A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

MENSAGEM 1º DEZEMBRO 2021 DE S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE DE BRAGANÇA


Este ano foi particularmente difícil e exigente para todos os portugueses. A pandemia que vivemos não deu tréguas a ninguém, tendo Portugal sofrido, tal como o resto do mundo, de muitas limitações que tiveram significativas consequências económicas. Não foram apenas estas as únicas grandes mudanças: a nível anímico e psicológico a pandemia trouxe-nos também consequências. 2022 será por isso um ano de grande importância para ultrapassar estas questões e colocar o país a funcionar com normalidade.

Neste contexto gostaríamos de, mais uma vez, realçar o papel do líder do grupo operacional da vacinação. o Vice-almirante Gouveia e Melo. O seu trabalho na liderança de uma equipa muito profissional e empenhada permitiu a Portugal atingir níveis de vacinação excepcionais num curto espaço de tempo. Esta situação possibilitou olhar para a crise sanitária de forma mais confiante, ao contrário de muitos países nossos parceiros em que os níveis de vacinação estão muito atrás. É de salientar o comportamento e adesão do povo português que de forma inteligente participou activamente na luta contra a pandemia.

A pandemia veio evidenciar mais uma vez o fraco desempenho económico português. Nas últimas décadas Portugal cresce apenas 1% ao ano, sendo que esta situação encerra em si mesma um problema claro de crescimento e ambição como tem vindo a ser salientado por várias personalidades. É necessário, agora que vamos receber generosos fundos vindos da Europa, que os nossos políticos definam uma estratégia para o nosso país. Ao longo de anos são apontados por estudos e por vários peritos as debilidades da nossa economia, assim como as soluções para o seu crescimento. Tardam as necessárias reformas estruturais e nos vários sectores económicos que permitam trazer mais investimento para o nosso país. Por uma vez, temos de ultrapassar a mediocridade e falta de ambição que temos vindo a assumir nos últimos anos. O País não pode ser prejudicado pela sobreposição de interesses partidários e ambições pessoais aos interesses nacionais. É urgente que Portugal volte a colocar-se como actor dinâmico na sociedade das nações europeias. Temos de voltar a ser notícia por boas razões e não apenas pela aprovação de medidas insólitas, que apenas bloqueiam o funcionamento das empresas e prejudicam a criação de riqueza, afugentando os investidores.

Gostaria de salientar por um lado a importância da conferência sobre as alterações climáticas realizada em Glasgow, e por outro a dramática inconsequência das resoluções. Cedência a cedência estamos a afastar-nos dos Acordos de Paris, sendo este um impasse dramático para o mundo.

É neste cenário que recebemos há dias a notícia de que Portugal deixou definitivamente de usar carvão para produzir electricidade. Esta é uma boa novidade, quando o nosso país deixa de usar o combustível mais poluidor em termos de emissões de gazes com efeitos de estufa. Deste modo antecipamos largamente um objectivo que estava estabelecido para 2030.

Mais uma vez gostaria de referir a questão do ensino em Portugal que ainda recupera dos efeitos que a pandemia provocou na vida dos estudantes, jovens e crianças. Por exemplo, ao longo deste ano os alunos, nomeadamente do ensino secundário, são sujeitos a inovadoras alterações de períodos de férias e da periodicidade dos exames. A recente substituição dos trimestres por semestres - que apenas servem para lançar confusão e reduzir ainda mais a exigência, ao mesmo tempo que são criadas novas dificuldades aos pais e encarregados de educação.

A educação não pode estar sujeita a constrangimentos ideológicos estatais, é disso grande exemplo a situação que nos comove a todos, dos dois irmãos que foram reprovados por se recusarem a assistir aulas de cidadania. Um caso chocante da imposição da lei do mais forte na formatação ideológica sobre a liberdade individual.

