A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

sábado, 15 de maio de 2021

76º ANIVERSÁRIO DE S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE, DUQUE DE BRAGANÇA

 

Neste dia em que Sua Alteza Real O Senhor Dom Duarte completa mais um aniversário, a Real Associação da Beira Litoral, sua direcção e todos os seus associados, querem dar muitos parabéns e desejar à Sua Alteza Real muita Felicidade, Alegria, Paz e Saúde e que passe um dia muito Feliz na companhia da Família Real.


QUE DEUS ABENÇOE E PROTEJA S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE E A FAMÍLIA REAL PORTUGUESA!

VIVA O REI!   
VIVA A FAMÍLIA REAL!
VIVA PORTUGAL!

 





O Chefe da Casa Real Portuguesa, Dom Duarte Pio João Miguel Gabriel Rafael de Bragança é filho dos Duques de Bragança, Dom Duarte Nuno, Neto de D. Miguel I, Rei de Portugal e Dona Maria Francisca de Orleans e Bragança, Princesa do Brasil, trineta do Imperador D. Pedro I do Brasil, também conhecido como D. Pedro IV de Portugal.

Em período de exílio que atingiu a Família Real, nasceu na Suíça mas em território português: na Embaixada de Portugal em Berna, a 15 de Maio de 1945. Teve por padrinhos Sua Santidade o Papa Pio XII e por madrinha a Rainha Dona Amélia de Orleans e Bragança, então viúva de D. Carlos I, Rei de Portugal.

Permitido o regresso a Portugal da Família Real nos anos 50, estudou no Colégio Nuno Álvares (Caldas da Saúde) em Santo Tirso entre 1957 e 1959.

Em 1960 ingressou no Colégio Militar, prosseguindo, posteriormente, os Seus estudos no Instituto Superior de Agronomia e ainda no Instituto para o Desenvolvimento na Universidade de Genebra.

Cumpre o serviço militar em Angola como Tenente Piloto Aviador da Força Aérea entre 1968 e 1971. Durante esse período conheceu em profundidade as populações das então Províncias Ultramarinas, estabelecendo relações de amizade, em particular, com chefes tradicionais e lideres espirituais das várias religiões, circunstancias essas que lhe criaram dificuldades acrescidas com as autoridades em Lisboa.

Como Presidente da Campanha “Timor 87”, desenvolveu actividades de apoio a Timor e aos Timorenses residentes em Portugal e noutros países, iniciativa que teve o mérito de dar um maior destaque à Causa Timorense.

Sob a presidência do Senhor Dom Duarte participaram dessa campanha numerosas personalidades notáveis de diferentes quadrantes da sociedade portuguesa da altura, conseguindo-se a construção de um bairro para Timorenses desalojados.

Através da Fundação Dom Manuel II, instituição que preside, deu continuidade a esse empenho através de ajudas financeiras para a concretização de projectos nos domínios da educação, cultura e promoção do desenvolvimento humano em Timor e noutros países lusófonos.

Encetou contactos a vários níveis incluindo uma visita aos Governantes Indonésios, e a Timor Sob ocupação, que contribuiu decisivamente para uma mudança da atitude do Governo Indonésio e para O despertar de consciências em relação ao processo de independência daquele território.

É Presidente Honorário e membro de diversas instituições, sendo actualmente membro do Conselho Supremo dos Antigos Alunos do Colégio Militar e Presidente Honorário do Prémio Infante D. Henrique, programa vocacionado para jovens e que tem como Presidente Internacional S.A.R. o Duque de Edimburgo.

Desde muito jovem dedicou a sua atenção á defesa do ambiente, pertencendo desde os dez anos à Liga para a Protecção da Natureza.

Manifestando um profundo interesse e amor por Portugal e por toda a presença de Portugal no mundo, só ou acompanhado da sua Família percorre anualmente várias regiões do País, países lusófonos e comunidades portuguesas no mundo inteiro a convite dos responsáveis locais.

É Grão Mestre da Ordem de N. Sra. da Conceição de Vila Viçosa e da Ordem de São Miguel da Ala,   Bailio Grã-Cruz da Ordem Soberana de Malta, membro do Conselho Científico da Fundação Príncipes de Arenberg.

Agraciado por múltiplas ordens honoríficas, o Duque De Bragança está ligado por laços familiares a várias Casas Reais da Europa, nomeadamente: Luxemburgo, Áustria-Hungria, Bélgica, Liechenstein, Itália, Espanha, Roménia, Sérvia, Bulgária Thurn e Taxis, Bourbom Parma, Loewenstein etc.

Visita regularmente países com estreita relação histórica a Portugal frequentemente a convite dos respectivos Governos ou Chefes de Estado com quem mantém laços de amizade, como por exemplo o Brasil, Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos, Japão, China, Marrocos, Rússia, Estados Unidos, etc.



