A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

quarta-feira, 7 de maio de 2014

FOTOGRAFIAS DA VISITA DE S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE À FIAPE EM ESTREMOZ


 




























 




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S.A.R. o Senhor Dom Duarte visitou a FIAPE em Estremoz no passado dia 4 de Maio a convite da Real Associação do Centro e Alto Alentejo, onde foi recebido por Luís Mourinha, Presidente da Câmara de Estremoz.

Acompanhado pelo Presidente da Causa Real, Luís Lavradio, e pelo Presidente da Real Associação que fazia as honras da casa, José Albuquerque, o Duque de Bragança teve a oportunidade de visitar a feira guiado pelo Pelo Presidente da Assembleia Municipal, Nuno Rato, onde teve a oportunidade também de trocar algumas palavras com o Vice-Primeiro Ministro Paulo Portas.

Visitou ainda o Museu Municipal e ao seu riquíssimo acervo dos tradicionais Bonecos de Estremoz, pela mão do seu Director, Hugo Guerreiro, onde foi convidado formalmente pela Câmara Municipal a integrar a Comissão de Honra da Candidatura a Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO do processo de fabrico centenário destas conhecidas figuras de barro.

O Senhor Dom Duarte ficou encantado com a sua visita a Estremoz, referindo a simpatia com que fora recebido e a qualidade e riqueza da feira e do artesanato local.

terça-feira, 6 de maio de 2014

DOM DUARTE DE BRAGANÇA E OS BONECOS DE ESTREMOZ

Dom Duarte de Bragança durante a sua visita ao stand da CME na FIAPE 2014, tendo à sua direita, o Presidente da CME, Luís Mourinha e, à sua esquerda, o Presidente da AM, Nuno Rato.
(Fotografia de Maria Miguéns)
  
Visita de Dom Duarte de Bragança À FIAPE 2014


Sua Alteza Real, o Senhor Dom Duarte de Bragança, foi no passado dia 4 de Maio, convidado pelo Município de Estremoz, a integrar a Comissão de Honra da Candidatura dos Bonecos de Estremoz a Património Imaterial da Humanidade. O convite ocorreu no decurso da visita efectuada por Dom Duarte à FIAPE 2014 – Feira Internacional de Agropecuária e Artesanato de Estremoz. Aqui chegou cerca das 11 h 30 min, tendo visitado o Pavilhão da Autarquia, onde recebeu os cumprimentos do Presidente da edilidade, Luís Mourinha. Visitou depois a Feira, acompanhado do Presidente da Assembleia Municipal, Nuno Rato, bem como por um grupo de simpatizantes e apoiantes, com os quais almoçou no recinto da Feira cerca das 13 h 30 min.




A presença de Dom Duarte em Estremoz, terminou com uma visita ao Museu Municipal Professor Joaquim Vermelho, a qual foi guiada pelo seu Director, Hugo Guerreiro e que deixou Dom Duarte encantado com a magia irradiante dos Bonecos de Estremoz.

Dado o prestígio nacional e internacional de Dom Duarte de Bragança, um Homem dedicado a causas nobres, a Candidatura dos Bonecos de Estremoz a Património Imaterial da Humanidade, sai reforçada e ganha peso com a sua presença na Comissão de Honra.



Notas biográficas de D. Duarte de Bragança 

Dom Duarte de Bragança, de seu nome completo, Duarte Pio João Miguel Gabriel Rafael de Bragança é reconhecido pelo Governo da República como sendo o legítimo herdeiro do trono de Portugal e o Chefe da Casa Real Portuguesa. 

Dom Duarte de Bragança frequentou o Colégio Militar, o Instituto Superior de Agronomia e o Instituto de Estudos Africanos, em Genève. Entre 1968 e 1971 cumpriu o serviço militar em Angola como tenente-piloto da Força Aérea Portuguesa. Foi o Presidente da Campanha Timor 87, uma campanha de apoio à independência de Timor-Leste e é Presidente do Grupo Internacional de Reinstalação dos Refugiados do ex-Ultramar Português.