No mesmo sentido, verifica-se um progressivo e preocupante estreitamento da tolerância para com ideias contrárias às impostas pelos diversos grupos pressão acarinhados pelos poderes públicos. Assim se geram campanhas repressivas sobre opiniões consideradas fora de moda ou “incorrectas”, nomeadamente aquelas sobre raça, género, sexualidade, entre outras, numa tentativa constante de criar uma nova semântica e limitar a liberdade – valores que nos ofereceram progresso e bem-estar.

Como vimos referindo há alguns anos, em muitos dos países mais evoluídos culturalmente considera-se que é altamente benéfica a existência de um serviço militar obrigatório que pode ser substituído por um serviço cívico prestado à comunidade, e nalguns casos com uma duração mais longa. Posso dar como exemplo a Suíça, onde o serviço militar é considerado fundamental para o desenvolvimento do espírito de cidadania e para a segurança nacional e que quando, por motivos religiosos ou filosóficos os jovens consideram que não o podem cumprir, podem substituí-lo por um período mais longo de outro género de serviço à comunidade.

Não podemos esquecer ainda o nosso compromisso com os países de língua portuguesa, a nossa ligação com estes povos, que reforça a nossa identidade e constitui uma ponte de ligação com a União Europeia. A Casa Real Portuguesa tem tido ao longo dos anos a missão de agregar estes Estados, comunidades de emigrantes e de lusodescendentes espalhados pelo mundo. A fraca ambição política para este grande projecto nacional tem vindo a afastar ano após ano estes povos do nosso país. Esta vantagem competitiva não pode ser desperdiçada. São caricatas as situações que tenho tido conhecimento da não concessão de vistos de entrada em Portugal. Para quando uma ambiciosa política que crie escolas, liceus e universidades portuguesas que reforcem o estabelecimento de laços por via da cultura?

O ano de 2022 vai iniciar-se com uma importante eleição para o destino dos portugueses. É fundamental a participação consciente de todos neste acto eleitoral que pode ajudar a determinar o nosso futuro. Peço a todos que não deixem de votar e de participar com exigência, no conhecimento crítico das propostas que irão ser sufragadas.

Por fim gostaria de referir a importância do projecto de Sua Santidade o Papa Francisco, que são as Jornadas Mundiais da Juventude, em 2023. Este é um evento que será preparado em 2022 e em 2023 juntará milhões de Jovens em Lisboa onde todos desejamos que mais uma vez seja revelado o melhor dos portugueses.

Como sempre a Família Real Portuguesa estará disponível para tudo aquilo que os portugueses entenderem ser útil. Este legado que transportamos é um instrumento construtor de pontes entre pessoas, comunidades e instituições, bem como de boa vontade entre todos.

Viva Portugal!

sábado, 6 de novembro de 2021

COMEMORA-SE HOJE, O DIA LITÚRGICO DE SÃO NUNO DE SANTA MARIA

Nuno De Santa Maria Álvares Pereira (1360-1431)

Nuno Álvares Pereira nasceu em Portugal a 24 de Junho de 1360, e recebeu a educação cavalheiresca típica dos filhos das famílias nobres do seu tempo.

Aos treze anos torna-se pajem da rainha D. Leonor, tendo sido bem recebido na Corte e acabando por ser pouco depois cavaleiro. Aos dezesseis anos casa-se, por vontade de seu pai, com uma jovem e rica viúva, D. Leonor de Alvim.

Da sua união nascem três filhos, dois do sexo masculino, que morrem em tenra idade, e uma do sexo feminino, Beatriz, a qual mais tarde viria a desposar o filho do rei D. João I, D. Afonso, primeiro duque de Bragança.

Quando o rei D. Fernando I morreu a 22 de Outubro de 1383 sem ter deixado filhos varões, o seu irmão D. João, Mestre de Avis, viu-se envolvido na luta pela coroa lusitana, que lhe era disputada pelo rei de Castela por ter desposado a filha do falecido rei.

