A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

sábado, 8 de março de 2014

TV MONARQUIA PORTUGUESA ESTEVE NOS "DIÁLOGOS" DA UNIVERSIDADE DO PORTO

 
A TV Monarquia Portuguesa/Monarquia.TV esteve na passada quinta-feira, dia 6 de Março, na reitoria da Universidade do Porto efectuando a cobertura em parceria com a UP TV da 5.ª edição dos Diálogos com a presença do Professor Doutor Pedro Arroja e do Professor Manuel Monteiro, com moderação do Dr. Vicente Ferreira da Silva, sendo o tema de grande importância e interesse, "Portugal, Presente e Futuro?".

Foi uma noite fantástica, onde foram abordados de forma pragmática e muito clara temas da maior importância para Portugal.

Pudemos acompanhar duas visões distintas mas que aqui e ali se tocaram com maior ou menor controvérsia.

Em breve, mal seja possível, será emitida esta co-produção que não deve de todo perder.












sexta-feira, 7 de março de 2014

II CONGRESSO DA JMP - JUVENTUDE MONÁRQUICA PORTUGUESA


Como já foi anunciado, realiza-se dia 29 de Março, o II Congresso da JMP, em Coimbra.

A reunião magna dos jovens monárquicos é aberta a todos os que queiram participar, sejam, ou não, associados da JMP.

A Comissão Organizadora (COC) é consituída por Catarina Felisberto, Maria Inês Carvalho, Manuel Barata de Tovar, Carlos Galante e Pedro Miranda.

A JMP Coimbra está a preparar um evento memorável! Marca já na tua agenda e fica atento!

Novidades a qualquer momento!


PROGRAMA 2º Congresso da JMP (em actualização)

29 de Março (Sábado)

9:30 - Credenciação dos Congressistas
10:15 – Abertura do Congresso e intervenção do Presidente da Mesa
10:20 – Boas vindas da Comissão Organizadora (COC)
10:25 – Votação da Acta do I Congresso
10:35 – Apresentação, discussão e votação da Proposta de alteração de Estatutos
11:15 – Coffe break
11:30 – Apresentação, discussão e votação do Relatório de Contas e do Parecer do Conselho Fiscal
12:00 - Apresentação, discussão e votação do Programa de Actividades para 2014
12:30 - Apresentação, discussão e votação do Orçamento para 2014

13:00 - Almoço (local a designar)

15:00 – Painel: “Como é que a História da Monarquia é ensinada nas escolas e universidades?” (oradores a designar)
16:30 – Apresentação, discussão e votação das Moções de Estratégia Sectoriais sobre o tema “como pode a JMP alterar a forma como a História da Monarquia é ensinada nas escolas e universidades”
18:00 – Sessão de Encerramento

20:30 - Jantar e festa (local a designar) (programa opcional, não regulamentar/estatutário)

30 de Março (Domingo) (programa opcional, não regulamentar/estatutário)

- Visita à Universidade de Coimbra (hora a designar)



