A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

CAUSA REAL PRESENTE NA III CONVENÇÃO INTERNACIONAL "O VALOR ECONÓMICO DO MUNDO PORTUGUÊS"


As 53 nações da Commonwealth, que hoje representam 15% do PIB mundial, escolheram para a sua chefia uma instituição politicamente isenta, representativa do seu legado comum - língua, cultura, história - e dos seus valores partilhados - a democracia, os direitos do homem, o Estado de Direito, e com a capacidade para reforçar a relação entre elas. Escolheram, naturalmente, a Rainha de Inglaterra.

Na próxima sexta-feira, na III Convenção Internacional sobre o Valor Económico do Mundo Português, a Causa Real marcará presença com Nuno Pombo, membro da Direcção Nacional e Presidente da Real Associação de Lisboa.

Se as oportunidades económicas do mundo português são discutíveis, não temos qualquer dúvida quanto à melhor forma de as captar.

MONARQUIAS, REPÚBLICAS E DINHEIROS

Foto: MONARQUIAS, REPÚBLICAS E DINHEIROS
‘Tempus fugit! – o Tempo foge!’, já lá dizia o axioma romano. É bem verdade, uma vez que este ano de 2014 não tardará em chegar ao fim, pelo que se torna necessário rever e comparar os ‘Orçamentos de Funcionamento’ das Casas Reais e das Presidências das repúblicas europeias, porque não só o tempo voa como, também, acontece o mesmo com o dinheiro dos contribuintes.
Quando se enunciam as vantagens do sistema de governo monárquico comparativamente com o modelo republicano, não se pode olvidar o argumento económico-financeiro, pois fazendo a análise comparativa entre os gastos das Chefaturas de Estado dos dois regimes, o de república constitucional unitária e o modelo de democracia parlamentar sob forma de Monarquia Constitucional, o último sistema resulta claramente vencedor. 
Sem dificuldade, no plano financeiro, demonstra-se que as repúblicas são muito mais pródigas que as Monarquias – bem mais economizadas.
Comparada com as repúblicas e os seus chefes de Estado, a realeza é relativamente modesta. Os tempos difíceis que se vivem um pouco por todo o lado têm feito com que as casas reais da Europa adoptem uma postura de contenção económica. Além disso, são os próprios Reis, chefes de Estado dos seus países que exigem que a Monarquia siga os princípios da transparência e que se modernize.
O cerimonial é limitado ao básico e não há demonstrações extravagantes. A pompa tradicional é evidente apenas em ocasiões muito especiais, como visitas de chefes de estado estrangeiros, casamentos reais, aniversários importantes e datas comemorativas – porque o Povo assim o espera e porque, como demonstraremos abaixo, esse cerimonial trás vantagens financeiras claras e evidentes.
Em 2014 o orçamento da Casa Real de Espanha é de 7,7 milhões de euros – menos 2% relativamente ao exercício orçamental de 2013. S.M. o Rei Don Juan Carlos I, antes de abdicar, auferiu um salário anual de 220 mil euros; a Rainha 130 mil (45%/salário Rei); o Príncipe das Astúrias, Don Felipe ganhava 100 mil euros/ano; a princesa das Astúrias, Dona Letizia 35% do salário do Rei, isto é, 77 mil euros – menos de metade do que receberia como Pivô da TVE; por fim a Infanta Elena tinha um salário de 25 mil euros/ano.
Com a Abdicação do Rei Don Juan Carlos I e a Proclamação do novo Soberano El-Rey Don Filipe VI, esses cortes mantêm-se e os novos soberanos passaram a auferir a verba antes destinada a Don Juan Carlos e Doña Sofia, que passam a auferir bastante menos do que anteriormente; Doña Leonor, a nova Princesa das Astúrias só auferirá o seu salário a partir dos 18 anos e a Infanta Elena perdeu o vencimento. 
Por cá, o Orçamento de Funcionamento da Presidência da República Portuguesa para 2014 é de 14,683 milhões de euros. Assim, da acareação entre o Orçamento de Funcionamento da Casa Real Espanhola e o Orçamento de Funcionamento da Presidência da República Portuguesa chega-se à seguinte conclusão: a primeira custa quase metade da segunda.