Nuno tomou o partido de D. João, o qual o nomeou Condestável, isto é, comandante supremo do exército. Nuno conduziu o exército português repetidas vezes à vitória, até se ter consagrado na batalha de Aljubarrota (14 de Agosto de 1385), a qual acaba por determinar à resolução do conflito.

Os dotes militares de Nuno eram no entanto acompanhados por uma espiritualidade sincera e profunda. O amor pela Eucaristia e pela Virgem Maria são os alicerces da sua vida interior.

O estandarte que elegeu como insígnia pessoal traz as imagens do Crucificado, de Maria e dos cavaleiros S. Tiago e S. Jorge. Fez ainda construir às suas próprias custas numerosas igrejas e mosteiros, entre os quais se contam o Carmo de Lisboa e a Igreja de S. Maria da Vitória, na Batalha.

Com a morte da esposa, em 1387, Nuno recusa contrair novas núpcias, tornando-se um modelo de pureza de vida. Quando finalmente alcançou a paz, distribui grande parte dos seus bens entre os seus companheiros, antigos combatentes, e acaba por se desfazer totalmente daqueles em 1423, quando decide entrar no convento carmelita por ele fundado, tomando então o nome de frei Nuno de Santa Maria.

Impelido pelo amor, abandona as armas e o poder para revestir-se da armadura do Espírito recomendada pela Regra do Carmo: era a opção por uma mudança radical de vida em que sela o percurso da fé autêntica que sempre o tinha norteado.

O Condestável do rei de Portugal, o comandante supremo do exército e seu guia vitorioso, o fundador e benfeitor da comunidade carmelita, ao entrar no convento recusa todos os privilégios e assume como própria a condição mais humilde, a de frade Donato, dedicando-se totalmente ao serviço do Senhor, de Maria — a sua terna Padroeira que sempre venerou—, e dos pobres, nos quais reconhece o rosto de Jesus.

Significativo foi o dia da morte de frei Nuno de Santa Maria, aos 71 anos de idade. Era o Domingo de Páscoa, dia 1 de Abril de 1431. Após sua morte, passou imediatamente a ser reputado de “santo” pelo povo, que desde então o começa a chamar “Santo Condestável”.

Nuno Álvares Pereira foi beatificado em 23 de Janeiro de 1918 pelo Papa Bento XV através do Decreto "Clementíssimus Deus" e foi consagrado o dia 6 de Novembro ao, então, beato.

O Santo Padre, Papa Bento XVI, durante o Consistório de 21 de Fevereiro de 2009 determina que o Beato Nuno seja inscrito no álbum dos Santos no dia 26 de Abril de 2009.
    

SÃO NUNO DE SANTA MARIA, ROGAI POR NÓS!


São Nuno de Santa Maria foi proposto ao mundo inteiro de hoje como "exemplo da vida pautada pelos valores evangélicos, orientada pelo maior bem de todos, disponível para lutar pelos superiores interesses da Pátria e solícita por servir os mais desprotegidos e pobres.”

ORAÇÃO

Senhor, dou-Te graças pelo dom de vida e de entrega a Ti e aos outros, que deste ao Teu filho Frei Nuno de Santa Maria.


Ensina-nos também a despojarmo-nos do supérfluo, para podermos partilhar com os outros tudo que colocas ao nosso alcance.

Ensina-nos a em todos os momentos termos bem presente em nós, o testemunho de Te pertencermos e da Tua presença viva nas nossas vidas.

Ajuda-nos a sermos de Ti, para Ti e em Ti, nos outros.

Amen.
São Nuno de Santa Maria, rogai por nós.

Oração a São Nuno de Santa Maria Álvares Pereira

Ó Deus bom e santo,
autor de todas as maravilhas e fonte da verdadeira santidade!
Nós Vos louvamos e bendizemos, ó Santa Trindade,
porque Vos dignastes chamar o nosso irmão
o Bem-aventurado Nuno de Santa Maria
para Vos servir na Pátria, no Carmo e na Igreja.