D Duarte de Bragança reivindica politicamente a reinstauração da monarquia constitucional em Portugal e com ela o uso dos títulos de: Rei de Portugal, Príncipe Real de Portugal, Infante de Portugal, Príncipe da Beira, Duque de Barcelos, Duque de Bragança, Duque de Guimarães, Marquês de Vila Viçosa, Conde de Arraiolos, Conde de Barcelos, Conde de Neiva, Conde de Ourém, Grão-mestre da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa e Grão-mestre da Ordem Equestre e Militar de São Miguel da Ala. É Bailio Grã-Cruz de Honra e Devoção da Ordem Soberana e Militar de Malta e Cavaleiro da Ordem do Tosão de Ouro (Áustria).

   
 
Dom Duarte de Bragança e o Presidente da CME, Luís Mourinha, junto à reconstituição de uma fonte campestre no stand da CME na FIAPE 2014. (Fotografia de Maria Miguéns)

Publicado em "Do Tempo da Outra Senhora"

A SONDAGEM ESCONDIDA DO CENTENÁRIO DA REPÚBLICA



Sabia que...

Em 2010 a comissão para as comemorações do centenário da república realizou uma sondagem em que 40% dos inquiridos afirma-se como não sendo republicanos. Esta sondagem foi escondida. 


INTERVENÇÃO DE CARLOS GALANTE NO 2º CONGRESSO DA JMP



Depois da grande operação que foi a cobertura do 2º Congresso da Juventude Monárquica Portuguesa, levamos até vós algumas das intervenções que pudemos recolher, num total de 14 e que iremos publicar gradualmente.

A publicação não obedece a nenhuma ordem cronológica e será feita de forma aleatória.

A monarquia.tv - TV Monarquia Portuguesa quer aqui reiterar o seu total apoio aos jovens Monárquicos, que diga-se, estão de parabéns pela forma como estão organizados e pela forma como estão determinados em desempenhar um papel activo e importante para o desígnio que une todos os Monárquicos.

Intervenção de Carlos Cambey Galante


segunda-feira, 5 de maio de 2014

UMA REPÚBLICA É A FEALDADE À SOLTA


"Para cada monarquia derrubada o céu torna-se menos brilhante, porque perde uma estrela. Uma república é a fealdade à solta"

Anatole France, escritor francês, Prémio Nobel da Literatura, 1921

INTERVENÇÃO DE MARIA PINHEIRO TORRES NO 2º CONGRESSO DA JMP



Depois da grande operação que foi a cobertura do 2º Congresso da Juventude Monárquica Portuguesa, levamos até vós algumas das intervenções que pudemos recolher, num total de 14 e que iremos publicar gradualmente.

A publicação não obedece a nenhuma ordem cronológica e será feita de forma aleatória.

A monarquia.tv - TV Monarquia Portuguesa quer aqui reiterar o seu total apoio aos jovens Monárquicos, que diga-se, estão de parabéns pela forma como estão organizados e pela forma como estão determinados em desempenhar um papel activo e importante para o desígnio que une todos os Monárquicos.

Intervenção de Maria Pinheiro Torres


TAÇA DUQUE DO PORTO VAI NO PRÓXIMO SÁBADO A MIRAMAR




A Taça Duque do Porto vai agora a Miramar, no próximo dia 10 de Maio, jogando-se a 4ª prova de apuramento. Tal como em Vale Pisão, espera-se que seja jogada em 2 shotguns, um de manhã e outro à tarde, pois a manter-se o sucesso ao nível das inscrições, não há alternativa num campo de 9 buracos
Relembro também que a final, que já conta com metade dos participantes apurados, se realiza a 20 Setembro de 2014, na Estela, seguindo-se aí mesmo um jantar de distribuição final de prémios com a Família Real.

Desafio a que se inscrevam e que tragam outros Amigos convosco, e que o façam atempadamente e através do email francisca.o.osorio@gmail.com, indicando também o vosso Home Club e se preferiam jogar de manhã ou de tarde, para se tentar contentar ao máximo o desejo dos participantes. A distribuição de prémios e o sorteio serão, necessariamente, à tarde. No caso de haver duas saídas, será à tarde que eu próprio vou jogar.

Deixo-vos, até lá, com um abraço

Pel' comissão de organização

Paulo Valença



domingo, 4 de maio de 2014

FELIZ DIA DA MÃE À SUA ALTEZA REAL A SENHORA DONA ISABEL DE BRAGANÇA


Neste dia especial em que homenageamos as nossas mães, queremos tambem aqui prestar-lhes a devida homenagem.

