A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

SAR D. DUARTE PIO, DUQUE DE BRAGANÇA E CONDE DE OURÉM VISITA A VILA MEDIEVAL DE OURÉM

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A imagem regista a visita recentemente efetuada de SAR D. Duarte Pio, Duque de Bragança e Conde de Ourém e o Dr. Paulo Fonseca, Presidente da Câmara Municipal de Ourém, à Réplica da Casa de Nossa Senhora do Loreto, na vila medieval de Ourém.
Realizou-se no passado dia 2 de Fevereiro as exéquias fúnebres e Santa Missa por alma do Confrade Prof. Dr. Frederick T. Zugibe. Além de outras entidades, participaram nas cerimónias SAR D. Duarte Pio, Duque de Bragança e Conde de Ourém, o Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Dr. Paulo Fonseca, o Presidente da Fundação Histórico - Cultural Oureana para a Pesquisa Religiosa, Dr. Carlos Evaristo, a viúva Catherine Zugibe e quatro dos seus sete filhos (um dos quais já falecido), genros, noras e netos.
Foi pioneiro em muitos campos e criou protocolos e técnicas que ainda estão a ser usadas em todo o Mundo no estudo da Patologia Forens, mas Frederick Thomas Zugibe vai ficar para sempre relembrado pelos seus estudos do Santo Sudário de Turim e pelos seus estudos da Crucificação e da Morte de Cristo.
 
Zugibe desenvolveu o primeiro Sistema de Patologista Forense em Rockland, Nova Iorque em 1969 e a partir daí serviu de primeiro Médico Patologista Chefe de Rockland, um cargo que ocupou durante mais de 33 anos até a sua reforma no dia 31 de Dezembro de 2002.
 
Exerceu ainda o cargo de Médico Patologista, de Janeiro de 2003 até 31 de Março de 2003 quando houve confirmação do seu Sucessor. No dia 11 de Agosto de 2003, a Legislatura de Rockland dedicou o Gabinete de Patologia com o nome: “Doutor FREDERICK T.ZUGIBE UNIDADE FORENSE”.
Fonte: Carlos Gomes / AUREN - Por Ourém e pelos oureenses!

REAL DE LISBOA ORGANIZA VISITA AO PALÁCIO BURNAY

Continuando as visitas de pendor histórico-cultural, visando dar a conhecer aos nossos associados monumentos lisboetas pouco conhecidos, vamos descobrir a 5 DE ABRIL, pelas 15h, o Palácio Burnay da Rua da Junqueira, em visita guiada pelo Prof. Dr. Augusto Moutinho Borges. O custo da visita, que reverte a favor do Instituto de Investigação Científica e Tropical, é de 5 euros, e estão disponíveis apenas 35 lugares. Daremos preferência na inscrição aos nossos associados.
 
Inscrições e mais informações em secretariado@reallisboa.pt

PROVA DO PUDIM ABADE DE PRISCOS E DO PÃO DE LÓ TRADICIONAL NO JANTAR DE REIS BRAGA 2014

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

POVO SEM REI NÃO É POVO

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O Rei é a peça mestra da Nação, realidade facilmente demonstrável, também, a nível teórico – se não bastassem os exemplos das monarquias constitucionais europeias contemporâneas. Sem distâncias marmóreas, o Rei tem implicitamente em mira a felicidade do Seu Povo e o bem do País. O Rei compartilha das preocupações do Povo, resultado de uma longa preparação e auscultação, pois sem dar a impressão de consentir na facilidade, como escreveu o grande Eça de Queiroz, no panegírico “A Rainha”, «No tempo dos nossos velhos reis, ao contrário, todos os educadores de príncipes lhes ensinavam o alto dever real de comunicar docemente com o povo.»
 
O Rei não reclama da dificuldade de ler o Povo, pois, dispondo-se a tal, porque ao seu serviço, mobiliza a Sua vontade para a leitura da especificidade da condição humana. O Monarca perscruta, analisa cada camada, aprende na sua verdade, e através de uma atitude racional chega ao que acredita será o reflexo da vontade do Povo, não temendo assumir-se como a figura que entende o espírito do mesmo. Essa é uma tarefa infinita, que começa com a educação do herdeiro presuntivo da Coroa, não uma realidade que se pode apreender de um momento para o outro.
 