O território português tem uma área territorial de 92.090 km2 com uma população de 10.487.289 de habitantes. Já o Reino de Espanha tem uma área de 504.030 km2 e possui uma população de 47.265.321 habitantes. Mensurem-se as dimensões dos dois Países e do número de habitantes e retirem-se as devidas conclusões: a presidência da república Portuguesa tem um custo por cada Português de 1,40 euros, enquanto a Casa Real espanhola tem uma incidência sobre cada Espanhol de 0,16 euros.
Já as Monarquias do Reino da Dinamarca e do Reino da Suécia têm cada uma o mesmo custo anual de 12 milhões de euros e no Luxemburgo a Família Grão-Ducal fica-se pelo custo de 8,7 milhões de euros anuais. A Monarquia belga custa 13,7 milhões de euros ao erário público do País, mas, mesmo assim, o novo Rei já ordenou que houvesse uma significativa redução de despesas da Casa Real, pelo que vai começar a ser feita uma indagação para verem onde pode ser cortada mais verba.
Na Monarquia Britânica, em 2014 o Orçamento da Família Real Inglesa será de 42 milhões de euros.
Fazendo a síntese histórica do financiamento da Monarquia Inglesa, antes de 1760, o monarca britânico custeava todas as despesas oficiais com as receitas do seu património, compreendendo os lucros das Propriedades da Coroa. Todavia, o Rei Jorge III, anuiu em entregar essas receitas da Coroa em troca da Lista Civil, acordo que subsiste até aos dias de hoje. Desta forma, o Monarca continua dono e senhorio das Propriedades da Coroa, mas não pode vendê-las; os imóveis passam por sucessão de um Soberano para outro.
Nos nossos dias, os lucros obtidos com as Propriedades da Coroa excedem largamente a Lista Civil e as ajudas de custo da Rainha: no exercício financeiro de 2003-2004, as Propriedades da Coroa produziram mais de £ 170 milhões para o Tesouro, enquanto o financiamento parlamentar da Rainha foi inferior a 40 milhões de libras. Não podemos também esquecer que a Família Real Britânica traz retorno financeiro ao seu País: o nascimento do Príncipe George de Cambridge teve um impacto na economia do Reino Unido - uma vez que estimulou as receitas do turismo com os hotéis de Londres a ficarem esgotados, lembranças, indústria têxtil, e, festividades - de mais de 303 milhões de euros; além disso, as visitas do público ao Palácio de Buckingham geram anualmente, com o pagamento das entradas e a venda de merchandising, uma receita de mais de 50 milhões de libras; também, acontecimentos, como o Trooping The Color, a Abertura do Ano Parlamentar e os Casamentos Reais, originaram enormes receitas entre recordações e turismo. Assim nestes 3 últimos anos de Casamento de William e Kate, Jubileu da Rainha Isabel II e Nascimento e Baptizado Real, estima-se que a Família Real Inglesa deu um retorno financeiro de mais de 6 mil milhões de euros ao Reino Unido.
Assim, relativamente à Lista Civil – como se chama ao orçamento real - da Monarquia britânica, há um Superavit do Input em relação ao Output.
Num breve relance comparativo da Monarquia Britânica, com Países da mesma dimensão internacional, a presidência da república francesa gasta 112 milhões de Euros por ano e a italiana 228 milhões, para já não referir os 1.400 milhões do orçamento de funcionamento presidencial norte-americano, uma vez que sempre foi uma república e, fazendo parte doutra equação, como tal não se coloca aqui a questão.
Parece claro, que, também, neste plano – o financeiro – resulta uma clara vantagem do regímen da Monarquia Constitucional sob o sistema de governo republicano.
Chame-se, pois, O REI! 

by Miguel Villas-Boas - Plataforma de Cidadania Monárquica
‘Tempus fugit! – o Tempo foge!’, já lá dizia o axioma romano. É bem verdade, uma vez que este ano de 2014 não tardará em chegar ao fim, pelo que se torna necessário rever e comparar os ‘Orçamentos de Funcionamento’ das Casas Reais e das Presidências das repúblicas europeias, porque não só o tempo voa como, também, acontece o mesmo com o dinheiro dos contribuintes.