Casou a 13 de Maio de 1995, com a Senhora Dona Isabel de Herédia, e é pai de:

Dom Afonso de Santa Maria, Príncipe da Beira, nascido a 25 de Março de 1996 e baptizado em Braga a 1 de Junho de 1996,

Dona Maria Francisca nascida a 3 de Março de 1997 e baptizada em Vila Viçosa em 31 de Maio de 1997

Dom Dinis nascido a 25 de Novembro de 1999 e baptizado no Porto em 19 de Fevereiro de 2000.

VISITA DE SS.AA.RR. OS DUQUES DE BRAGANÇA E DO PRÍNCIPE DA BEIRA À ILHA TERCEIRA

 


Por ocasião da visita de SS.AA.RR. os Duques de Bragança e o Príncipe da Beira à Ilha Terceira realiza-se um Jantar com inscrições abertas no Clube de Golfe da Ilha Terceira, dia 15 de Maio, às 21H00. As inscrições devem ser feitas até quinta feira dia 13 de Maio para o email acda@acda.pt



Tomaz Dentinho


Programa da visita da SS AA RR e do SAR o Príncipe da Beira aos Açores

sexta-feira, 14 de maio de 2021

MONUMENTO AO PAPA PIO XII INAUGURADO NA VILA MEDIEVAL DE OURÉM



A Vila Medieval de Ourém conta desde esta tarde de 13 de maio com um novo monumento dedicado ao Papa Pio XII, numa cerimónia de inauguração que teve a participação do Presidente da Câmara Municipal de Ourém, Luís Miguel Albuquerque, e do Duque de Bragança, D. Duarte Pio.

REAL DA MADEIRA E PORTO SANTO ASSINALA ANIVERSÁRIO DE S.A.R. O DUQUE DE BRAGANÇA

No próximo dia 15 de Maio de 2021 a Real Associação da Madeira e do Porto Santo assinala o Aniversário de Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, com uma Missa que será celebrada por Sua Excelência Reverendíssima o Bispo do Funchal, Senhor Dom Nuno Braz.


A Missa será às onze horas da manhã na Sé Catedral do Funchal.

Esta Missa será, também, rezada pela Família Real de Portugal, quando é assinalado o Dia Internacional da Família.
A data foi escolhida pela Assembleia Geral da ONU, que proclamou o Dia 15 de Maio como o Dia Internacional da Família.

A Real Associação da Madeira e do Porto Santo convida todos os Madeirenses e Porto-santenses a participarem nesta Acção de Graças.

Maria do Carmo Melvill de Araújo
Secretária da Direção

TV Monarquia Portuguesa

CELEBRAÇÃO DOS 850 ANOS DA ORDEM DE SÃO MIGUEL DA ALA

Fotos: Maria Castro

No passado dia 08 de Maio de 2021, celebrou-se no Mosteiro de Alcobaça, o inicio do Ano Jubilar da Real Ordem de São de Miguel da Ala da Casa Real Portuguesa, a mais antiga Ordem Militar Equestre Portuguesa, e fundada pelo nosso Rei fundador, D. Afonso Henriques, assim,

S.S. o Papa Francisco concedeu um Ano Jubilar da Real Ordem de São Miguel da Ala da Casa Real Portuguesa pelos 850 Anos da Fundação e 20º Aniversário da Real Irmandade com Indulgências que podem ser lucradas entre 8 de Maio de 2021 e 29 de Setembro de 2022 no Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça - Sede Espiritual da Ordem desde 1171 -, no Santuário do Santíssimo Milagre de Santarém, nas Igrejas Paroquias de Fátima e de Ourém, na Regalis Lipsanotheca no Castelo de Ourém em Portugal - Sede do Secretariado da Real Irmandade de São Miguel da Ala -, no Santuário de Santiago de Compostela, no Mosteiro de Santa Maria de Osera em Espanha, no Santuário de São Miguel no Monte Gargano, Itália e em todos os outros Santuários dedicados a São Miguel Arcanjo.
Recordemos algumas palavras, que o Grão-Mestre Nato, da Real Ordem Militar e Equestre de São Miguel da Ala, S.A.R. o Senhor D. Duarte Pio de Bragança, Duque de Bragança, e Chefe da Casa Real Portuguesa, proferiu, em Fátima, no dia 10 de Junho de 2002, acerca da devoção exclusiva de Portugal ao Arcanjo São Miguel, Anjo de Portugal e da Paz:
" A nossa sociedade também parece estar hoje alegremente dominada por padrões de comportamento e contra-valores morais que pela primeira vez na história, são aceites como valores positivos.
O mal foi sempre praticado pelo homem, mas reconheciam-no como tal. Hoje o mal é apresentado como sendo o Bem."

quinta-feira, 13 de maio de 2021

26 º ANIVERSÁRIO DO MATRIMÓNIO DOS DUQUES DE BRAGANÇA

SS.AA.RR. os Senhores Duques de Bragança casaram há 26 anos na Igreja de Santa Maria de Belém.