Para conhecer o Povo é necessário dirigir-se à própria matéria, face a face, acompanhá-la, permitir a espontaneidade, sair da confortável área da preguiça espiritual, para conhecer a «substância», e ouvindo as pretensões mais exageradas e os anelos mais essenciais, filtrar, chocar esses anseios e formar em consciência o que será o corpo do bem comum. Esse escopo só pode ser alcançado pela presencialidade, pois, se não, escapará à percepção.
 
Na nossa sociedade contemporânea tão igualada, já não existe possibilidade para monarcas de trato enfatuado, e em Portugal também raramente os houve, até porquê os príncipes eram educados pelos seus doutos preceptores precisamente para o contrário: D. Aleixo de Menezes acautelava El-Rei Dom Sebastião: “o excesso de afabilidade, senhor, não compromete a autoridade do príncipe…»
 
«REI SEM POVO NÃO É REI, POVO SEM REI NÃO É POVO», declarou atiladamente Dom Luís Álvares de Castro, 2.º Marquês de Cascais, tendo como interlocutor El-Rei Dom João V.
 
Reinar não é um ganha-pão! A função do Monarca é personificar o carácter nacional e nenhum Rei esquece que a sua função Real é um Ofício que deve desempenhar com sentido de Missão. Só o Rei terá uma superior consciência dos problemas nacionais, pois a educação de um Príncipe é orientada da forma que se entende ser a mais adequada ao melhor desempenho do seu futuro ofício de Rei, de forma a reinar da forma mais útil e favorável para o País. Reinar é uma especialização na defesa dos interesses da Nação que nunca podem ser alvo de desdém e indiferença.
 
A mais-valia do Monarca consiste na união entre virtude e imparcialidade, sendo a primeira o elemento principal de que depende a segunda.
 
Um Rei nunca cai no embaraço, pois mantém uma posição de neutralidade em relação a questões políticas, sem compromissos unilaterais que ferem a dignidade do poder moderador que se exige a um Chefe de Estado. A política, terreno de combates sem fim, pela sua própria natureza, tem esse destino singular de ser ferida e sobrecarregada, por questões, interesses e lobbies partidários, económicos ou mesmo desta ou daquela classe social. Por isso não poucas vezes o bem comum não está suficientemente garantido. Assim a função de reinar elimina os compromissos eleitorais e as promessas vãs e torna a chefia do Estado digna de confiança, porque independente de calendários e lutas eleitorais. A Monarquia funciona ainda como um símbolo de estabilidade, união e continuidade, independentemente de calendários políticos e das mudanças na política partidária.
 
Isso influiu no progresso das instituições, que auxiliadas pelo Rei tornam as suas intenções livres da obscuridade e da contradição dos actos. No nosso ainda novo século, como em nenhum outro antes, teve mais na moda testemunhar o maior desprezo pela política e pelas instituições, supostamente, democráticas, muito pelo que acontece nos gabinetes do actual sistema, repletos de vaidade e exercendo a autoridade achando-se detentores do poder absoluto de destruir a vontade do Povo.
 
Ora, com a figura do Rei que exprime a virtude da dedicação ao bem comum e, como tal, incapaz de iludir os cidadãos da Nação, a Comunidade vai fazer repercutir nas instituições democráticas essa ordem. Depois pouco mais se exigirá aos políticos, pois, recordemos as palavras do 2.º Conde de Alvellos, em “O Berço Exilado”, «Para bem governar Portugal basta ser – realmente – Bom, porque a Bondade dos Antigos Reis, fez deste Povo, o melhor dos melhores povos do Mundo».
Miguel Villas-Boas

S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE NA INVESTIDURA DA REAL ORDEM DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO DE VILA VIÇOSA


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Lisbon, 6 February 2014. HRH Prince Charles of Bourbon Two Sicilies, Duke of Castro and Grand Master of the Sacred Military Constantinian of St George was invested as a Knight Grand Cross of the Royal Order of the Immaculate Conception of Vila Viçosa at a ceremony held at Lisbon Cathedral.
The investiture ceremony and mass was presided over by the head of the Roman Catholic Church in Portugal, His Beatitude Manuel III, Patriarch of Lisbon.
The insignia and diploma were presented to the Duke of Castro by HRH Dom Duarte, Duke of Braganca, Head of the Royal House of Portugal and Grand Master.
This investiture marks another milestone in the warm and cordial relations between both Royal Houses of Naples and Portugal. The late Prince Ferdinand, Duke of Castro was a previous recipient of this Order.
 