O lutador da verdade venceu-se a si mesmo
para nos ensinar com o seu exemplo a amar a paz,
a preferir e a defender a justiça,
a sermos homens e mulheres audazes e virtuosos,
que amam a oração e a amizade com Deus,
peregrinam os caminhos do céu e se alimentam na Eucaristia.

As agruras não o amedrontaram, nem evitou as adversidades,
e assim se tornou modelo heróico de português e de cristão,
modelo de Carmelita orante, atento à miséria dos pobres
e filho devoto de Nossa Senhora do Carmo.

Glorioso São Nun’Álvares Pereira,

enchei o nosso coração de amor sempre maior a Deus
e aos nossos irmãos, principalmente os mais necessitados.
Ámen.

CERIMÓNIA DE ENTREGA DO PRÉMIO GONÇALO RIBEIRO TELLES PARA O AMBIENTE E PAISAGEM




sexta-feira, 5 de novembro de 2021

LANÇAMENTO, EM LISBOA, DE "MEMÓRIAS DUM ROIALISTA"

 

É com muita alegria que a Real Associação de Lisboa anuncia para o próximo dia 11 de Novembro pelas 18:30 o lançamento do livro "Memórias de um Roialista" da autoria de Tomás Moreira, uma obra ilustrada que dá testemunho dos cerca de 30 anos que o autor dedicou ao serviço da Causa Real. 

A obra será apresentada pelo Presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira, e o evento terá lugar na Sala do Arquivo dos Paços do Conselho da Câmara Municipal de Lisboa, contando com a presença dos Duques de Bragança.

O livro, agora publicado pela chancela Razões Reais da Real Associação de Lisboa, tem 270 páginas, numa edição de 300 exemplares numerados, inclui um prefácio de Augusto Ferreira do Amaral e estará à venda no local, com o preço especial de 20,00 €.


Cordiais saudações,

 

João de Lancastre e Távora
Presidente da Direcção da Real Associação de Lisboa
Praça Luís de Camões, 46 2° Dto
1200-243 Lisboa
http://www.reallisboa.pt
Tlf.:  (+351) 213 428 115
Tlm.: (+351) 917 230 212

terça-feira, 2 de novembro de 2021

JANTAR DOS CONJURADOS 2021 NO HOTEL PALÁCIO ESTORIL



No próximo dia 30 de Novembro, com início às 20:00hs, no Hotel Palácio Estoril, estará de volta o tradicional Jantar dos Conjurados promovido pela Causa Real. Este evento assinala a importância e o significado da Restauração da Independência de Portugal, feito histórico que temos o privilégio de celebrar com a nossa querida Família Real.
Para mais informações e reservas contacte-nos através de correio electrónico para secretariado@reallisboa.pt ou pelo telefone 213 428 115 entre as 11,00hs às 14,00hs de segunda a sexta-feira.

Fonte: Real Associação de Lisboa; Causa Real

TV Monarquia Portuguesa

segunda-feira, 1 de novembro de 2021

TAÇA DUQUE DO PORTO 2021 NO ESTELA GOLF

 

Já temos a data para o Torneio da Taça Duque do Porto 2021 no Estela Golf!
Reserve já a data de 27 de Novembro para mais um grande Torneio!
As inscrições estarão abertas diretamente no Estela Golf!

Taça Duque do Porto

domingo, 31 de outubro de 2021

PRÍNCIPE DA BEIRA PRESENTE NA CELEBRAÇÃO DO 110º ANIVERSÁRIO DA 1ª INCURSÃO MONÁRQUICA, EM VINHAIS


S.A.R o Senhor Dom Afonso de Bragança, Príncipe da Beira, junto à estátua de D. Fernando, 2.º Duque de Bragança, no Castelo de Bragança, e, por ocasião do 110.º Aniversário da 1.ª Incursão Monárquica, que se realizou em Vinhais, uma iniciativa da Real Associação de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Fonte: Paulo Queiroz Valença, Presidente da Real Associação do Porto.