Para nós Monárquicos a "figura" da nossa mãe, para além da obviamente biológica, estende-se para Aquela que é uma referencia e que ocupa um lugar muito especial nos nossos corações e a quem aprendemos a amar, respeitar e admirar... a nossa Rainha.

SAR D. Isabel, a monarquia.tv - TV Monarquia Portuguesa deseja-lhe um feliz dia da mãe.

VATICANO, CANONIZAÇÃO DOS SANTOS PADRES JOÃO XXIII E JOÃO PAULO II

VATICANO, Praça de São Pedro, 27 de Abril de 2014. Há sempre portugueses que levam a verdadeira bandeira!

PORTO, A CIDADE DO DRAGÃO

A figura do dragão tem, desde há muitos anos, uma conotação evidente com a principal instituição desportiva da cidade, o Futebol Clube do Porto, já que é a sua mascote, faz parte da sua bandeira, e também, porque o estádio do clube, inaugurado em 2003, foi baptizado de “Estádio do Dragão”.


A ideia de força e de invencibilidade que este animal mitológico transmite, a par dos feitos desportivos que o clube alcançou nos últimos anos, foram as linhas de força que criaram a relação do dragão com o clube, que hoje conhecemos.


Mas não foi sempre assim, nem tem de ficar por aqui. Cerca de oitenta e cinco anos antes de o clube ter adoptado o seu actual emblema (1922) onde surge a figura do dragão, já a cidade o ostentava orgulhosamente nas suas armas.


Tudo começou após o Cerco do Porto (1832/1833).


A Rainha D. Maria II, filha de D. Pedro IV, promulgou o brasão de armas da cidade (1837), que incluía uma coroa ducal, segundo a vontade do seu pai.


“dessa coroa sobressai um dragão negro das antigas armas dos senhores Reis destes reinos” (in Joel Cleto – Lendas do Porto – Vol.II)


Foi também no reinado de D. Maria que o Porto passou a designar-se por Cidade Invicta, título que a Rainha lhe atribuiu pelos feitos valerosos dos seus habitantes, durante as lutas liberais, e em especial na altura do Cerco.


Mas hoje, na bandeira da cidade, não figura o dragão. Desapareceu com o 25 de Abril, de 1940, e ainda não regressou.


De facto, nesta data foi publicada uma portaria do Ministro do Interior da altura, que aprovava uma nova constituição heráldica das armas, selo e bandeira dos Municípios Portugueses. Através dessa portaria desapareceram todos os resquícios liberais e monárquicos, de todas as armas e brasões, de todos os concelhos e freguesias de Portugal. Estava Salazar no seu apogeu político e terá tomado esta atitude numa afirmação de “total e incondicional nacionalismo”, conseguindo assim, fazer desaparecer, até aos dias de hoje, a coroa que encimava o brasão da cidade e da qual emergia um dragão, substituindo-a por uma coroa de cinco castelos (atitude que nem os senhores da I República, após a queda da Monarquia, tinham ousado tomar).


No próximo ano, comemorar-se-ão os setenta e cinco anos da famosa portaria de 1940. Seria bonito e desejável, pelo que o proponho desde já, que a autarquia encetasse de imediato os trabalhos necessários, para que nesse dia, os símbolos da cidade voltassem a ser como sempre foram desde 1837, a par de, se a cidade assim o desejasse, juntar ao nome da cidade um outro, para já oficioso, mas que todos já usamos por razão diversas, o nome de “Cidade do Dragão”. Nome que faz parte da nossa história! Com o cuidado evidente de separar esta denominação, de qualquer conotação clubista.


Espalhados pelo Porto, podemos ver ainda o nosso símbolo, aqui e ali. Podemos vê-lo na fachada dos Paços do Concelho na Avenida dos Aliados, no Palácio da Justiça na Cordoaria, na estátua equestre de D. Pedro IV na Praça da Liberdade, na estátua ao Infante D. Henrique, no Palácio da Bolsa, num dos lados da torre da Casa dos 24, no altar onde o coração de D. Pedro IV está depositado na Igreja da Lapa e no símbolo e bandeira do maior clube da cidade.


Mas voltemos ao tempo do Cerco do Porto, uma vez que os actos valerosos das gentes do Porto, lhe trouxeram (à cidade) ainda mais honras.


