quinta-feira, 3 de julho de 2014
quarta-feira, 2 de julho de 2014
HOMENAGEM A SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN
Vista aérea da praia da Granja, em Gaia, Porto
Sophia
de Mello Breyner Andresen é hoje transladada para o Panteão Nacional.
Um vulto da literatura portuguesa do século XX, que para além da
qualidade da sua obra escrita se sobressaiu na luta pela liberdade
enquanto monárquica e democrata.
Não podiamos deixar de lhe prestar esta homenagem ou não tivesse passado a sua infância na Casa Andresen, no Campo Alegre ou mesmo nas praias da Granja em Vila Nova de Gaia que tanto a inspiraram.

Não podiamos deixar de lhe prestar esta homenagem ou não tivesse passado a sua infância na Casa Andresen, no Campo Alegre ou mesmo nas praias da Granja em Vila Nova de Gaia que tanto a inspiraram.

Decorrem
hoje em Lisboa as cerimónias de trasladação da grande escritora Sophia
Mello Breyner Andresen, que se distinguiu, para lá da sua extraordinária
obra poético-literária, pela sua intensa actividade cívica, na luta
pela liberdade no seu País como monárquica democrata. Que esta homenagem
saliente a completa dimensão e grandeza de Sophia. De Portugal.
Decorrem hoje em Lisboa as cerimónias de trasladação da
grande escritora Sophia Mello Breyner Andresen, que se distinguiu, para
lá da sua extraordinária obra poético-literária, pela sua intensa
actividade cívica, na luta pela liberdade no seu País como monárquica e
democrata. A propósito da agenda e nomeadamente da missa por sua
alma que será celebrada pelo patriarca de Lisboa mais logo às 17,00 na
capela do Rato, não foi sem estranheza que esta manhã nas notícias pela
rádio, em modos de justificação,
ouvi ser referido que a escritora era católica "mas de esquerda". Pena
que tanta miopia não deixe alguns ver a verdadeira dimensão de Sophia.
Que é de Portugal.
XX CONGRESSO DA CAUSA REAL EM VIANA DO CASTELO
SAR o Senhor Dom Duarte, embora tivesse apenas participado no encerramento do XX Congresso da Causa Real, que se realizou no dia 28 de Junho em Viana do Castelo, veio almoçar com os Congressistas. Nas fotografias pode-se identificar o Presidente da Direcção da Real Associação de Viana do Castelo, Dr. José Aníbal Marinho Gomes, o Dr. Porfírio Silva e o Dr. Pedro Pedro Miguel Gonçalves Giestal, também da Real Associação de Viana do Castelo. Identificam-se ainda o Dr. Gonçalo Pimenta de Castro, Presidente da Direcção da Real Associação de Braga, e alguns membros da sua direcção e elementos da Juventude Monárquica, designadamente o seu presidente Diogo Tomás. Destaque ainda para a presença do Dr. Luís Luis Lavradio, Presidente da Causa Real, estando ao seu lado o Dr. Paulo Teixeira Pinto, ex-Presidente da Causa Real.
Fonte: Real Associação de Viana do Castelo
Publicada por Maria Menezes em Família Real Portuguesa
SOLUÇÃO PARA O ESTADO DAS COISAS REPUBLICANO
Autor: Miguel Villas-Boas *
O Estado das Coisas Republicano, desde a
sua inauguração, passou por muitos estados evolutivos: começou pelo
Idealismo que cedeu o lugar ao Oportunismo. O Oportunismo dos velhos
republicanos conduziu o País para o Estado de Guerra – pois logo tratou
de o meter numa de duvidosas causas, mas de perniciosos efeitos (I.ª
Guerra Mundial) -, depois passou ao Estado Ninguém Se Entende ou
Anarquia – com combates de egos e com lutas figadais – que conduziram ao
Estado da Bancarrota, que por sua vez levou ao Estado Novo. Findo esse
Estado, veio o Estado Tendencialmente Socialista que acabou novamente no
Estado Ninguém Se Entende até que chegou o Estado Social e Democrático
de Direito, que acabou torto – não por ser de Direito, mas republicano –
e novamente no Estado de Falência, e que originou o Estado de
Emergência Financeira que nos levou ao Estado A Que Chegámos!
Com tantos estágios que originaram uma tal Involução, concluiu-se que o
Estado das Coisas Republicano não passou, portanto, de algo que começou e
acabou dentro de si, de um simples fait-divers.