A DIREITA AMIGA DOS INIMIGOS

Há alguns anos, envolvido numa linha de investigação que se veio a revelar inconclusiva, pois dela não surgiu qualquer trabalho escrito, procedi na Biblioteca Nacional e na Hemeroteca a levantamento tão exaustivo quanto possível de jornais, revistas e panfletos de acentuadas cores anti-liberais, editados entre 1890 e 1930. Pretendia submeter o trabalho a editora que se pudesse interessar pela génese, raízes e desenvolvimento da Direita-Extrema portuguesa, cruzando-a com similares movimentos e correntes de opinião que pela Europa operaram a transição do nacionalismo liberal para o nacionalismo autoritário. Pretendia, também, compreender em que medida as correntes ditas tradicionalistas - monárquicas e confessionais - se haviam munido de novo arsenal organicista retirado do Positivismo para, assim aggionatas, fundamentarem o requisitório contra o mundo moderno do atomismo individualista, da representação inorgânica e da soberania popular. Cedo, porém, alterei o crivo da análise, esmagado pela indignação. Verifiquei, para meu espanto, que os maiores inimigos da Monarquia entre 1890 e 1910 haviam sido, na ferocidade da difamação, não os republicanos, mas os ditos monárquicos legitimistas que, se bem carregados de moralismo e "bons valores" não poupavam a adjectivação mais reles para lançar sobre a Coroa e seu titular sórdidas atoardas. Foi essa gente, mais tarde, já implantada a república, que da mesma forma procedeu contra o rei D. Manuel no exílio. Foi essa gente, anos volvidos, que deu largas à mais cavernícola selvajaria escrevinhadora contra os grandes arautos do modernismo português, não os poupando aos predicados mais soezes. E quem eram esses "judeus", "comunistas" e "depravados" na sábia opinião de jornalistas semi-analfabetos dos quais a história já não reza ? Ora, eram uns judeuzinhos, uns comunistazecos e uns sibaritas insignificantes chamados Almada Negreiros, Fernando Pessoa, Mário de Sá Carneiro e António Ferro. Sei que essa dita direita portuguesa dos valores foi sempre assim: do bota-abaixo, da ausência de biblioteca e da mais intransigente incapacidade de pensar. Foi essa "direita do contra-tudo" que quis demolir a Igreja Nossa Senhora de Fátima, por a considerar um "templo-celeiro comunista"; essa direita que nunca abriu mão da estética pequeno-burguesa figurativa do mais estreito realismo e que considerou, sem jamais a ouvir e compreender, a música moderna como encarnação do diabo. Foi essa direita das torres da virtude que intoxicou a ideia de Nação Portuguesa com a degradante ganga importada das revistas francesas. No furor anti-moderno, transformou-se em eco português de circunstâncias que não eram as nossas, impedindo que uma direita capaz de se integrar nas confluências da contemporaneidade se pudesse desenvolver e madurar. Foi porque tal gente exerceu por tanto tempo magistério que, chegado o 25 de Abril, ninguém se atreveu reclamar valores que eram, são e serão - enquanto esta Nação existir - valores da Nação Portuguesa. Pequena, reduzida no arsenal de ideias, sem nada a acrescentar ao que foi dizendo, repetindo e teimando, não encontra interlocutor na realidade que a cerca, preferindo os jogos redondos das leituras gastas, do salvacionismo e dos amanhãs cantantes que, obviamente para ela, nunca chegarão. É curiosa a coincidência gritante entre essa Direita e o PC. No fundo, datados, só partilham uma preocupação: impedir que o calendário se mexa !

Recebi há dias, de mão amiga, um exemplar da biografia intelectual de António Sardinha, da autoria de Ana Isabel Sardinha Desvignes. Li-a com atenção e dei comigo a encontrar similitudes gritantes com o meu Homem Cristo Filho: do Anarquismo ao Fascismo. De facto, essa geração, que teve nas mãos a oportunidade única de fazer uma Direita Portuguesa autónoma, esclarecida, com obra e direito à opinião, estiolou-se, petrificou e foi-se transformando numa verdadeira prenda à esquerda. Hoje, passados oitenta anos sobre a morte de Homem Cristo Filho e Sardinha - dois espíritos irrequietos e agressivos, sem dúvida, mas plenos de ousadia - vejo que deles nada ficou para além das sombras e defeitos de carácter que os dois, talvez pela juventude, tão manifestamente exibiam no furor da esgrima. Ficou, nessa Direita, simplesmente, o dizer não a tudo e ser contra tudo. Que tristeza.