Durante cerca de um ano, a cidade resistiu heroicamente ao cerco que as tropas Miguelistas lhe impuseram. Durante esse tempo, D. Pedro IV e os principais dirigentes militares e políticos que lutavam pelas ideias liberais, defendendo uma nova concepção política inspirada na Revolução Francesa e em eleições em Cortes, onde o Rei o era por vontade popular e porque representava todo o povo, mantiveram-se dentro da cidade. O Porto foi cercado, bombardeado e incendiado, e a fome rapidamente se instalou, a que se juntou a peste. A população foi sendo aos poucos, dizimada pela doença e pela falta de comida. Terá sido um ano horrível, onde o melhor de cada um se revelou na solidariedade e na inter-ajuda, na resistência e na vitória final.


O Rei não esqueceu a bravura e o sacrifício dos Portuenses apesar de ter morrido pouco tempo depois de terminado o Cerco do Porto e do definitivo triunfo dos Liberais. D. Pedro IV doou o seu coração à cidade, atribuiu ao Porto e a todos os seus habitantes a mais alta condecoração Portuguesa, a Ordem de Torre e Espada, passou a designar o Porto como Cidade Invicta, e criou o título de Duque do Porto. Este título, e honra, estaria destinada ao segundo filho de cada um dos Reis de Portugal. Aquela condecoração, a da Ordem de Torre e Espada, dada a todos os habitantes da cidade, faz com que todos nós, naturais do Porto, nos possamos, ainda hoje, considerar agraciados com ela.


As promessas do Rei foram integralmente cumpridas por sua filha, a Rainha D. Maria II.


O Porto, orgulha-se da sua História.

RECOLOQUEMOS O DRAGÃO, NOS LOCAIS DE ONDE NUNCA DEVERIA TER SAÍDO, NO BRASÃO E NA BANDEIRA DA NOSSA CIDADE.

ALGUNS DRAGÕES NA CIDADE


D. Pedro IV – Praça da Liberdade
Infante D. Henrique – Jardim do Infante
O Porto – Praça da Liberdade
 
Entrada do quartel dos Bombeiros Sapadores do Porto – Rua da Constituição

Por José Magalhães

EM FRANÇA TAMBÉM SE LUTA PELA RESTAURAÇÃO MONÁRQUICA

sábado, 3 de maio de 2014

MONÁRQUICO E DETECTIVE

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Autor: Miguel Villas-Boas *

O economista norte-americano Thomas Sowell advertiu para o que hoje sabemos, malogradamente, de cor: “Parece que estamos a rumar em direcção a uma sociedade onde ninguém é responsável pelo que faz, mas todos nós somos responsáveis por aquilo que outras pessoas fizeram no presente e no passado”.

Dão-se alvíssaras: À PROCURA DA ALEGADA ÉTICA REPUBLICANA!

Mandatasse o maior detective do Mundo para tal demanda – a de procurar a alegada Ética republicana – e mesmo ele teria uma dificuldade oceânica em encontrar bom porto! Como desenvolver positivamente essa tarefa de encontrar “a dita e tão referida” – à boca cheia – se nunca dela vislumbramos um assomo que seja, ou mesmo um assombro, já que é de republicanisses que se trata.

Assim, não precisava de ser indivíduo de poderosa imaginação – como o maior detective do mundo – para concluir que só se pode tratar de “UMA AGULHA NUM PALHEIRO!”

Mas se a não descubro, será porque a fabricaram – mas lembremos que qualquer mentira para parecer verdadeira tem que ter nem que seja um elemento de verdade.

Mas não, pelo que sou levado a concluir que se trata tão-somente de um bordão linguístico!

Uma palavra ou uma expressão usada com elevada frequência no discurso oral que, por ser repetida imensas vezes, acaba por se tornar uma espécie de vício na fala.

Parece então, que, ética republicana são palavras ou uma expressão que servem de “bengala” aos políticos quando estão a falar, e, que das duas, uma, ou mesmo as duas: lhes permitem dar algum tempo para pensar no que se vão dizer a seguir e/ ou evitam pausas longas no seu discurso.

De facto, tornou-se um bordão linguístico tão comum como os conhecidos: ó pá…. quer dizer… portanto… pronto(s)… é assim… tipo… então…

Dá vontade de rir, embora não se trata de uma comédia, mas sim de uma tragédia que assume proporções iguais ou semelhantes à grega.

