A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

POINT DE VUE: FAMÍLIA REAL PORTUGUESA NO CASAMENTO DE D. AMÉLIA NO BRASIL

POINT DE VUE, DA FRANÇA, DESTACA O CASAMENTO DE DONA AMÉLIA DE ORLEANS E BRAGANÇA COM ALEXANDER JAMES SPEARMAN

Acaba de chegar ao Brasil (e já está esgotada nas bancas nacionais), a revista francesa Point de Vue, número 3449, que dedica 6 páginas da edição ao casamento da Princesa Dona Amélia de Orleans e Bragança com Alexander James Spearman, no último dia 16 de Agosto, na Igreja de Nossa Senhora do Carmo, Antiga Sé e Capela Imperial, no Rio de Janeiro. 
A revista elogia a bela cerimónia e a festa subsequente, transcorrida no Palacete Modesto Leal, nas Laranjeiras. A publicação traz fotos inéditas dos convidados que vieram da Europa especialmente para a data.
Destaque para presença de S.A.I.R., o Senhor Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, S.A.R, a Senhora Dona Isabel, Duquesa de Bragança, acompanhada dos filhos, SS.AA.RR., o Príncipe Dom Casimiro e a Princesa Dona Maria Cristina de Bourbon Duas-Sícilias e os filhos, S.A.R, a Princesa Maria Laura da Bélgica, SS.AA., as Princesas Maria Anunciata e Astrid de Liechtenstein, S.A.R, os Príncipe Ludwig da Baviera, a S.A., a Princesa Xênia de Croÿ, os Príncipes de Ligne, os Condes de Nicolaÿ, de Stolberg e d'Ursel.   

terça-feira, 23 de setembro de 2014

O PRIMADO DO ESPÍRITO E A FUNÇÃO DA REALEZA


Acreditais, então, que o sofrimento se suprime por meio de leis e de instituições? Não se suprime nem se diminui, porque o Homem, à medida que se melhora a sua condição material, encontra novas formas de sofrer. O verdadeiro fim da Realeza consiste em manter uma hierarquia mandada por Deus, pela qual subsiste a Ordem, que é o primeiro bem dos povos, e se deixe cada um no seu lugar, obedecendo e dedicando-se, trabalhar, por si próprio, para a sua salvação eterna.

Jules Lemaître in «Les Rois».

domingo, 21 de setembro de 2014

RITA FÉLIX FOI A GRANDE VENCEDORA DA TAÇA DUQUE DO PORTO 2014

Rita Félix foi a grande vencedora da Taça Duque do Porto 2014!
 
Foi no maravilhoso campo de Golfe da Estela que realizamos a Final da Taça Duque do Porto. Participaram nesta final todos os apurados nas 6 fases de qualificação realizadas nos campos de golfe de Vidago, Ponte de Lima, Estela, Miramar, Vale Pisão e Amarante. No jantar de entrega de prémios tivemos a honra de contar com a presença de S.A.R. D. Duarte e D. Dinis, Duque do Porto, que entregou pessoalmente o prémio a Rita Félix.

Vencedora da Taça Duque do Porto 2014 - Rita Félix
1º Gross - Leonardo Correia
1º Net Senhoras - Patricia Amado
Longest Drive - Rita Félix
Nearest the Pin - Orlando Leite


 
 