 

BRASÕES DAS CIDADES E VILAS DE PORTUGAL E ULTRAMAR, SÉCULO XIX

A LMT Abreu Loureiro, Correia de Matos e Galvão Teles tem para venda diversas estampas que integram uma colecção de Brasões das cidades e vilas de Portugal e Ultramar, edição do século XIX.
Não se sabe quantos brasões constituem esta colecção mas serão pelo menos 165 estampas litográficas, coloridas à mão, datadas de meados do século XIX, representando os brasões de armas de localidades portuguesas do continente, ilhas e ultramar, com as respectivas descrições no verso. 
Os nossos 144 exemplares, com as dimensões aproximadas de 16,5 (larg.) x 25 cm (alt.), encontram-se geralmente em bom estado de conservação, apresentando algumas pequenas manchas de humidade que não afectam os escudos nem prejudicam a qualidade estética das peças.
Acreditando no seu interesse, junto enviamos uma relação das estampas por ordem alfabética e divididas por distritos de Portugal continental, regiões autónomas e províncias ultramarinas.
O custo unitário é de € 30 (trinta euros) por estampa. 

quinta-feira, 6 de março de 2014

FUTUR CHEF

Notícia da revista "Point de Vue" n.º 3422, de 19 a 25 de Fevereiro de 2014, na qual S.A.R. o Infante Dom Afonso foi considerado um dos 40 melhores partidos da Europa:
«FUTUR CHEF
Infant Afonso de Portugal, prince de Beira, altesse royale - 17 ans
FILS DE DOM DUARTE, DUC DE BRAGANCE ET CHEF DE LA MAISON ROYALE DE PORTUGAL, ET DE LA DUCHESSE, NÉE ISABEL DE HERÉDIA.
OÙ LE CRUISER? Durant l'année scolaire, dom Afonso est interne dans un college à Londres, au Royaume-Uni. Pour les vacances il retrouve ses parents, son frère et sa souer, à leur domicile de Lisbonne, ou dans la maison familiale de Sintra.»
Fonte: Joana Dias Pereira / Imagem gentilmente partilhada por Luís Barata

TV MONARQUIA FEZ COBERTURA DA CERIMÓNIA DE APRESENTAÇÃO PÚBLICA DE "UM LUGAR PARA O JOÃOZINHO"


A TV Monarquia Portuguesa, efectuou hoje (03/03/2014) a convite do Presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar de São João, Prof. Doutor António Ferreira, a cobertura da cerimónia de apresentação pública da Associação Humanitária "Um Lugar para o Joãozinho". Associação Humanitária que deverá ter o apoio de todos nós, pois é um projecto de enorme responsabilidade social. Um bem haja e sucesso aos elementos da associação, pela excelente iniciativa e empenho. A Presidência da Associação, ficará a cargo do Prof. Doutor Pedro Arroja, que fará certamente um excelente trabalho. Uma cobertura que será exibida muito em breve.

"AMO A MINHA PÁTRIA, SOU CLARAMENTE MIGUELISTA"

Miguel I de Portugal

Miguel era um homem de ideais católicos e tradicionalistas, os quais defendia com frontalidade. Era pouco popular entre a burguesia, mais aberta à influência do ideário liberal, mas gozava de grande popularidade entre o povo, que, caído na miséria após as guerras contra Espanha e França, via num rei forte a figura de um salvador. A isto acresce que era a Igreja quem muitas vezes matava a fome do elevadíssimo número de mendigos e deserdados de mais de 30 anos de guerras, pelo que a inimizade dos liberais face a esta instituição terá levado a que o povo se colocasse ainda mais do lado miguelista.
Miguel era também um admirador do chanceler Metternich da Áustria, embora afirmasse não ser adepto de uma monarquia absoluta mas apenas pretender libertar Portugal das influências estrangeiras, principalmente das ideias da Maçonaria, que considerava nefastas.