Quando se enunciam as vantagens do sistema de governo monárquico comparativamente com o modelo republicano, não se pode olvidar o argumento económico-financeiro, pois fazendo a análise comparativa entre os gastos das Chefaturas de Estado dos dois regimes, o de república constitucional unitária e o modelo de democracia parlamentar sob forma de Monarquia Constitucional, o último sistema resulta claramente vencedor.

Sem dificuldade, no plano financeiro, demonstra-se que as repúblicas são muito mais pródigas que as Monarquias – bem mais economizadas.

Comparada com as repúblicas e os seus chefes de Estado, a realeza é relativamente modesta. Os tempos difíceis que se vivem um pouco por todo o lado têm feito com que as casas reais da Europa adoptem uma postura de contenção económica. Além disso, são os próprios Reis, chefes de Estado dos seus países que exigem que a Monarquia siga os princípios da transparência e que se modernize.
O cerimonial é limitado ao básico e não há demonstrações extravagantes. A pompa tradicional é evidente apenas em ocasiões muito especiais, como visitas de chefes de estado estrangeiros, casamentos reais, aniversários importantes e datas comemorativas – porque o Povo assim o espera e porque, como demonstraremos abaixo, esse cerimonial trás vantagens financeiras claras e evidentes.

Em 2014 o orçamento da Casa Real de Espanha é de 7,7 milhões de euros – menos 2% relativamente ao exercício orçamental de 2013. S.M. o Rei Don Juan Carlos I, antes de abdicar, auferiu um salário anual de 220 mil euros; a Rainha 130 mil (45%/salário Rei); o Príncipe das Astúrias, Don Felipe ganhava 100 mil euros/ano; a princesa das Astúrias, Dona Letizia 35% do salário do Rei, isto é, 77 mil euros – menos de metade do que receberia como Pivô da TVE; por fim a Infanta Elena tinha um salário de 25 mil euros/ano.

Com a Abdicação do Rei Don Juan Carlos I e a Proclamação do novo Soberano El-Rey Don Filipe VI, esses cortes mantêm-se e os novos soberanos passaram a auferir a verba antes destinada a Don Juan Carlos e Doña Sofia, que passam a auferir bastante menos do que anteriormente; Doña Leonor, a nova Princesa das Astúrias só auferirá o seu salário a partir dos 18 anos e a Infanta Elena perdeu o vencimento.

Por cá, o Orçamento de Funcionamento da Presidência da República Portuguesa para 2014 é de 14,683 milhões de euros. Assim, da acareação entre o Orçamento de Funcionamento da Casa Real Espanhola e o Orçamento de Funcionamento da Presidência da República Portuguesa chega-se à seguinte conclusão: a primeira custa quase metade da segunda.

O território português tem uma área territorial de 92.090 km2 com uma população de 10.487.289 de habitantes. Já o Reino de Espanha tem uma área de 504.030 km2 e possui uma população de 47.265.321 habitantes. Mensurem-se as dimensões dos dois Países e do número de habitantes e retirem-se as devidas conclusões: a presidência da república Portuguesa tem um custo por cada Português de 1,40 euros, enquanto a Casa Real espanhola tem uma incidência sobre cada Espanhol de 0,16 euros.

Já as Monarquias do Reino da Dinamarca e do Reino da Suécia têm cada uma o mesmo custo anual de 12 milhões de euros e no Luxemburgo a Família Grão-Ducal fica-se pelo custo de 8,7 milhões de euros anuais. A Monarquia belga custa 13,7 milhões de euros ao erário público do País, mas, mesmo assim, o novo Rei já ordenou que houvesse uma significativa redução de despesas da Casa Real, pelo que vai começar a ser feita uma indagação para verem onde pode ser cortada mais verba.

Na Monarquia Britânica, em 2014 o Orçamento da Família Real Inglesa será de 42 milhões de euros.
Fazendo a síntese histórica do financiamento da Monarquia Inglesa, antes de 1760, o monarca britânico custeava todas as despesas oficiais com as receitas do seu património, compreendendo os lucros das Propriedades da Coroa. Todavia, o Rei Jorge III, anuiu em entregar essas receitas da Coroa em troca da Lista Civil, acordo que subsiste até aos dias de hoje. Desta forma, o Monarca continua dono e senhorio das Propriedades da Coroa, mas não pode vendê-las; os imóveis passam por sucessão de um Soberano para outro.

