A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

domingo, 9 de fevereiro de 2014

O REI COMO EMBAIXADOR ECONÓMICO E CULTURAL

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Muitas pessoas apoiantes da Monarquia ficam preocupadas, quando se lhes diz que em Democracia o Rei reina mas não governa! Perguntam: “então, para isso, para quê que eu preciso de um Rei?”

Procurarei responder a esta questão hoje.

Os Reis actualmente na Europa procuram defender o bem comum dos Cidadãos, de várias formas:

- em audiências com o Primeiro-ministro: nas quais apela à responsabilidade e ao bom senso nas medidas que o Governo pretende tomar nas mais diversas áreas;

- em audiências com representantes, por exemplo, da Consertação Social, isto é, Sindicatos, Organizações Patronais, etc;

- em audiências com representantes do Poder Local e Regional;

- nas visitas que faz a todo o território nacional.

Nestes quatro pontos, o Rei é o defensor dos interesses nacionais e para isso, também procura incentivar as boas iniciativas, as boas práticas políticas, a valorização da cultura e da economia.

Assim também é com o exterior, quando o Rei vai participar em Cimeiras de índole Internacional, como seria, por exemplo, com a CPLP, com a União Europeia, nas Cimeiras Ibero-Americanas, etc. As participações dos Monarcas Europeus nestas Cimeiras Internacionais, dão prestígio ao país do qual são Chefes de Estado, mas mais do que isso, os Reis procuram atrair investimentos, e criar ou aprofundar parcerias económicas e estratégicas de interesse para os seus países.

Veja-se o caso do Rei de Espanha e do Príncipe das Astúrias, que participam anualmente nas Cimeiras Ibero-Americanas, onde procuram precisamente aprofundar parcerias e criar outras de interesse económico para Espanha. Este facto é visto com muitos bons olhos na cena internacional.

De facto, com 900 anos de História, Portugal se hoje tivesse um Rei, teria também um Embaixador Económico e Cultural de grande nível, mais preparado do que qualquer Presidente da República, para representar Portugal ao mais alto nível e tal facto valorizaria ainda muito mais as relações do nosso País com os países membros da CPLP, e outros Países de interesse económico e cultural.

Esta é, sem dúvida também, uma outra grande vantagem da existência de uma Monarquia Parlamentar e Democrática, a ter em consideração!

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