"AMO A MINHA PÁTRIA, SOU CLARAMENTE MIGUELISTA"
José Carlos Ramalho

quarta-feira, 5 de março de 2014

REAL DE VIANA DO CASTELO ELEGEU NOVOS CORPOS SOCIAIS



Decorrente da Assembleia Geral da «Real Associação de Viana do Castelo», realizada no Paço de Calheiros, para além de terem sido eleitos os corpos sociais, por unanimidade, foram aprovados de igual forma o Relatório de Actividades e Contas, do exercício do triénio 2011-2013; o Plano de Actividades e o Orçamento Previsional para 2014; e a atribuição de Sócio Honorário, a título póstumo, a José Manuel Le Cocq da Costa e Silva Neves da Costa (1930-2013). Dentro do Plano de Actividades para o corrente ano, há a salientar a criação do "Centro de Estudos Adriano Xavier Cordeiro" e realização do "Congresso da Causa Real", a levar a cabo em Viana do Castelo, de 27 a 29 de Junho. Presidiu à Mesa da Assembleia o Conde de Calheiros (Eng.º Francisco Silva de Calheiro de Menezes), sendo secretariado pelas Dra's Paula Maria Matos Gomes Leite Marinho Gomes e Fátima de Abreu Pereira Magalhães de Castro. À direcção empossada, presidida pelo Dr. José Aníbal Castro Marinho Soares Gomes, desejamos o maior sucesso!



Real Associação de Viana do Castelo

A Real Associação da Beira Litoral deseja os maiores sucessos à nova equipa directiva da Real Associação de Viana do Castelo.

AMANHÃ: TV MONARQUIA FARÁ COBERTURA DO DEBATE "PORTUGAL, PRESENTE E FUTURO"


A TV Monarquia Portuguesa, irá efectuar a cobertura do debate, no dia 06 de Março, com a presença do Prof. Pedro Arroja e do Dr. Manuel Monteiro. Agradecemos, a vossa presença, pois o tema é de grande importância e interesse, "Portugal, Presente e Futuro?".
 

O TERRÍVEL "ABSOLUTISMO"


No tempo do "absolutismo", os concelhos no Reino e no Ultramar eram unidades políticas representativas e autónomas, gozavam de privilégios, foros e liberdades, eram governados pelas elites locais e possuíam riqueza, força negocial, produção legislativa e autodeterminação. A simples visita de um aristocrata, de um prelado, um juiz de fora, um cobrador de impostos, a passagem de uma coluna militar ou a visita do Rei ou de um seu representante careciam de autorização do corpo representativo. Quando Lisboa se lhes impôs, passaram a ser governados do Terreiro do Paço, foram submetidos à tributação fiscal, perderam isenções, privilégios e liberdades, viram a representação usurpada por políticos profissionais e por governadores. No tempo do "absolutismo", eram cidadãos de concelho todos os homens livres maiores de idade. Quando isso acabou, o corpo eleitoral passou a ser censitário e fixado nos limites dos beati possidenti, dele se excluindo todos quantos não fizessem prova de posse de propriedade e riqueza. A cidadania plasmada pela Constituição Histórica e pela indiferenciação dos súbditos perante o Rei foi substituída por uma abstracção de "cidadania" que ainda hoje se contenta em enunciar direitos desligados da capacidade interventiva das pessoas.

No tempo do "absolutismo", eram portugueses de direito todos os cristãos que vivessem nos concelhos do Reino ou do Ultramar e aceitassem os princípios da monarquia orgânica de poder indirecto. Da costa de África aos confins do Oriente, as comunidades auto-governavam-se, não havia distinção de origem étnica, a posse do património público era fiscalizado, as instituições matriciais da unidade social - o concelho e a misericórdia - regiam-se por regimentos próprios. Quando tudo isso foi proscrito, os naturais passaram a súbditos, logo depois colonizados e a ideia de "português" foi varrida pelo preconceito racial. De longe chegaram em catadupa leis, regulamentos, avisos e burocratas estranhos ao meio e a propriedade pública e das missões foi usurpada por administradores nomeados pelo centro do poder distante e cego.