Nos nossos dias, os lucros obtidos com as Propriedades da Coroa excedem largamente a Lista Civil e as ajudas de custo da Rainha: no exercício financeiro de 2003-2004, as Propriedades da Coroa produziram mais de £ 170 milhões para o Tesouro, enquanto o financiamento parlamentar da Rainha foi inferior a 40 milhões de libras. Não podemos também esquecer que a Família Real Britânica traz retorno financeiro ao seu País: o nascimento do Príncipe George de Cambridge teve um impacto na economia do Reino Unido - uma vez que estimulou as receitas do turismo com os hotéis de Londres a ficarem esgotados, lembranças, indústria têxtil, e, festividades - de mais de 303 milhões de euros; além disso, as visitas do público ao Palácio de Buckingham geram anualmente, com o pagamento das entradas e a venda de merchandising, uma receita de mais de 50 milhões de libras; também, acontecimentos, como o Trooping The Color, a Abertura do Ano Parlamentar e os Casamentos Reais, originaram enormes receitas entre recordações e turismo. Assim nestes 3 últimos anos de Casamento de William e Kate, Jubileu da Rainha Isabel II e Nascimento e Baptizado Real, estima-se que a Família Real Inglesa deu um retorno financeiro de mais de 6 mil milhões de euros ao Reino Unido.

Assim, relativamente à Lista Civil – como se chama ao orçamento real - da Monarquia britânica, há um Superavit do Input em relação ao Output.

Num breve relance comparativo da Monarquia Britânica, com Países da mesma dimensão internacional, a presidência da república francesa gasta 112 milhões de Euros por ano e a italiana 228 milhões, para já não referir os 1.400 milhões do orçamento de funcionamento presidencial norte-americano, uma vez que sempre foi uma república e, fazendo parte doutra equação, como tal não se coloca aqui a questão.

Parece claro, que, também, neste plano – o financeiro – resulta uma clara vantagem do regímen da Monarquia Constitucional sob o sistema de governo republicano.

Chame-se, pois, O REI!

by Miguel Villas-Boas 

terça-feira, 25 de novembro de 2014

15º ANIVERSÁRIO DE SUA ALTEZA O INFANTE DOM DINIS DE BRAGANÇA

 SUA ALTEZA SERENÍSSIMA O INFANTE Dom Dinis de Santa Maria Miguel Gabriel Rafael Francisco João, 4º duque do Porto, nasceu a 25 de Novembro de 1999.


Desejamos para o nosso Infante muitas felicidades, alegrias, amor, saúde e tudo de bom. Que Deus o abençoe e lhe dê uma longa Vida.


PARABÉNS! FELIZ ANIVERSÁRIO!

VIVA A FAMÍLIA REAL!
VIVA PORTUGAL!

S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE NAS CELEBRAÇÕES DA SÃO CARLOS BORROMEO


S.A.R. o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, e S.A. o Senhor Dom Miguel, Duque de Viseu, assistiram, no dia 4 de Novembro de 2014, dia da festa litúrgica de São Carlos Borromeo, à missa celebrada na Basílica de Nossa Senhora dos Mártires, em Lisboa.

MAPA DA EUROPA NOS ÚLTIMOS 1000 ANOS


segunda-feira, 24 de novembro de 2014

S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE PARTICIPOU EM CONFERÊNCIA ORGANIZADA PELA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DAS CASAS ANTIGAS





S.A.R. o Duque de Bragança participou na Conferência Internacional organizada pela Associação Portuguesa das Casas Antigas e subordinada ao tema "Heritage, use it or lose it! The cultural importance of heritage preservation, civic pride and quality of life", que se realizou no Palácio Porto Covo, em Lisboa, no dia 3 de Outubro de 2014.


https://www.facebook.com/284889201601165/photos/a.311019925654759.70259.284889201601165/692569174166497/?type=1&theater


(Fotografia de arquivo)

sábado, 22 de novembro de 2014

48º ANIVERSÁRIO NATALÍCIO DE S.A.R. A SENHORA DONA ISABEL DE BRAGANÇA

A Real Associação da Beira Litoral deseja a Sua Alteza Real, A Senhora Dona Isabel, um Feliz Aniversário com muita felicidade, saúde, alegria, paz...

 ou seja: TUDO DE BOM.