Anthony Bailey with HRH Prince Dom Afonso de Bragança.

The Order was created by King John VI of Portugal in 1818 and is primarily bestowed upon Heads of State and Royal Houses, members of the Portuguese nobility and on Portuguese and foreign nationals in recognition of their services to the Portuguese Royal House, the Catholic Church and to charitable endeavour in Portugal and abroad.
Over 200 persons attended the ceremony and a formal luncheon was held before the ceremony at the Turf Club hosted by TRH The Duke and Duchess of Braganza.
On the eve of the investiture at the residence of the Delegate for Portugal of the Constantinian Order, HE Baron Miguel Horta e Costa a dinner was held in honour of HRH The Duke of Castro. Among those attending were TRH The Duke and Duchess of Braganza, TRH Prince and Princess Charles-Philippe of Orléans, Duchess Claudine of Cadaval, Diane de Polignac de Barros, HE Miguel de Polignac de Barros, Ambassador of the Sovereign Order of Malta to the Portuguese Republic, HE Mr Anthony Bailey, OBE, Grand Magistral Delegate for Inter-Religious Relations of the Constantinian Order and former Lord Mayor of London Sir Gavyn Arthur.
Shortly before the ceremony the Duke of Castro and accompanying delegation called upon the Apostolic Nuncio to the Portuguese Republic, HE Archbishop Rino Passigato at the Apostolic Nunciature in Lisbon.
Fonte: Centro de Estudos Ordens Dinásticas Portuguesas

ADRIANO XAVIER CORDEIRO E O INTEGRALISMO LUSITANO



A Revista Limiana, editada pela Casa do Concelho de Ponte de Lima em Lisboa, é uma revista de informação, cultura e turismo, e vai no seu oitavo ano de publicação.

A mesma poderá ser adquirida na sede da Casa do Concelho de Ponte de Lima, sita na Rua de Campolide, n.º 316, 1070-039 Lisboa, cujo horário de abertura ao público é aos Sábados das 15 às 24 horas e aos Domingos, das 15 às 20 horas, Telef./Fax: 21 388 34 82.

Eventuais pedidos de revistas poderão também ser solicitados via e-mail para o endereço:revistalimiana@gmail.com.

De acordo com informações obtidas, as mesmas serão expedidas pelo correio pelo preço de capa - 2,50 Euros - sem encargos adicionais.

publicado por José Aníbal Marinho Gomes em Risco Contínuo

domingo, 16 de fevereiro de 2014

MONARQUIA SIM!




Existe um Modelo que não constrange o País a um futuro incerto, um modelo que funcionou durante os 771 anos de existência do Reino de Portugal e dos Algarves (1139 a 1910): esse Modelo é a Monarquia!

Um modelo de sistema de governo monárquico contemporâneo, a Monarquia Constitucional Parlamentar, que tão bom exemplo de funcionamento apresenta nos Países Europeus e Japão.

Pode haver partidos republicanos onde não há lugar para os Monárquicos, mas A MONARQUIA NÃO EXCLUI NINGUÉM!

A Monarquia é para todos e conta com todos! Ser Monárquico não é pertencer a um “Clube Privado”, nunca ninguém será rejeitado pela sua ideologia, pois a Monarquia não é uma ideologia, é um sistema de governo.

A Monarquia Constitucional será sobre a forma de governo de uma Monarquia Parlamentar, que assenta na legitimidade democrática, pois os órgãos que efectivamente exercem o poder político tomam a sua legalidade e legitimidade das eleições por sufrágio directo e universal. Desta forma, o poder reside no Povo, contudo exerce-se sob a forma de governo monárquico. O Parlamento será democraticamente eleito, e o goeverno deterá o poder executivo, pois o Monarca adjudica o poder e permanece apenas com a posição de titular.

A função do Monarca é personificar o carácter nacional, pois só o Rei terá uma superior consciência dos problemas nacionais virtude de uma posição de neutralidade em relação a questões políticas, sem compromissos unilaterais que ferem a dignidade do Poder Moderador que se exige à Chefia do Estado.

Por isso só podemos dizer que, MONARQUIA SIM!