No passado dia 23 de Outubro de 2021, decorreu em Vinhais, por iniciativa da Real Associação de Trás-os-Montes e Alto Douro, as comemorações do 110.º Aniversário da 1.ª Incursão Monárquica, liderada por Henrique Paiva Couceiro, e, que contou a presença de S.A.R. o Senhor D. Afonso de Bragança, Príncipe da Beira.






























TV Monarquia Portuguesa

sexta-feira, 29 de outubro de 2021

COMEMORAÇÕES, EM VISEU, DO 630º ANIVERSÁRIO D'EL REI DOM DUARTE


 A REAL ASSOCIAÇÃO DE VISEU EXORTA TODOS OS ASSOCIADOS E SIMPATIZANTES A PARTICIPAR.

AO MEIO-DIA (12 HORAS) DO DIA 31 ESTEJA JUNTO À ESTÁTUA DO REI DOM DUARTE, NA PRAÇA COM O SEU NOME, EM VISEU.

CHAMAMOS A ATENÇÃO PARA A SANTA MISSA QUE SE CELEBRARÁ NO DIA 31, ÀS 11 HORAS, NA SÉ DE VISEU, E À APRESENTAÇÃO DA REEDIÇÃO DO LIVRO "ARTE DE BEM CAVALGAR TODA A SELA", ÀS 17:30 HORAS DO DIA 30 DE OUTUBRO, NO MUSEU GRÃO VASCO.

COMPAREÇA !

terça-feira, 12 de outubro de 2021

JÁ ESTÁ DISPONÍVEL A REAL GAZETA DO ALTO MINHO, Nº 29



Neste número pode ler:
Entrevista à Dra Ilda Araújo Novo
O Municipalismo e as Eleições Autárquicas, por António de Souza-Cardoso
O escritor açoriano Valdemar Mota, morre aos 88 anos, por Jácome de Bruges Bettencourt
Dinamarca-Monarquia Antiga, exemplo de modernidade, por António Pinheiro-Marques
Monarquia e Municípios, por Miguel Villas-Boas
S. Bartolomeu dos Mártires a Doutor da Igreja, por Carlos Aguiar Gomes
Zé Maria, uma personagem inesquecível, por António Moniz Palme
Os vinhos de Viana e o vinho do Porto, uma proposta de interpretação, por Manuel Cardoso
Tendências globais na gestão de pessoas depois da pandemia, por Gonçalo Sampaio e Melo
A primeira visita de D. Pedro a Vítor Hugo, por Humberto Pinho da Silva
Recordando o Dr. José Maria Lacerda e Megre, por Marta Pimentel Ferreira e Augusto de Magalhães Sant’Ana
Na política, mudam-se os tempos, mantêm-se as atitudes a propósito da obra a queda de um anjo, de Camilo, por Mariana Magalhães Sant’Ana.

 

TV Monarquia Portuguesa

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

REAL ASSOCIAÇÃO DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO HOMENAGEIA PAIVA COUCEIRO

Caros Associados,
Venho convidá-los a participar na jornada de homenagem ao Comandante Henrique Paiva Couceiro, no Centro Cultural de Vinhais, no próximo dia 23 de Outubro.
O prazo de inscrição é até ao dia 16 d Outubro e poderão fazê-la ou para este email ou através dos seguintes telemóveis:

917 158 396 - Rosa Maria Morais Sarmento
917 288 752 - Francisco Mendes Marques
É importante referir se pretendem jantar, uma vez que há limitação de lugares.
Em anexo, envio o programa.
Esperando vê-los em breve, envio os meus melhores cumprimentos.
Rosa Maria Morais Sarmento
Real Associação de Trás-os-Montes e Alto Douro.