Que Deus A proteja, ilumine e guie!

PARABÉNS!

S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE PARTICIPOU NO 10º ENCONTRO DAS FUNDAÇÕES DA CPLP




S.A.R. o Duque de Bragança participou no 10.º Encontro de Fundações da CPLP, em Luanda, Angola, decorrido entre 21 e 23 de Outubro de 2014 e subordinado ao tema “Desenvolvimento Sustentável na CPLP: que metas após 2015?”.

http://www.cplp.org/id-316.aspx?Action=1&NewsId=3261&M=NewsV2&PID=304

(Fotografia tirada em Quibala, Angola, em Julho de 1996)

 

 

Aquando da recente presença em Angola, por ocasião do 10.º Encontro de Fundações da CPLP S.A.R. O Duque de Bragança teve oportunidade de visitar as instalações do CISA (Centro de Investigação em Saúde de Angola), tendo ficado bastante bem impressionado com o elevado nível científico do trabalho ali realizado e com a dedicação de quem lá trabalha. O CISA tem como objectivo controlar as doenças que afectam a população angolana.

(Fonte: Casa Real Portuguesa)
 

FOTOS "INÉDITAS" DAS CELEBRAÇÕES DOS 25 ANOS DA REAL DE LISBOA

 
 SS. AA. RR. com a Direcção da Real Associação de Lisboa

 
SS. AA. RR. com Nuno Pombo e Isabel Rilvas

 
Carlota e João Távora com os Condes de Castro, Isabel de Castro e Teresa de Castro Simas

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE PARTICIPOU NO I CONGRESSO INTERNACIONAL DE MUSEOLOGIA MILITAR

S.A.R. o Duque de Bragança participou, como membro da Comissão de Honra, no I Congresso Internacional de Museologia Militar, que teve lugar no Auditório da Academia Militar, na Amadora, entre 24 e 26 de Setembro deste ano. O Congresso teve o apoio da Fundação Dom Manuel II.


Fonte: Museologia Militar / Joana Dias Pereira

O DAVID PARTIU FAZ 30 DIAS




DAVID GARCIA, o nosso Amigo e Companheiro de Luta pela Causa da Monarquia, partiu há um mês para a morada do Senhor. Mesmo já a lutar contra a egoísta doença nunca abandonou aquela que fez a Causa de uma Vida, o combate pelo Regresso da Monarquia a Portugal, o País que tanto amava. Sempre fiel ao Rei a Ser, nunca por um momento esmoreceu na dedicação a SAR O Senhor Dom Duarte de Bragança.

Que o exemplo de abnegação e empenho à Causa da Monarquia que o David tinha nos sirva de exemplo pela procura de um Portugal melhor. Monárquico convicto, sem receio, o David sempre se empenhou naquele que achava ser um serviço de Cidadania: apontar as falácias do actual regímen e provar porque um Rei como Chefe de Estado seria uma mais-valia para a nossa quase milenar Nação.

Fernando Pessoa, numa passagem de um dos inúmeros textos avulsos que publicou, exortava os portugueses e lembrava aquele que foi sem dúvida o desígnio de vida do David: «(...) Ora o dever de todo o homem que representa qualquer coisa em Portugal, hoje, é o de, afastado de toda a malandragem que faz política, prestar o seu auxílio, pequeno que seja, a essa criação de Portugal. (...)»

DAVID GARCIA NUNCA SERÁS ESQUECIDO!

A Plataforma de Cidadania Monárquica


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

8.º ANIVERSÁRIO DO NETCAFÉ MONARQUIA MODERNA


  Parabéns, Netcafé Monarquia Moderna! Há oito anos a divulgar o ideal monárquico!




São oito anos ao serviço do Ideal Monárquico e particularmente da Família Real Portuguesa, que, com o seu Exemplo, tem sido um manancial de inspiração e de motivação.


  A REAL ASSOCIAÇÃO DA BEIRA LITORAL NÃO PODERIA DEIXAR DE, MAIS UMA VEZ, DAR OS PARABÉNS À SUA VICE-PRESIDENTE JOANA DIAS PEREIRA PELO EXCEPCIONAL TRABALHO QUE HÁ TANTOS ANOS REALIZA ATRAVÉS DO NETCAFÉ MONARQUIA MODERNA E DOS SEUS ANTECESSORES. O MOVIMENTO MONÁRQUICO MUITO DEVE À JOANA A VISIBILIDADE QUE TEM NOS DIAS DE HOJE, NA INTERNET E NÃO SÓ. 