No tempo do "absolutismo", sobretudo na sua fase final, governantes notáveis houve que propugnaram a via da industrialização (José Acúrcio das Neves) e da revitalização global do comércio português (Miguel de Arriaga) no quadro da parceria luso-britânica. Portugal, através do ainda polémico tratado de Comércio e Navegação Luso-Britânico de 1810, passou a ser, de facto, uma economia liberal e capitalista, mercê da aplicação do alvará com força de lei de 4 de Fevereiro de 181, que procurou organizar o livre comércio entre as diversas partes do império. Depois, tudo caiu nas mãos de banqueiros, prestamistas e usurários.

terça-feira, 4 de março de 2014

REAL COLÉGIO MILITAR FEZ ONTEM 211 ANOS


O Colégio Militar, que devia continuar a chamar-se Real, comemora hoje (03/03/2014) os 211 anos da sua fundação.
O processo de criação do Colégio Regimental da Artilharia da Corte, também conhecido por Colégio da Feitoria, e que deu origem ao actual Colégio Militar, prolongou-se entre 1802 e 1803, tendo sido fixada, mais tarde, a data oficial de 3 de Março de 1803 de modo a assinalar a efeméride.


Foi fundado pelo então Coronel António Teixeira Rebelo, comandante do Regimento de Artilharia da Corte sito no Forte da Feitoria, em Oeiras, com o objectivo de educar os filhos dos oficiais daquele regimento. Preocupado com a ocupação e educação das crianças e jovens familiares da sua guarnição e de civis da região, cria, desse modo, uma escola cujos agentes de ensino seriam os próprios militares do seu Regimento. Os alunos eram inicialmente cerca de vinte.


Em 1805, o Príncipe Regente, futuro D. João VI, manda conceder uma pensão aos educandos daquela escola; e, no ano seguinte, ele próprio visita as instalações da Feitoria, atraído pela fama do pequeno colégio, e ordena que seja aumentada aquela pensão e concedida uma gratificação mensal aos professores. Sempre interessado pelo colégio, o mesmo soberano confere, em 1807, um louvor a Teixeira Rebelo e aos seus colaboradores.


1807 é igualmente o ano em que Teixeira Rebelo deixa o comando do Regimento de Artilharia da Corte, sendo nomeado inspector dos Corpos de Artilharia. O Governo, certamente interessado no prosseguimento da acção educativa de Teixeira Rebelo, autorizou-o a manter-se nas suas funções directivas do Colégio, dando-se os primeiros passos para a autonomização da escola.


Em 1813, o colégio passa a ter existência oficialmente autónoma, adoptando a designação de Real Colégio Militar, com Teixeira Rebelo como director, entretanto promovido a Marechal de Campo.


O Real Colégio Militar foi transferido em 1814 do Forte da Feitoria para o edifício onde desde 1618 funcionara o Hospital de Nossa Senhora dos Prazeres, no sítio da Luz, em Lisboa, aí permanecendo até 1835.


Entre 1835 e 1859, o colégio mudou várias vezes de local (para o sítio de Rilhafoles, no centro de Lisboa, e para o Convento de Mafra). Em 1859 voltou para a Luz, onde ainda hoje se mantém. Desde essa época que os alunos do Colégio Militar recebem o epíteto de "Meninos da Luz".


Com a implantação da República em 1910, o colégio perdeu o título de "Real", passando a denominar-se Colégio Militar.


Na memória de Portugal ficará sempre o seu Real Colégio Militar.
O 211º Aniversário é hoje celebrado, contribuído por uma tão grande entrega de todo o Batalhão Colegial e de quem o integrou na sua história, ao serviço de Portugal.
É também nele que se inspira a JMP na dedicação certa ao valor pátrio.

Um grande ZACATRAZ neste 3 de Março!


 

COMEMORAÇÕES DO 620º ANIVERSÁRIO DO INFANTE D. HENRIQUE E A EPOPEIA DOS DESCOBRIMENTOS

ACÇÃO DE GRAÇAS PELO MINISTÉRIO EPISCOPAL DE D. ANTÓNIO FRANCISCO


segunda-feira, 3 de março de 2014

17º ANIVERSÁRIO DE SUA ALTEZA A INFANTA D. MARIA FRANCISCA DE BRAGANÇA


Os nossos parabéns a S.A. a Infanta D. Maria Francisca pelo seu 17º aniversário!
 