O traço mais grave e mais geral desta falta de Ética republicana é a condescendência com os plutocratas cleptomaníacos, permitindo-se-lhes – inclusive a Justiça – “uma vida airada!”, à custa dos sacrifícios do contribuinte. Paralelamente, a uma enorme sufocação com impostos a que os verdugos submetem o cidadão comum – confiscando-lhes os rendimentos mais diversos -, assiste-se a uma complacência generalizada com os grandes corsários seus amigos.

Quando saem à “Caça” – palavra deles – é para “Caçar” os que já são esboroados pela carga da canga fiscal, e sempre às ordens de uma entidade estrangeira sem personalidade jurídica que teimam em agradar a todo o custo, mesmo que à custa das vidas dos portugueses que deviam defender, desiderato pelo qual foram eleitos.

Não é incomum, os interesses mais abusivos do Estado tomarem a forma e a cor do direito para se imporem.

Consequências gravíssimas atingem o Povo sobrecarregado com cortes nos salários, esbulho das pensões, confisco dos rendimentos, fome, penúria, falta de saúde, emigração dos adultos jovens – desempregados e sem oportunidades – quebra na natalidade, enquanto se verifica um aumento galopante da dívida pública e se assiste à criação de proveitosas sinecuras.

Depois os politiqueiros dando-se ares de importância que manifestamente não possuem, enclausurados numa redoma de privilégios, a todo custo tentam manter o status quo e procuram mascarar a má qualidade do produto que “vendem” em tempos de eleições, mas cuja banda sonora de fundo grita o refrão: “Desculpem o Pouco!”

Enfatuam uma pose institucional e calcorreiam periclitantes desfilando a vaidade, um mais ombreado que outro por energúmenos de pistolita ou em potentes limusinas bávaras. Fazem-se afectados por uma cultura que não têm mas que supõem ter, ostentando, outrossim, uma ignorância efectiva, que não se inibem de mostrar publicamente através da eloquência histérica! Que alacridade mostram as criaturas com as suas quixotadas – bazófias ridículas de quem não reconhece que falha a toda a linha!

Afrontados que somos por esta falta de mínimo ético, por quem com o seu clubismo imergiu as instituições estatais numa crise abissal ao assinarem os contratos da nossa desgraça, não podemos conter o nosso protesto sabendo que há efectivamente uma solução, um modelo que nos afastará desta espiral de crise e dos manifestamente responsáveis pela actual situação do País, e que nunca estiveram à altura das enormes responsabilidades que assumiram sem qualquer preparação. Com frequência rodeados de bandidos que chamam muitas vezes para o seu círculo de poder, distribuindo-lhes cargos e alvíssaras: “pingues sinecuras e rendosas conezias” – como lhes chamava o nosso Eça de Queiroz.

Não poucas vezes, após um curto período de nojo, impõem-nos os caídos em desgraça, que, picados pela ambição, retornam sem pudor. Não deixa de ser preocupante a redenção institucional que se fazem a figuras de má-memória!

E tudo isso pagámos nós, cidadãos comuns, enredados na teia do Confisco que nos cerca preparando-se sempre para dar o bote.

“Acho uma moral ruim
trazer o vulgo enganado:
mandarem fazer assim
e eles fazerem assado.”

- António Aleixo


De facto, “As repúblicas são mais oligárquicas, mais aristocráticas e mais plutocráticas do que as Monarquias”, como defendeu André Rebouças, o Abolicionista Brasileiro. E também, apontou para um facto fundamental: “É mais fácil democratizar um rei ou uma rainha do que um parlamento aristocrático, oligárquico e plutocrático.” Porque não subsista dúvida que é isso que é hoje o Parlamento português.

Foi um século perdido, com exuberância dos políticos cada dia mais gordos e aperto das gentes cada dia mais magras.

Mesmo os melhores programas de reforma apresentados em tempo de candidatura ao poder acabam por converter-se num establishment tecnocrático tão curto de vista como um Ciclope.

Recorde-se o pensamento de Correia dos Remolares: «Que sendo uma República governo de muitos e já tão difícil encontrar Homem Bom para Rei, mais difícil seria conseguir-se juntar os tantos honrados para uma República…»

E claro que se pode e deve distinguir uma e outra coisa e pode-se afirmar que é difícil saber como obtê-la, mas ninguém pode negar a outrem o entendimento de que só se muda chamando o REI! Isto porque, Reinar é uma especialização na defesa dos interesses da Nação.