VISITA DE S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE A OVAR NA CAPA DA IMPRENSA LOCAL


ROUBALHEIRA BPN, COM MIRÓ NO ESQUEMA VIGENTE

Até ao dia de hoje, uma sexta-feira que não é treze, o único parecer com dois dedos testa, surgiu ontem num conhecido debate nocturno. Nesta balburdienta pocilga - ou piolheira, como preferirem - em que vivemos, saiu da boca do deputado Paulo Rangel. Propunha ele a selecção de uns tantos quadros miroseiros destinados a permanecerem em Portugal e com o produto da venda do que restasse, criar-se-ia um fundo destinado à compra de património que rigorosamente tenha algo a ver com Portugal.

Não é incomum surgirem peças de claro interesse nacional em leilões, desde jóias a quadros, livros, louças, móveis, mapas ou trajes que outrora pertenceram a colecções portuguesas. Saíram de Portugal devido a dotes, dispersão de heranças ou simples roubos perpetrados ao longo de séculos. Querem um exemplo? O "cabinet de Lisbonne", ainda hoje na posse do governo francês, creio que no Museu de História Natural, em Paris. Roubados centenas de exemplares durante as Invasões francesas, ainda por lá estão, sem que Lisboa exija a devolução do que nos pertence por direito. Os franceses sabem do que se trata e como ninguém reclama, o assunto não existe. Oxalá por cá tivéssemos um Dr. Zahi Hawass. Não temos, até porque segundo a opinião há dois séculos ditada pelo Senhor Napoleão Bonaparte, ..."todos os homens de cultura são franceses". Assim se justifica o esbulho

O Caso Miró já é meramente político, pois a gritaria partidista logo tomou conta do assunto, precisamente num país onde os mais doutos políticos dificilmente distinguirão um quadro de Miró*, de um outro pintado por Guilherme Parente. À falta de laxantes, pílulas, acções de Bolsa, vírus da gripe das aves, "al-morródias, espandiloses, úrsulas nervosas, alcoólicos invertebrados", tribunais e juntas de freguesia que fecham ou robalos para distribuição, temos telas e desenhos. Antes assim, o nível está colocado uns degraus acima.  

Neste post tentei ironizar com o militante maguérrismo que pela imprensa escrita e tv grassa, mas já compreendi que a mensagem não passou, houve quem a tivesse levado muito à letra. Apenas para dar um exemplo absurdo do país em que vegetamos, os escabrosamente miseráveis 6 milhões de Euro que Portugal recebeu devido ao roubo holandês das peças da colecção Jóias da Coroa, foram usados para a aquisição de um Tiepolo. A ninguém terá ocorrido que de forma rotineira são realizados leilões onde surgem peças de joalharia - mencionemos igualmente as condecorações raras - outrora pertencentes a monarcas portugueses. Os Orleães e os Hohenzollern-Sigmaringen, por exemplo, venderam jóias e muitíssimas outras peças que vieram de Lisboa. Os casamentos, as heranças pela morte de parentes que não deixaram sucessores directos - apenas estou a recordar os casos de SS.MM. Dª Amélia e D. Manuel II -, fizeram dispersar bens que poderiam ter sido adquiridos pelo Estado português.
É conhecido o caricato caso do piano - regalem-se com a imagem, pois é o que fica - que pertenceu a Dª Maria Pia e mais tarde, a Dª Amélia . Fazia parte do conjunto de móveis decorados com porcelanas de Saxe que ainda hoje podemos ver no Palácio da Ajuda. Este piano foi vendido num leilão, sem que um único representante do Estado português tivesse estado presente. Trata-se já de uma questão de descarada falta de interesse, não sei se pela costumeira boçalidade de certas autoridades, ou devido à conhecida reserva mental política que tão bem caracteriza o actual estado de coisas.

Há cerca de três anos, foi vendida uma aigrette de brilhantes que pertenceu à Rainha D. Amélia. Está agora no cofre da Ajuda? Não. Atingiu a soma de 25.000 €, ou sejam, cinco mil contos, 1/6 do preço do tal BMW que o Sr. Francisco Assis embirrou em querer comprar para uso do seu grupo parlamentar:

"Se calhar queriam que andássemos de Renault Clio, não?!"