O republicanismo é um sistema com características autoritárias e
integralistas porque atribui o monopólio da Verdade e da Ciência a um só
regime a uma só classe, a partidária republicana.
Não pode haver uma proclamação formal de direitos e depois haver um
desvio aos princípios fundamentais, nomeadamente na restrição do direito
a ser e na liberdade de decidir, assim como no acesso à justiça, à
saúde e a bens culturais apenas por falta de capacidade financeira.
Esta transformação do Estado pode em última instância conduzir ao
aparecimento de regimes não democráticos de diversas inspirações sendo o
mal menor um Estado – Polícia que escolhe por nós e nos diz como
devemos viver, mas isso é muito restritivo e pouco condizente com os
hodiernos tempos de liberdade. Pelo contrário, queremos fazer as nossas
escolhas num Estado democrático de bem-estar, com consciência da virtude
da dignidade da pessoa humana.
No estado democrático e social de direito não há um governo
representativo clássico, mas uma democracia representativa, pelo que não
pode haver uma quebra do contrato social que o governo estabeleceu com
os cidadãos eleitores, perdendo no caso de fractura a legitimidade
democrática.
É por culpa do sistema de governo republicano, pelas suas insuficiências
e limitações naturais, a situação angustiante e difícil em que vive,
actualmente, o Povo português, sem possibilidade de desenvolvimento
económico e intelectual. De resto, lembremo-nos do sábio Pensamento do
Imperador romano Marco Aurélio: “O Isto é da mesma família do Aquilo”.
A Solução
Uma Democracia organizada sob o molde de
um governo parlamentar sob a forma de uma Monarquia Constitucional é o
modelo de regime que fica mais próximo do hábito e costumes portugueses
em que o poder do Rei sempre adveio de um pacto com as Cortes – que no
fundo era um Congresso de Chefes. O Rei seria assim o primus inter pares
entre os barões do reino. Esse pacto numa Monarquia Constitucional
Parlamentar será firmado com o Parlamento que Aclamará o Rei, passando a
ser assim o primeiro magistrado da Nação e o primeiro entre iguais – os portugueses.
A Monarquia Constitucional é uma forma de governo em que um Monarca
desempenha a função de Chefe de Estado dentro das directrizes de uma
Constituição, pelo que existe uma total compatibilidade entre a
Monarquia e a Democracia.
Esta forma de governo distingue-se da Monarquia Absoluta, pois nesse
regímen um Monarca Absoluto serve como fonte de vontade no Estado e não
está legalmente vinculado a qualquer Constituição e, como tal, possui
poderes para regular o seu respectivo governo.
Haverá assim, um intérprete da Vontade Nacional: o Rei! Com sensatez e
afinco, o Rei com o seu Poder Moderador acrescentará aos três poderes,
já, procedentes do século XVIII – legislativo, executivo e judicial -,
um quarto poder, o Moderador. O Poder Moderador exercido plena e
livremente pelo Rei será o trunfo de toda a organização política e
competirá exclusivamente ao Rei para velar pela manutenção da
independência, equilíbrio e harmonia dos mais Poderes Políticos.
“Nas monarquias
representativas o rei não é um indivíduo, é um princípio, é uma
instituição encarnada no homem, cujos defeitos se corrigem, cujas
paixões se eclipsam na impossibilidade de fazer mal; não sendo aliás um
autómato no jogo das instituições, nem uma quantidade negativa no
desenvolvimento do país; pois no desempenho do seu papel há suficientes
ensanchas para mostrar e exercer amor para com seu povo, o amor sensato,
discreto e sábio [...]“ – Rui Barbosa in Obras Completas de Rui Barbosa, Salvador, Bahia. V. 2, t. 2, 1872-1874.
Portugal deve assim, voltar a ser uma MONARQUIA, sistema de governo que Serviu e Orientou os destinos do Povo e de Portugal durante quase oito séculos.
* Membro da Plataforma de Cidadania Monárquica
terça-feira, 1 de julho de 2014
GALA DAS ROSAS II - 7 DE JULHO NO TEATRO ACADÉMICO GIL VICENTE, EM COIMBRA
A segunda edição da Gala das Rosas, organizada pela Confraria da Rainha Santa Isabel irá decorrer no Teatro Académico Gil Vivente (TAGV) no dia 7 de Julho, pelas 21.30 horas. Os bilhetes estão à venda na Confraria ou no próprio TAGV. As receitas revertem, como habitualmente, a favor das obras do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova.