FAMÍLIA REAL PORTUGUESA EM ENTREVISTA NA "POINT DE VUE"

 

Dom Duarte et dona Isabel de Bragance à Sintra : leurs confidences exclusives - Point de Vue





sábado, 9 de outubro de 2021

COMEMORAÇÕES, EM LISBOA E GUIMARÃES, DO DIA DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL



"Todas as nações celebram a data da sua independência porque é muito mais importante do que a data de uma revolução violenta que derrubou um regime democrático, que aceite pela grande maioria do seu povo, como ficou comprovado nas eleições que tinham sido realizadas pouco tempo antes.

Seria perfeitamente justo que oficialmente a data do cinco de Outubro de 1143 fosse comemorada mesmo que também se continuasse a lembrar o acontecimento revolucionário de 1910.

No entanto, a melhor prova de que o derrube da Monarquia em 1910 foi um acto altamente prejudicial para o futuro de Portugal, está no facto de que em 1926 o povo apoiou um novo golpe militar e em 1974 um terceiro golpe militar. Se o golpe de 1910 tivesse sido bom para Portugal, como se justifica a necessidade do 25 de Abril de 1974?"

Trecho da mensagem de SAR enviada de São Petersburgo para as comemorações em Lisboa e Guimarães da assinatura do Tratado de Zamora que marca a fundação do reino de Portugal a 5 de Outubro de 1143. 

Real Associação de Lisboa


REPORTAGEM FOTOGRÁFICA DAS COMEMORAÇÕES NO CASTELO DE SÃO JORGE, EM LISBOA








COMEMORAÇÕES EM GUIMARÃES

Realizaram-se em Guimarães e Lisboa, no dia 5 de Outubro de 2021, as comemorações do dia da Independência de Portugal, que dizem respeito à celebração do Tratado de Zamora, em 5 de Outubro de 1143, com programas autónomos, e, da iniciativa do Movimento Independência de Portugal, a que se associaram diversas entidades, nomeadamente a Causa Real.

Em Guimarães, as comemorações realizaram-se junto da estátua do Rei Fundador, D. Afonso Henriques.

Dr. José Aníbal Marinho Gomes, Presidente da Real Associação de Viana do Castelo, Arquitecto Paulo Queiroz Valença, e Arquitecto José António Peres da Silva Bastos, respectivamente Presidente e Vogal da Direcção da Real Associação do Porto, Professor Luís Pimenta de Castro Damásio, da Real Associação de Braga.





Dr. Réné Cordeiro, dirigente do Movimento Independência de Portugal.

Dr. Henrique Pereira de Morais, antigo Deputado à Assembleia da República.

Eng.º João Corte Real.

Arquitecto Paulo Queiroz Valença, Presidente da Real Associação do Porto.

Coroa de flores colocada na estátua do Rei Fundador, D. Afonso Henriques.

Professor Doutor Luís Ferreira do Amaral, do Departamento de História e Estudos Políticos e Internacionais da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.


Abertura dos actos previstos no programa das comemorações, por parte do Sr. Dr. Luís Cabral.


Colocação de uma coroa de flores na estátua do nosso Rei Fundador, D. Afonso Henriques, conforme previsto no programa das comemorações.


Oração proferida pelo SE o Padre João Matos pelos mortos em defesa da Pátria, seguido de um minuto de silêncio pelo mesmo motivo, conforme previsto no programa das comemorações.


Leitura da Mensagem aos Portugueses, de S.A.R. o Senhor Dom Duarte Pio de Bragança, Duque de Bragança e Chefe da Casa Real Portuguesa, pelo Presidente da Real Associação do Porto, Arquitecto Paulo Queiroz de Valença.


Discurso pelo Sr. Dr. Henrique Pereira de Morais, antigo deputado à Assembleia da República.


Discurso proferido pelo Sr. Professor Doutor Luís Ferreira do Amaral, do Departamento de História e Estudos Políticos e Internacionais da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.


Discurso do Presidente do Movimento Independência de Portugal, lido por René Cordeiro, dirigente do Movimento.


Homenagem a Marcelino da Mata:
Discurso de elogio póstumo pelo Coronel Manuel Bernardo, lido pelo comando Eng.º João Corte Real.