É essencial que a prática do poder deixe de ser confusa e passe a ser executada de acordo, não só com o mínimo ético, mas, ainda mais além, que se irmane com a moral. Não se deve demarcar nem contrapor Moral e Política, uma vez que o bem-ser regula sempre o bem-fazer. Não pode subsistir o Poder pelo Poder, com a frustração da Moral, mas sim unir-se os dois conceitos, para se alcançar o soberano bem da Nação. Fazer mal porque se pode, não!

É necessário, uma verdadeira comunicação entre os cidadãos e aqueles que são eleitos para os representarem. Não podem continuar cativos de um mundo gasto, embarrancados na imutabilidade, sem poder realizar outro caminho.

É, também, por isso que a Monarquia será uma terapia de choque democrático.

Atente-se o exemplo do Sistema Eleitoral na Monarquia Constitucional Parlamentar Britânica no qual para a eleição dos Membros do Parlamento se estabelece um sistema de eleição individual, por método maioritário e por meio de círculos eleitorais uninominais. E, consequentemente, todos os cidadãos britânicos têm o direito tradicional de pedir para serem recebidos pelos seus Membros do Parlamento, encontro que se verifica no ornamentado Salão Central (Central Lobby). Hoje, nenhum cidadão pode requerer o mesmo no nosso País!

Ora aí está um exemplo de Monarquia de Democracia meritória que queremos ver implementado no nosso País!

Depois, a figura do Rei que exprime a virtude da abnegação ao bem comum fará repercutir nas instituições democráticas essa disciplina moral. Pouco mais se imporá aos políticos, depois fazer, pois evoquemos as palavras do 2.º Conde de Alvellos, em “O Berço Exilado”: «Para bem governar Portugal basta ser – realmente – Bom, porque a Bondade dos Antigos Reis, fez deste Povo, o melhor dos melhores povos do Mundo».

JOÃO TÁVORA ENTREVISTADO PELA TV MONARQUIA PORTUGUESA

5º ANIVERSÁRIO DA CANONIZAÇÃO DE SÃO NUNO DE SANTA MARIA

Celebration Mass of the 5th Anniversary of the Canonization of Saint Nuno and of Investiture of new Conferes.
The restoration of this image of Saint Nuno sculpted by Master artist José Thedim in 1918 belonging to the Parish of Our Castle, was recently sponsored by the Royal Confraternity. The same Sculpter, known as the "Migelangelo of Portugal" made the image of Our Lady of Fatima in the Capelinha and the miraculous Pilgrim Virgin images.
"Nuno is a Saint and does not need us to beleive in him any longer, although he always stands ready to help us. We rather need him now to beleive in us. To beleive that we can make a difference in our lives and in the lives of others, as he did. Let us work to make him proud and to continue his example and pay honor to his name and his memory by keeping alive his devotion to the Holy Eucharist, to the Blessed Virgin Mary, to the poor and to portugal". 

Carlos Evaristo in his welcome address to the newly invested Conferes.


sexta-feira, 2 de maio de 2014

JOSÉ CID E JOSÉ PERDIGÃO ENTREVISTADOS PELA TV MONARQUIA

acima 
Depois de um concerto memorável no Theatro Circo, em Braga, a TV Monarquia entrevistou dois enormes nomes do panorama musical português: os artistas monárquicos José Cid e Zé Perdigão.
 
Falar de José Cid é falar de um dos maiores talentos jamais revelados pela música portuguesa. Em qualquer parte do mundo, raríssimos são os artistas que conseguem estar no topo durante 40 anos.
 
José Perdigão, que recentemente lançou o álbum “Sons Ibéricos”, foi condecorado pelo governo provincial de Buenos Aires, na Argentina, com o título de 'Cidadão Honorário'. A primeira vez que esta distinção é atribuída a um artista português depois de já ter reconhecido nomes como Lady Gaga, Roger Waters, Iron Maiden, Diego, El Cigala e Stevie Wonder.
 
José Perdigão
 
José Cid
A equipa da TV Monarquia que realizou a cobertura do evento.
 

