foi essa ideia que se desenvolveu nas monarquias constitucionais na Europa e no Japão. Assim, aos monarcas foi dado o status de "servidores do povo" para reflectir a nova posição, igualitária. El-Rei Dom Manuel II tinha como divisa “Depois de Vós, Nós”, premissa de que o Rei serve primeiro os interesses da Nação: País e Povo.
O papel do Rei é bem diverso do de um político. Eça de Queiroz lembrava no panegírico “A Rainha” dedicado a Dona Amélia que, «No tempo dos nossos velhos reis, ao contrário, todos os educadores de príncipes lhes ensinavam o alto dever real de comunicar docemente com o povo. E D. Aleixo de Menezes, na sua fala e despedida sublime a el-rei Dom Sebastião, lança estas grandes palavras: “o excesso de afabilidade, senhor, não compromete a autoridade do príncipe…»
Olav I, Rei da Noruega, referindo-se ao seu Povo, temerariamente evocava, «Por que deveria eu ter medo? Eu tenho quatro milhões de guarda-costas!»
De facto, o Rei será o intérprete da vontade nacional e protector dos cidadãos da sua Nação, e, o Povo vislumbrará no Rei a inspiração e, por vezes, o seu derradeiro defensor. Como muitas vezes lembrava o Imperador Austro-Húngaro Francisco José I, «A função do Monarca é defender o Povo dos maus políticos.» Sim, de facto, a experiência confirmou o valor da Monarquia como uma fonte de travões e contrapesos contra políticos eleitos que poderiam procurar obter poderes maiores aos atribuídos pela Constituição e, assim, em último caso, como uma ressalva contra a ditadura.
Um Rei é educado para essa função, uma vez que antes de ser o Soberano é o herdeiro presuntivo que é lapidado para traduzir a vontade nacional, sentindo com o Seu Povo, fazendo seus os problemas deste e transmitindo as suas ânsias aos políticos. Sim, esse instrumento de conhecimento do Seu povo não é de somenos importância, pois provoca a confiança recíproca!
Acima de tramas partidárias, independente de um calendário político, o Rei terá a tranquilidade e a legitimidade para actuar como moderador entre as várias facções políticas ou demais grupos da sociedade civil. E o Seu Povo reconhecê-lo-á como o defensor da Nação e o primeiro depositário do património imaterial da mesma.
É isso que o nosso País precisa: um Rei dos e para os Portugueses!
Hegel, na sua obra de 1820, “Elementos da Filosofia do Direito”, deu uma fundamentação lógica ao papel do Rei: um Monarca constitucional cuja função é personificar o carácter nacional e dar continuidade constitucional em tempos de emergência. Foi essa ideia que se desenvolveu nas monarquias constitucionais na Europa e no Japão. Assim, aos monarcas foi dado o status de "servidores do povo" para reflectir a nova posição, igualitária. El-Rei Dom Manuel II tinha como divisa “Depois de Vós, Nós”, premissa de que o Rei serve primeiro os interesses da Nação: País e Povo.
O papel do Rei é bem diverso do de um político. Eça de Queiroz lembrava no panegírico “A Rainha” dedicado a Dona Amélia que, «No tempo dos nossos velhos reis, ao contrário, todos os educadores de príncipes lhes ensinavam o alto dever real de comunicar docemente com o povo. E D. Aleixo de Menezes, na sua fala e despedida sublime a el-rei Dom Sebastião, lança estas grandes palavras: “o excesso de afabilidade, senhor, não compromete a autoridade do príncipe…»
Olav I, Rei da Noruega, referindo-se ao seu Povo, temerariamente evocava, «Por que deveria eu ter medo? Eu tenho quatro milhões de guarda-costas!»
De facto, o Rei será o intérprete da vontade nacional e protector dos cidadãos da sua Nação, e, o Povo vislumbrará no Rei a inspiração e, por vezes, o seu derradeiro defensor. Como muitas vezes lembrava o Imperador Austro-Húngaro Francisco José I, «A função do Monarca é defender o Povo dos maus políticos.» Sim, de facto, a experiência confirmou o valor da Monarquia como uma fonte de travões e contrapesos contra políticos eleitos que poderiam procurar obter poderes maiores aos atribuídos pela Constituição e, assim, em último caso, como uma ressalva contra a ditadura.