 
Em dia de aniversário, S.A. a Infanta Dona Maria Francisca recebeu a visita do cantor Zé Perdigão.

(Créditos fotográficos: Zé Perdigão)
 
 
 
A REAL ASSOCIAÇÃO DA BEIRA LITORAL DESEJA A SUA ALTEZA A INFANTA DONA MARIA FRANCISCA AS MAIORES FELICIDADES NESTE DIA.

PARABÉNS PRINCESA!

FELIZ ANIVERSÁRIO!

QUE DEUS A GUARDE E PROTEJA!
 
 

CUSTO: MONARQUIA ESPANHOLA VERSUS PRESIDÊNCIA REPÚBLICA PORTUGUESA

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Autor: Miguel Villas-Boas *

Dos muitos motivos a favor do Sistema de Governo Monárquico, um dos mais racionais e facilmente demonstráveis é o argumento económico-financeiro.
 
Nesse plano, sem esforço, comprova-se que as Monarquias são mais aforradas que as repúblicas.
 
É pertinente fazer este verdadeiro e justo confronto de custos, pois numa altura em que o Mundo e particularmente o nosso amado País vive uma crise quase sem precedentes, prova-se que de facto os Monarcas e as respectivas Famílias Reais ficam mais económicos ao Erário Público dos seus países do que os Chefes de Estado das repúblicas. Por esse motivo voltamos, mas de forma mais profunda, a fazer a acareação entre o Orçamento de funcionamento da Casa Real espanhola e o Orçamento de funcionamento da Presidência da República Portuguesa.

A Casa do Rei de Espanha publicitou pela primeira vez as finanças da Família Real em 2011, ano em que o Governo espanhol destinou à Casa Real 8,43 milhões de euros cuja gestão financeira incumbe directamente a El-Rei Dom Juan Carlos I.
 
De acordo com a Constituição do Reino de Espanha, o Monarca é livre de distribuir os recursos financeiros da forma que entender ser a mais adequada, sendo que esses fundos se destinam à legítima remuneração da Família Real para provir a sua subsistência, mas também pela representação na vida pública oficial, e, tal-qualmente, para financiar o funcionamento da Casa Real e do pessoal.
 
Assim, no Reino de Espanha, o orçamento real do Palácio da Zarzuela serve para pagar os únicos salários da Casa Real: o do Rei e o da Rainha, o dos Príncipes das Astúrias e o da Infanta Elena. Cobre, ainda, as despesas salariais com os 300 funcionários que trabalham directamente com a Coroa, desde assistentes que têm o salário igualado ao de ministros e secretários de Estado – como o chefe da Casa Real, Alberto Aza -, até às empregadas de limpeza. Destas contas apenas a segurança é paga pelo Ministério do Interior, pois são membros do Corpo de Segurança de Estado.
 
O Orçamento Real destina-se, também, a custear os gastos quotidianos do Palácio com alimentação, vestuário, as viagens, os carros particulares – que, conquanto de gama média-alta, não embarcam em excentricidades.
 
Tornadas públicas as contas da Casa Real espanhola, ficou a saber-se que logo em 2010, Sua Majestade o Rei Don Juan Carlos não ficou alheio à crise económica, e que, no segundo semestre desse ano, determinou, ao então presidente do conselho de ministros Zapatero, que a partir de Junho desse ano, providenciasse um corte no orçamento anual da Casa do Rei. Efectuado esse corte, a Casa Real recebeu, em 2010, 8,9 milhões de euros para as suas despesas. Ora como o pagamento é trimestral, feitas as contas, por iniciativa do Rei, houve uma poupança de 1,7 milhões de euros relativamente ao ano anterior.
 