DIA DE DAMÃO NO FÓRUM DA MAIA

CD - JOSÉ CAMPOS E SOUSA CANTA RODRÍGO EMÍLIO

Minhas Queridas Amigas
Meus Caros Amigos

Em Fevereiro de 2014 fez 70 anos que nasceu o Rodrigo Emílio, em Março fez 10 anos que nos deixou. Encontrei uma maneira de estar com ele: pus mãos à obra e gravei alguns inéditos e regravei outros poemas sobejamente conhecidos de quem nos conhece. Fiz minha obrigação gravá-los com a voz de 2014 porque um poema tem vida própria e as leituras vão sendo diferentes à medida que os anos vão passando.

Como sempre este CD é feito com a prata da casa, isto é, com a minha interpretação, a minha composição, a minha viola e, claro está , com a enorme Poesia do Rodrigo.

Este CD é tal como os outros “semi-clandestino”: - - - - Estará à priori afastado de todos os meios de divulgação social.

É, como os outros, politicamente incorrecto:

Não louva o "fantástico 25/4"

Não bajula os seus inenarráveis heróis

Não bendiz a descolonização exemplar nem os seu padrastos

Celebra Deus, a Pátria, o Rei, o Amor,

Como podem ver, nada disto é prioritário no "ESTADO A QUE ISTO CHEGOU"!

Está á vossa disposição pela primeira vez numa loja de música:
COMPANHIA NACIONAL DE MÚSICA – na RUA NOVA DO ALMADA – 62, em Lisboa

Também o podem encomendar pelo email: largodocarmo@gmail.com

No Porto, o meu amigo NONAS - Alberto Araújo Lima pode ser contactado através do email: ahnonas@gmail.com para entrega directa.

Fecho esta mensagem com um último pedido:

Divulguem a edição deste CD passando aos Vossos Amigos !!!

Um abraço a todos
José Campos e Sousa

quinta-feira, 1 de maio de 2014

SUAS ALTEZAS REAIS, D. DUARTE E D. AFONSO VISITAM A FIAPE EM ESTREMOZ


Sua Excelência Alteza Real, o Sr. Dom Duarte, Duque de Bragança e Sua Excelência Alteza Real, o Príncipe da Beira estarão presentes, em visita, no último dia da Feira Internacional Agropecuária de Estremoz (FIAPE).

Como confirma fonte próxima de Sua Alteza Real, o herdeiro da coroa portuguesa, chegará ao evento pelas 11:30h da manhã de domingo, será recebido no stand da Câmara Municipal pelo autarca estremocense, Luís Filipe Mourinha, que acompanhará Dom Duarte na visita, que tem início no stand da Real Associação do Centro e Alto Alentejo. Haverá lugar a um almoço com simpatizantes e apoiantes, no recinto da FIAPE, para o qual os interessados deverão fazer as suas inscrições, que podem ser efectuadas via SMS, até ao dia 2 de Maio, para os números 964370614, 937026990 ou 912229115.

Cerca das 15 horas, terá lugar uma visita ao Museu Municipal Professor Joaquim Vermelho, onde D. Duarte será convidado a integrar a Comissão de Honra de apoio à candidatura dos Bonecos de Estremoz a Património Cultural Imaterial da Humanidade, pela UNESCO, a arte que se mantém inalterada desde o Século XVII.

Relembramos que a Real Associação do Alto Alentejo, que vai estar representada na FIAPE, tem sede em Vila Viçosa e trata-se do órgão local da Causa Real para os distritos de Évora e Portalegre, que tem como objectivo a divulgação, promoção e defesa da instituição real, corporizada na Coroa Portuguesa e a prossecução de acções e de projectos de interesse cultural, social, de assistência e solidariedade que visem a dignificação, a valorização e o desenvolvimento dos seus associados e da comunidade em geral.


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O Duque de Bragança D. Duarte Pio vai marcar presença na edição 2014 da FIAPE

O Duque de Bragança, D. Duarte Pio, vai marcar presença na edição de 2014 da FIAPE – Feira Internacional Agro-Pecuária de Estremoz, certame que se realiza na cidade branca do Alentejo, entre os dias 30 de Abril e 4 de Maio.