Um Rei é educado para essa função, uma vez que antes de ser o Soberano é o herdeiro presuntivo que é lapidado para traduzir a vontade nacional, sentindo com o Seu Povo, fazendo seus os problemas deste e transmitindo as suas ânsias aos políticos. Sim, esse instrumento de conhecimento do Seu povo não é de somenos importância, pois provoca a confiança recíproca!
Acima de tramas partidárias, independente de um calendário político, o Rei terá a tranquilidade e a legitimidade para actuar como moderador entre as várias facções políticas ou demais grupos da sociedade civil. E o Seu Povo reconhecê-lo-á como o defensor da Nação e o primeiro depositário do património imaterial da mesma.
É isso que o nosso País precisa: um Rei dos e para os Portugueses!
OBJECTIVOS DO JANTAR DE REIS FORAM «CUMPRIDOS PLENAMENTE»
Comissão organizadora muito satisfeita com
a grande mobilização na cidade
Foram «cumpridos plentamente» todos os objetivos
do Jantar de Reis, organizado em Braga, na noite de sábado, tendo-se prolongado
«até à 1h30 da madrugada» e envolvendo «cerca de 600 pessoas», entre
participantes, organizadores e músicos convidados, que deram «mais brilho» a
este serão de Reis.
«A sala ficou lotada e devo dizer que a
receção e a festa foi estrondosa e ninguém arredou pé antes do final», revelou,
com satisfação, Manuel Beninger, um dos rostos mais visíveis da organização deste
evento.
Pelo quinto ano consecutivo, Braga acolheu
o Jantar de Reis, tendo esta edição como inovação as iniciativas durante a
tarde no centro da cidade. «Voltamos a reunir dois objetivos no mesmo evento:
foi uma iniciativa solidária, com a angariação de fundos para apoiar a
Confraria de Nossa Senhora do Sameiro, responsável pelo segundo santuário
mariano em Portugal, que é importante preservar. Ao mesmo tempo, voltámos a
fazer a promoção de alguns produtos de excelência com origem em Portugal, com o
inestimável contributo de várias confrarias gastronómicas, empresas inovadoras
e entidades como é a Adere-Minho, com o apadrinhamento de D. Duarte e da sua
esposa. Pela primeira vez, fizémo-lo fora das quatro paredes do jantar, com a
passagem pela cidade e pelos museus e só podemos estar satisfeitos com a adesão
das pessoas, numa tarde de sábado e bastante chuvosa», destacou Manuel
Beninger.
Em relação ao valor angariado para ajudar a
pagar as obras de restauro do telhado da Basílica do Sameiro, a comissão organizadora
do Jantar de Reis (composta por representantes da sociedade civil, pela
Associação Industrial do Minho, a Associação Comercial e Arquidiocese de Braga)
«ainda não apurou» a totalidade da verba, porque, para além dos 25 euros de contributo
pago por cada um dos participantes no jantar, «houve ainda quem tenha feito
mais donativos» durante a noite.
Foram realizados sorteios, vendidas rifas e
organizado um leilão, estando em ogo «um pacote de férias» e «eletrodomésticos»,
entre outros bens ou serviços «gentilmente oferecidos por empresas» que se
associaram à iniciativa solidária. Assim, só depois de tudo apurado se saberá
quanto rendeu o Jantar de Reis de 2014.
O que já se sabe é que o evento «vai
repetir-se no próximo ano». O próprio duque de Bragança D. Duarte e a esposa
«já manifestaram disponibilidade para voltar a Braga» no próximo Jantar de
Reis. A organização ainda não escolheu qual será a próxima entidade a ser
apoiada. «Este ano foi a Confraria do Sameiro e no ano passado tinha sido a
Associação Famílias. Quanto ao próximo ano ainda há bastante tempo para se
escolher», disse Beninger.
De resto, tanto o duque de Bragança, como
D. Jorge Arcebispo de Braga, bem como a vereadora Lídia Dias (em representação
da Câmara de Braga, por ausência do presidente, que esteve no estrangeiro)
enalteceram a organização desta iniciativa e destacaram a «solidariedade» das
pessoas que, apesar do cenário de crise económica «se mantém forte».