O programa da Gala é o seguinte:
Palavras de abertura
I PARTE
Rainha Santa Isabel na Arte Portuguesa (Diaporama – org. Marco Marcelo)
Palavras do Presidente da Confraria da Rainha Santa Isabel
Sons de Piano - Prof Doutor António Manuel Gaspar
Poema a S. Francisco - A. M. Gaspar
Doce Harmonia - Riz Ortolani
Valsa caprichosa - António Fragoso
Encanto do Canto - Conservatório de Música de Coimbra
Les roses de Ispaham - G. Fauré
O meu olar é azul como o céu - Paulo Banaco
Solitudine amiche-Zeffirettilusinghien - W.A.Mozart
Canto:Ana Beatriz Maia
Piano:Paulo Banaco
(Alunos das classes das Professoras Isabel Melo e Rita Dourado)
Tempo de Poesia
Bendita - João de Deus
São rosas, meu Senhor - Cândido Guerreiro
Mondego - Manuel da Silva Gaio
Rainha Santa - Cunha Neves
Oração - Fernandes Martins
O meu menino já está deitado - Arranjo de Adelino Martins
Drª Manuela Carvalhão
Carlos Jesus(guitarra portuguesa)
Participação de um grupo da Casa de Formação Cristã da Rainha Santa
Magia da Dança - Academia de Bailado de Coimbra
Rosas do Sul - Strauss
Ana Alegre; Andreia Cardoso; Carolina Canha; Carolina Matos; Catarina Branco; Filipa Mateus; Francisca Biscaia; Frederica Gonçalves; Joana Silvério; Laura Costa; Maria Mateus; Rita Alvelos; Rita Teixeira
(Direcção artística: Drª Gabriela Figo)
II PARTE
Coral David de Sousa
Orfeon Académico de Coimbra
Direcção artística: Maestro Adelino Martins
Senhora do Almurtão - Harmonização de Mário Sampaio Ribeiro
Noite - Anónimo
Trá-lá-lá - Versão portuguesa de Marques Dinis
Banda de Santana
Direcção artística: Dr. Francisco Relva Pereira
La cambiale di matrimonio - Abertura de Gioachino Rossini
Tyroleza variada
Buffalo Dances - Robert W. Smith
Solista em saxofone - João Paulo M. Pereira
Caminhos (I. J)- Grupo da Casa Abrigo Padre Américo de Coimbra
Apoteose - Coral David de Sousa/Banda de Santana
Ode à Alegria - L Beethoven
Aleluia - L. Cohen
Canticorum - G. Haendel
Hino à Rainha Santa Isabel - Francisco Relva Pereira
Apresentação: Drª Isabel Jardim / Dr. Sansão Coelho
Os bilhetes custam 10 euros e estão à venda no TAGV e na Confraria da Rainha Santa Isabel.
O programa da Gala é o seguinte:
Palavras de abertura
I PARTE
Rainha Santa Isabel na Arte Portuguesa (Diaporama – org. Marco Marcelo)
Palavras do Presidente da Confraria da Rainha Santa Isabel
Sons de Piano - Prof Doutor António Manuel Gaspar
Poema a S. Francisco - A. M. Gaspar
Doce Harmonia - Riz Ortolani
Valsa caprichosa - António Fragoso
Encanto do Canto - Conservatório de Música de Coimbra
Les roses de Ispaham - G. Fauré
O meu olar é azul como o céu - Paulo Banaco
Solitudine amiche-Zeffirettilusinghien - W.A.Mozart
Canto:Ana Beatriz Maia
Piano:Paulo Banaco
(Alunos das classes das Professoras Isabel Melo e Rita Dourado)
Tempo de Poesia
Bendita - João de Deus
São rosas, meu Senhor - Cândido Guerreiro
Mondego - Manuel da Silva Gaio
Rainha Santa - Cunha Neves
Oração - Fernandes Martins
O meu menino já está deitado - Arranjo de Adelino Martins
Drª Manuela Carvalhão
Carlos Jesus(guitarra portuguesa)
Participação de um grupo da Casa de Formação Cristã da Rainha Santa
Magia da Dança - Academia de Bailado de Coimbra
Rosas do Sul - Strauss
Ana Alegre; Andreia Cardoso; Carolina Canha; Carolina Matos; Catarina Branco; Filipa Mateus; Francisca Biscaia; Frederica Gonçalves; Joana Silvério; Laura Costa; Maria Mateus; Rita Alvelos; Rita Teixeira
(Direcção artística: Drª Gabriela Figo)
II PARTE
Coral David de Sousa
Orfeon Académico de Coimbra
Direcção artística: Maestro Adelino Martins
Senhora do Almurtão - Harmonização de Mário Sampaio Ribeiro
Noite - Anónimo
Trá-lá-lá - Versão portuguesa de Marques Dinis
Banda de Santana
Direcção artística: Dr. Francisco Relva Pereira
La cambiale di matrimonio - Abertura de Gioachino Rossini
Tyroleza variada
Buffalo Dances - Robert W. Smith
Solista em saxofone - João Paulo M. Pereira
Caminhos (I. J)- Grupo da Casa Abrigo Padre Américo de Coimbra
Apoteose - Coral David de Sousa/Banda de Santana
Ode à Alegria - L Beethoven
Aleluia - L. Cohen
Canticorum - G. Haendel
Hino à Rainha Santa Isabel - Francisco Relva Pereira
Apresentação: Drª Isabel Jardim / Dr. Sansão Coelho
Os bilhetes custam 10 euros e estão à venda no TAGV e na Confraria da Rainha Santa Isabel.