PARABÉNS JOANA!

REAL DE TRÁS-OS-MONTES ORGANIZA ALMOÇO PELA RESTAURAÇÃO


Retomando a Tradição dos 'Conjurados', encontro que se realiza em Portugal desde 1640, a Real Associação de Trás-os-Montes e Alto Douro, e o seu Núcleo Concelhio de Montalegre, convidam todos os monárquicos a celebrar esta data evocativa da Independência Nacional.

A comemoração terá lugar no próximo dia 6 de Dezembro, pelas 13 horas, em Pisões (concelho de Montalegre), contando com a presença de S.A.R. o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança.
O almoço realizar-se-á no restaurante Sol e Chuva, que oferece boas condições de serviço, para experimentar a qualidade dos produtos regionais, na envolvente da albufeira do Alto Rabagão e da serra das Alturas.
Gostaríamos de poder contar com a presença do maior número possível de participantes, tanto pelo facto de acompanhar e saudar S.A.R. o Senhor Dom Duarte, que se disponibiliza para vir ao nosso encontro, como pelo desejo de reanimar a nossa Real Associação.

Local: Restaurante / Estalagem Sol e Chuva – Pisões (Montalegre)
Preço por pessoa: € 17,50; crianças (dos 4 aos 12 anos): € 8.50.
Devido ao número limitado de lugares, pedimos que faça a sua reserva até ao dia 1 de Dezembro.
Reservas: Rosa Maria Morais Sarmento: 917158396  /  Manuel Mota: 964662945
Coordenadas GPS: 41°44'43.19"N - 7°52'10.96"W


REAIS DO "NOROESTE" ORGANIZAM JANTAR DOS CONJURADOS EM PONTE DE LIMA 
 


As Reais Associações de Viana do Castelo, Braga e Porto convidam V.ª Ex.ª a participar no “Jantar dos Conjurados” que terá lugar no dia 29 de Novembro de 2014, pelas 20h00, no Restaurante Fátima Amorim, na freguesia da Correlhã, Ponte de Lima, no qual o Prof. Dr. Pedro Vilas Boas Tavares, docente da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, fará uma intervenção sobre o tema "Para uma releitura dos «papéis» justificativos da Restauração".

O preço do jantar é 18,00 €.

As inscrições encontram-se limitadas à capacidade da sala pelo que deverão ser efectuadas com a maior brevidade possível, para o e-mail da Real Associação de Viana do Castelo, ou para o Fax n.º 258 743 840, sendo bastante a indicação do nome, ou nomes dos participantes e um telefone de contacto, acompanhadas do respectivo comprovativo de depósito ou transferência bancária para o nosso NIB 0045 1427 4002 6139 2424 7, da Caixa de Crédito Agrícola, impreterivelmente até ao dia 26 de Novembro.

Localização:
 
O Restaurante “Fátima Amorim”, situa-se no lugar de Pereira, Correlhã, 4990-306 Ponte de Lima.
 
Na estrada N203, direcção Ponte de Lima-Viana do Castelo (por Darque), situa-se à direita da faixa de rodagem, entre a Bombas de Gasolina da BP e da Esso (que estão do lado esquerdo), próximo da Escola EB23 da Correlhã.

Se vem pela auto-estrada A3 (Porto - Valença), sair em Ponte de Lima. Na primeira rotunda seguir em direcção a Ponte de Lima centro, em continuação seguir as placas que indicam Braga, até encontrar uma rotunda (que é a terceira após sair da A3, e onde deverá visualizar o hipermercado Intermarché em frente à sua esquerda e em frente à sua direita o hipermercado Minipreço) e vira à direita (se virar à esquerda segue na estrada N.º 201 em direcção a para Braga, se seguir em frente entra nos acessos às referidas superfícies comerciais), até encontrar nova rotunda, onde deverá virar à esquerda e entrar na estrada N203, direcção Ponte de Lima-Viana do Castelo (por Darque),

Se vem pela SCUT A28 (Porto - Viana do Castelo), após atravessar a ponte sobre o Rio Lima em Viana do Castelo, continuar em frente e entrar na A27 (Viana do Castelo - Ponte de Lima), sair em Arcozelo/Ponte de Lima (Saída 4), em direcção ao centro da localidade, atravessar a ponte nova, na primeira rotunda vira à direita, em direcção a Barcelos, Viana do Castelo (Darque) pela Estrada Nacional N203.