Importa ainda referir que, do programa musical
previsto para a noite, apenas os músicos José Cid e José Perdigão não puderam
marcar presença, ao contrário do previsto. «No entanto, ambos deixaram
mensagens de apreço». De entre os outros, destaque para as atuações «de Hugo
Torres, um artista local que começa a despertar curiosidade nacional, o grupo dos
Fados de Alma Coimbra, já reconhecido internacionalmente», além de coros e um
quarteto de cordas».
Publicada por
PPM-Braga
S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE ENTREGOU, EM SINTRA, O PRÉMIO INFANTE D. HENRIQUE
S.A.R. o Duque de Bragança esteve no dia 23 de Janeiro de 2014 no
Palácio Valenças, Sintra, por ocasião da cerimónia de entrega das
medalhas de bronze do Prémio Infante D. Henrique aos alunos das Escolas
Secundárias Ferreira Dias (Agualva - Mira Sintra) e Leal da Câmara (Rio
de Mouro).
Alunos das escolas secundárias Ferreira Dias (Agualva-Mira Sintra) e da Leal da Câmara (Rio de Mouro) receberam na quinta-feira, 23 de Janeiro, as medalhas de bronze do Prémio Infante D. Henrique, numa cerimónia que decorreu no Palácio Valenças com a presença do presidente da Câmara Municipal de Sintra, Basílio Horta, e do Duque de Bragança, Duarte Pio.
O Prémio Infante D. Henrique é um programa internacional de desenvolvimento pessoal e social, dirigido a jovens dos 14 aos 25 anos de idade, que os encoraja a desenvolverem-se como cidadãos activos e participativos. O programa consiste em quatro secções obrigatórias: Serviço à Comunidade, Talentos Pessoais, Actividades Desportivas e Jornadas de Aventura.
Os jovens premiados fizeram o programa internacional de desenvolvimento pessoal e social durante o ano de 2012 e 2013 e ao longo deste período desenvolveram uma actividade em cada uma das quatro secções obrigatórias.
Diogo Castro, Diogo Lázaro, Madalena Oliveira, Mariana Oliveira, Miguel Bento, Ricardo Costa, Tiago Martins e Vera Algarvio, todos da Escola Ferreira Dias, e Filipa Soares, da Escola Leal da Câmara, e Gonçalo Pinheiro, aluno da Universidade Clássica de Lisboa, mas residente em Sintra, foram os estudantes que receberam as medalhas.
Durante a cerimónia foram ainda atribuídos certificados de reconhecimento às professoras Antónia Palmeiro, Ana Cristina Ramos e Leonídia Cunha, da Escola Ferreira Dias.
O prémio Infante D. Henrique é a versão portuguesa de “The Duke of Edinburgh´s Award – The International Award for Young People”, fundado na Grã Bretanha em 1956, no qual já participaram mais de oito milhões de jovens em 130 países.
Em Portugal, o prémio foi fundado no Porto, em 1987 pelo Duque de Bragança, membro fundador e presidente de honra.
www.facebook.com/camaradesintra
www.twitter.com/camaradesintra
Sintra, 24 de Janeiro de 2014
O Prémio Infante D. Henrique é um programa internacional de desenvolvimento pessoal e social, dirigido a jovens dos 14 aos 25 anos de idade, que os encoraja a desenvolverem-se como cidadãos activos e participativos. O programa consiste em quatro secções obrigatórias: Serviço à Comunidade, Talentos Pessoais, Actividades Desportivas e Jornadas de Aventura.
Os jovens premiados fizeram o programa internacional de desenvolvimento pessoal e social durante o ano de 2012 e 2013 e ao longo deste período desenvolveram uma actividade em cada uma das quatro secções obrigatórias.
Diogo Castro, Diogo Lázaro, Madalena Oliveira, Mariana Oliveira, Miguel Bento, Ricardo Costa, Tiago Martins e Vera Algarvio, todos da Escola Ferreira Dias, e Filipa Soares, da Escola Leal da Câmara, e Gonçalo Pinheiro, aluno da Universidade Clássica de Lisboa, mas residente em Sintra, foram os estudantes que receberam as medalhas.