sábado, 20 de setembro de 2014

A III REPÚBLICA É (SEMI) DEMOCRÁTICA

I. Monarquia Republicana. Pode parecer estranho, mas não é. O abordar deste tema de uma forma clara, simples, inteligente, pelo articulista de opinião ( 19/08 ) Dr. Santana- Maia Leonardorepublicano, leva-me a retomá-lo.
O autor, reflectindo sobre o tema recente da aucessão do Rei D. Juan Carlos, entre outras razões que valorizam a Monarquia, chegou à conclusão que, tendo em vista o território,” a Monarquia estica, a República encolhe-o” pois, enquanto o rei, em Espanha, consegue manter unidas várias nações, em Portugal a República “reduziu-o a Lisboa e Porto”. É a verdade.
Por outro lado, se nós tivemos- e retorno a palavra-uma I República que surgiu devido à propaganda falaciosa, aos grupos secretos armados que tiveram como ponto alto o selvagem e brutal Regicídio (lembro, no ambiente sórdido e tenebroso recriado pela RTP, o momento em que um dos mais “altos” responsáveis pelo nefando crime, Afonso Costa, carbonário e franco-maçon, beijava reverencialmente uma das pistolas usadas pelos regicidas) e que decorreu de forma violenta, anárquica, em que a expressão Democracia não tinha (teve) o mínimo sentido; uma II República ditatorial, amorfa e cruel-vemos agora uma III República que, apesar das tendências democráticas, não passa de uma “semi – Democracia”.
Basta ler um pouco da letra e (falta) do espírito da C.R.P.: 1º” Preâmbulo: A revolução restituiu aos portugueses os direitos e liberdades fundamentais…”( vá lá, restituiu e não deu..)…”A Assembleia Constituinte afirma a decisão do povo português de defender a independência nacional… e de abrir caminho para uma sociedade socialista…”, 2º artº 1º (República Portuguesa) Portugal é uma República baseada na dignidade da pessoa humana e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária”. 3º-“ artº 288º ( limites de revisão) As leis de revisão constitucional terão de respeitar… b ) A forma republicana do governo;…”.
E Então? Pergunto: são estes princípios democráticos… ou fins anti-democráticos a consumar “legalmente”? Pois, 1º A Republica em Portugal impõe um caminho só um (!) a “sociedade socialista”; 2º Portugal, afinal, é uma República ou um Estado? 3º Quem foi o “iluminado” que descobriu a “forma republicana do governo”, inadmissível distorção vinda ainda por cima em diploma dito fundamental?
Não há formas republicanas de governo, nem monárquicas, há sim Regimes Monárquicos ou Republicanos pois, formas de governo seriam “socialista”, “ social-democrata”, “ democrata cristã, comunistas, ou qualquer outra ideologia; 4º assim sendo, será que o Tribunal Constitucional só serve para que a maioria dos seus juize(a)s declarem a inconstitucionalidade das normas que “encravam” a acção dos governos que lhes não são fectos?
Assim sendo e dada a longa crise que temos atravessado não seria correcto o corte das despesas com o T.C., extinguindo-o, pois não é um limite material, pura e simplesmente? Se temos já o Supremo Tribunal de Justiça, para quê duplicações onerosas a acrescer às Fundações e outras benesses aos antigos Presidentes da República, excluindo o General António Ramalho Eanes que as não tem?
5º Finalmente, por hoje, quando é que a República deixa de ter medo de sujeitar a referendo um regime imposto de forma violenta e sem ouvir a vontade do povo e de lhe retribuir o direito de se exprimir sobre se deseja uma República decapitada ou uma “Re(s)publica com o rei”? Sim, porque este, sem aquelas, não existiria e aquelas sem este, nunca terá os bens de estabilidade e da conciliação construtiva das diferenças das nações.
Por Pignatelli Queiroz

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

"PREFIRO TER CERTOS PODERES NAS MÃOS DE UM REI DO QUE NAS DE UM POLÍTICO ... ACHO QUE AS FAMÍLIAS REAIS TÊM MAIS VALORES ÉTICOS"



Não obstante a enorme pressão a que tem estado sujeita, quer a nível político quer a nível da percepção do seu papel histórico ("a rainha que permitiu a desintegração do seu reino"), Isabel II tem mantido uma isenção exemplar na questão da independência da Escócia, não deixando de alertar os escoceses para a grande responsabilidade que assumem hoje nas urnas. 

Haja independência ou não, Isabel II continuará a ser Rainha da Escócia. Nas palavras de Andrew Cairns, 34 anos, supervisor da estação central de autocarros de Edimburgo: 

"Prefiro ter certos poderes nas mãos de um rei do que nas de um político... Acho que as famílias reais têm mais valores éticos".

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

CARAS: DOM AFONSO, FILHO DOS DUQUES DE BRAGANÇA, INVESTIDO ‘LIURAI’ NUMA VISITA A TIMOR

D. Duarte com o filho, D. Afonso

 

Activo promotor das tradições timorenses, D. Duarte esteve com a família em Baucau, onde participou numa cerimónia “liurai”. 


Grande defensor dos direitos do povo timorense, D. Duarte de Bragança tem mantido uma relação estreita com aquele país e em 2012 recebeu mesmo a dupla nacionalidade, assim como uma condecoração da Ordem de Mérito atribuída pelo então presidente José Ramos-Horta. Este verão, o duque de Bragança viajou com a mulher, D. Isabel, e os três filhos, AfonsoFrancisca e Dinis, de 18, 17 e 14 anos, para Timor, onde assistiram à abertura da segunda reunião da associação do Senado dos Liurais na cidade de Baucau (os liurais governavam os reinos em que se dividia Timor-Leste antes da administração portuguesa e são ainda muito respeitados pela população, assegurando a manutenção dos usos e costumes tradicionais).
Por ter atingido a maioridade, Afonso de Bragança foi investido liurai honorário, numa cerimónia em que envergou as vestes tradicionais e o característico kaibauk, a coroa liurai. A família foi depois recebida em parada pelos organizadores do encontro, juntamente com grupos de moradores, dançarinos e tocadoras de babadok (um pequeno tambor tradicional). A cerimónia prosseguiu no interior do antigo mercado municipal português, com intervenções de figuras ligadas à associação e também do próprio D. Duarte.
Os duques de Bragança tiveram ainda oportunidade de conhecer algumas das praias de Baucau e depois D. Isabel seguiu com os filhos para o Brasil.


SS. AA. RR. D. Duarte e D. Isabel com os filhos


Fonte: Caras

quarta-feira, 17 de setembro de 2014