Coordenadas GPS:

Latitude: 41º 44' 41,006
Longitude: 8º 36' 34,125

Lugar de Pereira – Correlhã
4990-306 Ponte de Lima
Tel.: 258 944 081

Para mais informações contactar por favor a Real Associação de Viana do Castelo, através do e-mail: real.associacao.viana@gmail.com, ou para os telemóveis dos Presidentes da Direcção, das Reais Associações de Viana do Castelo e Braga, respectivamente Dr. José Aníbal Marinho, 961 318 001 e Dr. Gonçalo Pimenta de Castro 919 932 154.


TORRE DE MENAGEM DO CASTELO DE BEJA ENTRA EM COLAPSO

Beja 37

A incúria de um regime que prefere construir castelos no ar do que preservar o legado de gerações.A Torre de menagem de Beja foi encerrada por perigo de colapso dos varandins, uma situação que já era conhecida desde 2010, vem pôr a nu o total desinteresse nos elementos que definem a identidade nacional.O castelo de Beja sobreviveu a invasões e guerras durante séculos não irá sobreviver à República das bananas.

O historiador e museólogo Leonel Borrela, que se deslocou esta manhã para observar o que se passava,afirmou que a parte da estrutura que ruiu é precisamente aquela “onde as pessoas se posicionam para observar e fotografar Beja”.

Persiste o perigo de derrocada de mais elementos do balcão, os chamados “cachorros” (pedras que suportam o balcão), admitiu Borrela, depois da observação que fez no local. A torre de menagem do castelo de Beja é um dos poucos monumento que sobreviveu intacto desde a sua construção ,ao tempo de D. Fernando, e é a torre de menagem mais alta da Península Ibérica.
Uma derrocada no balcão que ladeia a mais alta torre de menagem da Península Ibérica abriu uma nova ferida no mais emblemático monumento da cidade de Beja, precisamente aquele que mais fascina os artesãos e os poetas populares e eruditos alentejanos.

Na quinta-feira, ao final da tarde, blocos de pedra que pesam centenas de quilos caíram sobre as muralhas que ladeiam a torre de menagem e a entrada para esta que está aberta ao público até às 16 horas: o aluimento deu-se às 17h15.”Ouvi um estrondo que parecia um trovão mais forte”, conta Luís Camacho, que na altura da derrocada estacionava a sua viatura numa das ruas que ladeiam a torre de menagem do castelo de Beja.

Ainda sem saber o que passava, Luís Camacho reparou que um grupo de pessoas no meio de um forte alarido apontavam de braços esticados para o alto da torre. “Reparei que faltava ali qualquer coisa” observa o homem, que mora perto do castelo: a esquina do balcão, que envolve a fortificação a uma altura de cerca de 30 metros, tinha desaparecido.

A desolação era patente. “O meu castelinho está a cair”, lamentava-se Gertrudes Ameixial.

Estava consumada a maior derrocada das últimas décadas no Castelo de Beja, o que contraria a posição assumida pela Direcção Regional da Cultura do Alentejo, quando em 2010 e na sequência do aluimento de uma pedra no balcão dos matacães, o mesmo onde se registou a derrocada de ontem, “não identificou, aparentemente, situações de perigo imediato ou de ruína iminente”.

Como medida de precaução, as subidas ao alto da torre de menagem foram interditadas, uma decisão que terá evitado que a queda de parte do balcão arrastasse consigo pessoas.

O executivo da Câmara Municipal foi alertado do que se estava a passar e de imediato mandou isolar a área afectada pela queda das pedras numa zona de intensa circulação de pessoas e viaturas, sobretudo em dias de mercado ao ar livre, aos sábados.

O município de Beja adianta que já comunicou o ocorrido “às entidades competentes, nomeadamente à Direcção Regional de Cultura do Alentejo, que está a acompanhar a situação”.

Fonte: O manto do Rei