Se vivêssemos num país com novecentos anos de história, e não num sítio mal afamado, a resposta seria esta: 

"Claro que queremos, especialmente se for pago, abastecido, segurado, mantido e conduzido por si. Isto é extensível não só ao seu partido, mas também a todos os outros. A todos, sem excepção."

* Afogados os portugueses em conversas do chácha de "empreendedorismo" - é assim que se diz e escreve? -, negócios, balanços, activos à disposição e outros etc da plutocracia, a decisão peregrina de colocar 85 "Mirós" num leilão por atacado, não lembra nem ao diabo. Nem sequer parece ser coisa de tão brilhantes intelectos financeiros. O que tem a dizer, Sr. Pires de Lima?

Nuno Castelo-Branco

DR. RUIZINHO

Já ouvi falar de um caviareiro que assim é tratado pelos colegas de trabalho. Irascível, cheio de manias e adepto de teorias da conspiração contra si próprio, conseguiu ver aumentado o seu curto nome com um diminuitivo.

Mas agora, este outro Ruizinho também parece ser salgadinho da mesma lata de ovas do Cáspio. "Não quer" monárquicos no seu Partido 0,1%, mas assim à primeira vista, inclui entre os associados, Nuno Cardoso da Silva e Frederico Duarte Carvalho. Por experiência de décadas, parece impossível que alguém que tenha feito parte de uma agremiação monárquica, alguma vez consiga renegar o seu apego à Causa. E é mesmo impossível. Quanto a ex-republicanos, esses conheço-os às carradas. Bem faz o Dr. Rebelo de Sousa em afirmar aquilo que há muito todos sabemos. Vivemos numa República (de e) das Bananas. 

Querem a prova que nem ao Dr. Ruizinho poderá escapar? Aqui está, nos #22 e #56:

"A questão da monarquia versus república é, ainda hoje, para mim, do ponto de vista meramente pessoal, uma questão essencial. É minha convicção que, se hoje não há monarquia em Portugal, tal não se deve aos méritos do sistema republicano, o tal que permitiu uma ditadura de Estado Novo durante quase 50 anos, mas sim ao falhanço dos monárquicos. E isto, meus senhores, remonta, se quisermos a questões ainda mal resolvidas na sociedade portuguesas desde a guerra civil de 1832-34. Para muitos monárquicos, a data 24 de Julho, por exemplo, não significa uma avenida onde se vai apenas beber copos à noite."

* Como se lê, o Dr. Ruizinho terá monárquicos nas listas. Obrigado pela informação, Pedro Quartin Graça.

Nuno Castelo-Branco

sábado, 15 de fevereiro de 2014

S.A.R. A DUQUESA DE BRAGANÇA PROMOVE A CAMPANHA "1 MILHÃO DE ABRAÇOS"



A iniciativa conjunta da Cerelac e do Banco do Bebé, do qual S.A.R. a Duquesa de Bragança é Presidente da Assembleia Geral, visa angariar 100.000 abraços, que serão convertidos em refeições de papa Cerelac para os bebés apoiados pelo Banco do Bebé.

Basta aceder à página da Cerelac no Facebook (https://www.facebook.com/Cerelac?fref=ts) e “clicar” em “dar um abraço”.

Abrace esta causa!

Vídeo da campanha "1 Milhão de Abraços", com a participação de S.A.R. a Duquesa de Bragança em vários momentos:

CONFERÊNCIA "PORTUGAL E A EUROPA - MITOS, REALIDADES E FUTURO", POR MIGUEL MATTOS CHAVES


TV MONARQUIA PORTUGUESA - COBERTURA EXCLUSIVA

Conferencia: Portugal e a Europa-Mitos, Realidades Futuro, por: Prof. Miguel Mattos Chaves.

Cobertura em exclusivo da TV Monarquia Portuguesa na fantástica conferencia realizada no Porto, no dia 10 de Janeiro no Hotel da Boa-Vista.

Em cerca de 2 horas e 15 minutos foram "dissecados" temas de superior importância e pertinência, muitos deles desconhecidos do grande publico e que agora são dados a conhecer.

Aproveitamos esta oportunidade para anunciar igualmente, que foi endereçado convite ao Prof. Miguel Mattos Chaves para colaborar com esta TV, detendo uma rubrica que será inicialmente mensal, com formato a definir.

É com o maior prazer, orgulho e honra que anunciamos que o Prof. Miguel Mattos Chaves aceitou o referido convite que lhe endereçamos.