Examinado o Orçamento do Estado 2010, a Presidência da República Portuguesa teve um Orçamento de Funcionamento no total de 17,464 milhões de euros.
 
Esquadrinhando ao pormenor as contas da Família Real espanhola: em 2006, a Casa Real espanhola teve um orçamento de 8 milhões de euros, enquanto o Orçamento de Funcionamento da Presidência da República Portuguesa foi de 17,031 milhões de Euros. O valor das atribuições para a Casa Real Espanhola subiu até 2009, alcançando, nesse ano, o tecto máximo de 8,9 milhões. Nesse ano o Orçamento de Funcionamento da Presidência da República Portuguesa foi de 16,800 milhões de Euros

Com o corte no Orçamento da Casa Real, em 2011, a Monarquia espanhola teve um custo total de 8,43 milhões de euros. Se primeiro Don Juan Carlos I tinha pedido para que o valor se mantivesse no ano de 2011, depois instigou o governo a diminuí-lo. O Orçamento de Funcionamento da Presidência da República Portuguesa foi nesse ano de 2011 de 16,188 milhões de Euros.
 
Logo, fazendo a ACAREAÇÃO da Monarquia Espanhola com a presidência da república portuguesa, em 2011, a Monarquia custou a cada espanhol 19 cêntimos, enquanto a presidência teve um importo de 1,9 euros para cada cidadão português.

Novamente, em 2012, no âmbito das medidas de austeridade aprovadas pelo Rei e pelo Governo espanhol, o orçamento da Casa Real sofreu um corte de cerca de 5% e os salários dos membros da Família Real e de todos os funcionários uma redução de 15%. Conhecidas as contas reais, ficou a saber-se que do orçamento de 2012 cerca de 300 mil euros foram para o salário do Rei Don Juan Carlos, 146 mil euros para o ordenado do Príncipe Don Felipe e que S.M. a Rainha Dona Sofia, a Princesa Dona Letizia e as infantas Dona Elena e Dona Cristina dividiram, entre si, 375 mil euros/ano.
 
A presidência da república portuguesa no mesmo exercício orçamental custou 15.139.110 de euros.

O orçamento da Casa Real de Espanha, em 2013, encolheu 2%, passando dos 8,43 milhões de euros para os 8,26 milhões de custo para o Tesouro Espanhol, o montante mais baixo desde 2007. Neste sentido – o da poupança -, também, houve mudanças na representação da Família Real espanhola que tem sido desempenhada sobretudo por SS.MM. os Reis, pelos Príncipes das Astúrias e, ocasionalmente, acompanhando os seus pais, as pequenas Infantas Leonor e Sofia. Desta forma, esse ano, as Infantas Elena e Cristina deixaram de receber gastos de representação.
 
Em 2013, a verba destinada para o Orçamento de Funcionamento da Presidência da República Portuguesa foi de 15,13 milhões de Euros, e, continuou a manter os 500 funcionários ao serviço, ou seja, mais 200 que a Coroa Espanhola e, também, que a Casa Real Britânica. Logo, por cá, não há grandes medidas [no Orçamento de Estado] de contenção do orçamento de funcionamento da presidência. Além disso, é inaceitável que os ex-presidentes da república conservem as pensões, ditas subvenções vitalícias, que perfazem mais de 200 mil euros/ano por cada um dos três, ao que acresce gabinete com secretária, segurança e automóveis com motoristas.

Em 2014 o orçamento da Casa Real de Espanha é de 7,7 milhões de euros – menos 2% relativamente ao exercício orçamental de 2013. S.M. o Rei Don Juan Carlos, auferirá um salário anual de 220 mil euros; a Rainha 130 mil (45%/salário Rei); o Príncipe das Astúrias, Don Felipe ganhará 100 mil euros/ano; a princesa das Astúrias, Dona Letizia importará 35% do salário do Rei, isto é, 77 mil euros – menos de metade do que receberia como Pivô da TVE; por fim a Infanta Elena tem um salário de 25 mil euros/ano.
 