O herdeiro da coroa portuguesa, que virá até Estremoz acompanhado pelo seu filho D. Afonso, Príncipe da Beira, será recebido no stand da Câmara Municipal pelo Presidente da autarquia estremocense Luís Filipe Mourinha, pelas 12 horas do dia 4 de Maio, Domingo, dia final da FIAPE. No espaço do Município será degustada a prova de alguns produtos regionais
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Após a visita à feira e ao stand da Real Associação do Centro e Alto Alentejo, terá lugar um almoço com simpatizantes e apoiantes, no recinto da FIAPE. As marcações para este almoço podem ser efectuadas via SMS, até ao dia 2 de Maio, para os seguintes números de telemóvel: 964370614, 937026990 ou 912229115.

A Real Associação do Alto Alentejo, tem sede em Vila Viçosa, é o órgão local da Causa Real para os distritos de Évora e Portalegre, e tem como objectivo a divulgação, promoção e defesa da instituição real, corporizada na Coroa Portuguesa e a prossecução de acções e de projectos de interesse cultural, social, de assistência e solidariedade que visem a dignificação, a valorização e o desenvolvimento dos seus associados e da comunidade em geral.

Pelas 15 horas, terá lugar uma visita ao Museu Municipal Professor Joaquim Vermelho, onde D. Duarte será convidado a integrar a Comissão de Honra de apoio à candidatura dos Bonecos de Estremoz a Património Cultural Imaterial da Humanidade, pela UNESCO.

REPORTAGEM DA TV MONARQUIA NA CONFRARIA DA RAINHA SANTA ISABEL

TRADIÇÕES DA NOSSA TERRA - AS GIESTAS FLORIDAS (MAIAS)



Na noite de 30 de Abril para 1 de Maio, sobretudo no norte de Portugal, muitas pessoas colocam maias (giestas floridas) nas portas das casas para lembrarem o tempo da fuga de Jesus para o Egipto. Noutras terras colocam maias no ferrolho da porta para serem protegidos das doenças e dos espíritos maus. Em torno de Maio há muitos outros costumes de diferentes tradições. Nalgumas terras alega-se que esta tradição remonta ao tempo de Jesus, aquando da sua fuga para o Egipto devida à perseguição de Herodes que ordenara a procura e morte do menino Jesus. Segundo a lenda, tendo sido identificada a casa onde a sagrada família pernoitava, um denunciador teria colocado um ramo de giesta na porta daquela casa para que os soldados de Herodes, depois de avisados, pudessem identificar a casa e levá-lo. Por milagre, quando os soldados se dirigiram à cidade depararam com todas as portas enfeitadas com ramos de giesta florida. Assim os soldados não puderam cumprir a ordem do mal contra o bem. Noutras terras as maias recordam o caminho da sagrada família para o Egipto: Maria para se poder orientar no regresso terá colocado giestas no seu caminho. Em Maio condensam-se as celebrações de usos e costumes símbolos da fertilidade, por toda a Europa. O ressurgir da natureza é festejado por todas as culturas ao longo da História, reflectindo diferentes expressões religioso-culturais conforme o espírito do tempo e da cultura envolvente. Quando a natureza acorda para a juventude, celebra-se, com festas e ritos, a vida, a luz, o fogo e esconjura-se a treva. Estes ritos ganham expressão em tradições como a das maias, Florais, o burro, a rainha de Maio, coroa das maias, leilão de donzelas, a festa do mastro/árvore (esta festa também da virilidade encontra-se no norte da Europa e em Penafiel – costume celta?), etc. No Norte da Europa há lugares onde se comemora a chegada de Maio onde, outrora, moças em idade de casar eram apresentadas no leilão de Maio. Maio recebeu o nome do deus Maius que era o deus da Primavera e do crescimento. Para outros vem de Maia, mãe de Mercúrio. As celebrações em honra de Flora, a deusa das flores e da juventude (mãe da Primavera), iniciavam o novo ano agrícola e atingiam, na Roma antiga, o seu clímax nos três primeiros dias de Maio. A Igreja católica declarou Maio como o mês de Maria, a mãe e rainha. Dos 54 países que celebram o Dia da Mãe, 36 festejam-no em Maio. Também no Norte da Europa havia a tradição dos rapazes colocarem um arbusto à porta da sua amada como declaração de amor, paralelamente ao costume de serem nesse dia leiloadas as donzelas em idade de “casar”. Há tradições semelhantes em Portugal. Aqui, nalgumas terras, havia a tradição da “coroa das maias”, elaborada em papel com fitas de cores e que os rapazes, colocavam à porta das suas pretendidas, como manifestação do seu amor.
 

António da Cunha Duarte Justo