Durante a cerimónia foram ainda atribuídos certificados de reconhecimento às professoras Antónia Palmeiro, Ana Cristina Ramos e Leonídia Cunha, da Escola Ferreira Dias.
O prémio Infante D. Henrique é a versão portuguesa de “The Duke of Edinburgh´s Award – The International Award for Young People”, fundado na Grã Bretanha em 1956, no qual já participaram mais de oito milhões de jovens em 130 países.
Em Portugal, o prémio foi fundado no Porto, em 1987 pelo Duque de Bragança, membro fundador e presidente de honra.
www.facebook.com/camaradesintra
www.twitter.com/camaradesintra
Sintra, 24 de Janeiro de 2014
"GRUPO INFANTIL E JUVENIL SANTIAGO DE GAVIÃO" NO JANTAR DE REIS BRAGA 2014
Ó Laurindinha
"Uma noite memorável para o Grupo Infantil e Juvenil Santiago de Gavião, a participação na recepção a Suas Altezas Reais, Dom Duarte Pio e Dona Isabel de Herédia, no passado dia 18, à noite, no Bom Jesus do Monte, em Braga". A. Monteiro
Publicada por PPM-Braga
sábado, 25 de janeiro de 2014
1º ANIVERSÁRIO DA TV MONARQUIA PORTUGUESA
A TV Monarquia Portuguesa está de parabéns.
Há exactamente um ano, neste dia, 25 de Janeiro de 2013 nascia este projecto, nascia a TV Monarquia Portuguesa, então denominada de Maria da Fonte TV.
Neste ano, muito se trabalhou, muito se fez, muito de todos nós, desta equipa, foi entregue à Causa Monárquica e os resultados estão à vista de todos. Um tremendo sucesso.
Se há um ano tudo isto não passava de uma utopia, em que poucos acreditavam, neste preciso momento, a fasquia subiu de forma galopante e dizemos mesmo que tudo é já possível.
Conseguimos em menos de um ano, o que à partida estabelecíamos como alcançável em dois, o que não deixa de ser assinalável.
É verdade que muito ainda haverá para fazer e não é menos verdade que nos próximos dias surgirão muitas e significativas novidades, como a mudança da nosso imagem, com um novo brandig, uma nova designação (monarquia.tv), novas parcerias e o anuncio de participação em inúmeras actividades e eventos, alguns deles mesmo com total exclusividade.
Para começar e cumprindo a promessa que fizemos anteriormente, hoje, dia do nosso 1.º aniversário, damos inicio às nossas emissões na rede MEO.
È verdade que apresentamos ainda uma grelha em fase experimental, mas já com a maior percentagem de conteúdos de produção própria, e que, iremos gradualmente melhorar e tornar mais agradável e apetecível de assistir. É uma promessa que fazemos, e, aqueles que nos seguem, já se habituaram a ver as nossas promessas cumpridas.
Prometemos igualmente sempre lutar por um Portugal melhor, através da passagem da mensagem Monárquica e ainda desempenhando um papel activo na defesa, promoção e divulgação de tudo aquilo que é português.
Por ultimo, queremos aqui reiterar o nosso total apoio àquele que é, sem qualquer sombra de dúvida, o legitimo herdeiro do trono de Portugal, SAR O SENHOR DOM DUARTE DE BRAGANÇA. Senhor D. Duarte, a TV Monarquia e a sua equipa está inteiramente ao seu serviço, totalmente ao seu dispor.
Prometemos igualmente sempre lutar por um Portugal melhor, através da passagem da mensagem Monárquica e ainda desempenhando um papel activo na defesa, promoção e divulgação de tudo aquilo que é português.
Por ultimo, queremos aqui reiterar o nosso total apoio àquele que é, sem qualquer sombra de dúvida, o legitimo herdeiro do trono de Portugal, SAR O SENHOR DOM DUARTE DE BRAGANÇA. Senhor D. Duarte, a TV Monarquia e a sua equipa está inteiramente ao seu serviço, totalmente ao seu dispor.
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