Por cá, de acordo com o Orçamento Geral do Estado 2014, o Orçamento de Funcionamento da Presidência da República Portuguesa será sensivelmente o mesmo.

Assim sendo, com as respectivas contabilidades apuradas conclui-se que A MONARQUIA ESPANHOLA CUSTA MENOS DE METADE DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA PORTUGUESA; mensurem-se as dimensões dos dois Países e retirem-se as devidas conclusões.
 
Este Argumento É, claramente, uma MAIS-VALIA da MONARQUIA!

Fontes:
. Jornal El Mundo
. Orçamento Casa Real Espanhola 2010, 2011, 2012, 2013 e 2014
. Orçamento Geral do Estado 2010, 2011, 2012, 2013 e 2014

PELA FAMÍLIA, PELA NAÇÃO


As Nações só valem pela firmeza moral que as leva à consciência da dignidade colectiva e de uma finalidade comum. Fortalecer e moralizar a Família, é fortalecer e moralizar a Nação. Só as famílias fortes e duradoiras fazem as fortes nações.
 
A Terra de Portugal é o sagrado património de avoenga da Família Portuguesa: – conservemo-lo inalienável, intangível e eterno, se quisermos que eterna seja também a nossa Pátria.

Adriano Xavier Cordeiro in «O Problema da Vinculação».

sábado, 1 de março de 2014

OS MONÁRQUICOS VENCIAM SEMPRE!



Analisando os resultados da 46.ª Eleição Geral, realizada a 28 de Agosto 1910, a última na vigência do regime da Monarquia Constitucional, dizer que o 5 de Outubro de 1910 foi o resultado de uma emanação popular só pode ser risível.

Resultados:

. 89 deputados do bloco liberal (governamentais);
 
. 50 deputados do bloco oposicionista (progressistas, franquistas, henriquistas, nacionalistas, católicos e miguelistas);
 
. 14 deputados republicanos.
 
Assim, o Bloco Liberal governamental obteve 58% dos votos expressos, o Bloco Oposicionista 33% e o Partido Republicano Português, os meros, 9%.
 
Desta forma conclui-se que os Partidos Monárquicos totalizaram um total de 91% dos votos expressos enquanto o PRP apenas 9%, o que perfazia 139 deputados monárquicos contra 14 deputados republicanos.
Plataforma de Cidadania Monárquica

Se considerássemos as últimas Eleições Gerais da Monarquia Constitucional, como uma espécie de referendo, não há duvidas nenhumas que ganhava a Monarquia!
 
E mais!
 
No tempo da Monarquia Constitucional, os republicanos podiam exercer a sua liberdade de consciência, totalmente à vontade, pois também havia liberdade de imprensa e de reunião. Curiosamente, mal se deu o 5 de Outubro de 1910, em nome de uma certa liberdade que já existia no tempo da Monarquia, todos os jornais monárquicos, todos os grupos de pensamento, foram encerrados e censurados!
Esta é a grande diferença entre a Liberdade e a Democracia plena, em que até o Rei podia ser ofendido na Imprensa, e o regime republicano, em que não se podia dizer mal, por exemplo do Afonso Costa (do Partido Democrático - deixem-me rir LOL!)
 

SS.AA.RR., OS DUQUES DE BRAGANÇA REVELAM OS SEUS VOTOS PARA 2014

A quinta edição a que decorre anualmente no Santuário do Bom Jesus, em Braga, voltou a contar com a presença de Dom Duarte de Bragança e, pela primeira vez, também de Dom Isabel, que se mostrou encantada com a recepção. Dom Duarte revelou os seus votos para o novo ano: “Espero que consigamos aprender com as lições positivas de tantos portugueses que conseguiram criar riqueza, desenvolver a agricultura e criar empresas viáveis.
Revista LUX de 27 de Janeiro