HÁ 100 ANOS FOI ASSASSINADO O ARQUIDUQUE FRANCISCO FERNANDO
O arquiduque austríaco Francisco Fernando à saída
do comboio em Sarajevo, no dia 27 de Junho de 1914, um dia antes de ser
assassinato. O futuro imperador austro-húngaro foi assassinado por um
nacionalista sérvio bósnio.
Arquiduque Francisco Fernando cumprimenta as autoridades pouco antes de ser
assassinato, a 28 de Junho de 1914.
Arquiduque Fernando e sua mulher, a condessa boémia Sofia Chotek, deixam a Câmara
Municipal de Sarajevo, a 28 de Junho de 1914.
Arquiduque Francisco Fernando e a sua mulher, Sofia, são levados de carro após
deixarem a Câmara Municipal de Sarajevo, a 28 de Junho de 1914.
O carro que leva o arquiduque Francisco
Fernando e sua mulher, Sofia, é visto segundos antes dos tiros que tiraram a
vida ao herdeiro do império austro-húngaro.
O terrorista sérvio Gavrilo
Princip, à direita, é preso momentos após ter assassinado a tiros Francisco Fernando,
em Sarajevo.
Foto não datada mostra o arquiduque Francisco
Fernando, em primeiro plano, e sua mulher, Sofia, ao fundo, mortos, após o
atentado que tirou a vida do casal em Sarajevo.
Uniforme de general da cavalaria de Francisco
Fernando, traje que o arquiduque usava no momento em que foi assassinado, é
exibido no Museu da História Militar em Viena, na Áustria.
Trajes usados por Francisco Fernando e o sofá
onde ele foi recostado antes de morrer, ainda com marcas de sangue, são
exibidos no Museu da História Militar em Viena, na Áustria.
Carro onde estavam Francisco Fernando e sua
esposa, Sofia, no momento do atentado em Sarajevo que tirou a vida dos dois é
exibido no Museu da História Militar em Viena, na Áustria.
O assassinato do arquiduque Francisco
Fernando, herdeiro do Império Austro-Húngaro junto com o
de sua esposa, a duquesa Sofia, é considerado o episódio decisivo para o
início da Primeira Guerra Mundial. A morte deste importante personagem da política europeia
ocorreu num atentado executado a 28 de Junho de 1914, em Sarajevo, actual
capital da Bósnia e
Herzegovina, e à época, província da Áustria-Hungria.
O atentado foi
obra de um activista sérvio, Gavrilo Princip, membro do grupo "Jovem
Bósnia" (que agrupava sérvios, croatas e bósnios). O acto tinha um objectivo político,
o de causar a separação das províncias eslavas da Áustria-Hungria, para
que as mesmas se pudessem juntar à Grande Sérvia, ou
"Jugoslávia".
A Bósnia e
Herzegovina estava sob domínio da Áustria-Hungria desde 1878, mas era ligada
etnicamente e culturalmente ao reino independente da Sérvia. Este reino tinha
desde 1903 uma monarquia de cunho altamente nacionalista, e desejava
restabelecer as fronteiras do antigo Império Sérvio do século XIV. No dia do
atentado, Francisco Fernando estava de viagem à Bósnia para assistir a
manobras militares e para inaugurar as obras de um novo museu em Sarajevo.
Publicada por Manuel Beninger
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