Hoje, dia 13 de Maio, dia de Nossa Senhora de Fátima, comemora-se o aniversário de Matrimónio de SS.AA.RR., Os Senhores Duques de Bragança, Dom Duarte Pio e Dona Isabel.

Desejamos a Vossas Altezas as maiores felicidades e que Deus Vos Abençoe.

Que Nossa Senhora de Fátima esteja sempre presente no Amor, na Alegria e na Caridade dos Nossos Reis e Infantes.


VIVA O REI! VIVA A RAINHA!

VIVA A FAMÍLIA REAL!




quarta-feira, 12 de maio de 2021

EM HOMENAGEM À VIRGEM SANTA MARIA, RAINHA DE PORTUGAL E DO MUNDO BÊNÇÃO E INAUGURAÇÃO DO MONUMENTO A S.S. PAPA PIO XII

 

PROGRAMA II
EM HOMENAGEM À VIRGEM SANTA MARIA, RAINHA DE PORTUGAL E DO MUNDO
BÊNÇÃO E INAUGURAÇÃO DO MONUMENTO A S.S. PAPA PIO XII
Quinta-Feira, 13 de Maio de 2021
Regalis Lipsanotheca - Castelo de Ourém
(Sede do Secretariado Internacional da R.I.S.M.A.)

16:00 Horas - Bênção de Monumento a S.S. Papa Pio XII em Comemoração do 75º Aniversário da Coroação de Nossa Senhora de Fátima como Rainha do Mundo.

SANTA JOANA PRINCESA, PADROEIRA DE AVEIRO

 

n.      6 de fevereiro de 1452.
f.       12 de maio de 1490.

 

Princesa de Portugal, filha do rei D. Afonso V e da rainha, sua mulher, D. Isabel. 

Nasceu em Lisboa a 6 de fevereiro de 1452; faleceu no convento de Aveiro a 12 de maio de 1490. 

O nascimento desta princesa causou o maior entusiasmo e alegria, por não haver sucessor, e logo no berço foi jurada em cortes por princesa herdeira do reino, titulo que pela primeira vez se dava em Portugal. O nome de Joana, que recebeu no baptismo, fora em memória de S. João Evangelista, a que sua mãe consagrava cordial afecto. Desde muito criança mostrou tendências para a vida religiosa. Tinha quinze anos quando faleceu a rainha sua mãe, e D. Afonso V logo lhe deu casa com a mesma grandeza e fausto, e por mordomo, primeiramente a Fernão Telo de Meneses, do seu conselho, e depois a D. João de Lima, 2.º visconde de Vila Nova de Cerveira. A princesa continuou na sua vida religiosa, tornando-se digna da admiração de todos pelas suas elevadas virtudes, e pela forma com que ao decoro da sua pessoa unia os rigores da maior austeridade, porque no público ostentava pelas galas a pompa e fausto senhoril, e no interior ocultava por baixo delas a estamenha grosseira, o cilício e outros instrumentos de penitencia. Não faltava nas festas e nas danças com o semblante alegre, mas não perdia um só momento de se entregar com humildade ao jejum, à oração, e sobretudo às muitas esmolas que repartia com largueza, e por sua própria mão aos pobres. Chegou a ter por divisa, pela sua grande devoção, e a mandar pintar uma coroa de espinhos em todas as salas do seu paço, fazendo-a gravar em sua prata, e esmaltar em todas as suas jóias. Alguns príncipes desejaram tê-la por esposa; Luís XI, rei de França, pediu-a em casamento para o delfim seu filho; Maximiliano, rei dos romanos, filho do imperador Frederico III; [Ricardo III], rei de Inglaterra; porém a santa princesa todos rejeitou, porque o seu maior desejo era consagrar-se a Deus. 

Em 1471, voltando D. Afonso V da tomada de Arzila e de Tanger; determinou Santa Joana cortar por tudo que se oferecesse contra a sua vocação, e tomar o hábito de religiosa. Esperou o pai, vestida ricamente e adornada com as melhores jóias, beijou-lhe reverente a mão, declarou sua vontade, requereu como paga do mesmo triunfo que ele ganhara, instou, e conseguiu, ainda que contra vontade de D. Afonso, o que ela mais desejava, a entrada no claustro. Passou primeiro ao mosteiro de Odivelas para a companhia de D. Filipa de Lencastre, sua tia; sentindo, porém, abraçar-se em desejos de mais austera observância, resolveu recolher-se no convento de Jesus de Aveiro da ordens de S. Domingos, por ter fama de grande austeridade, preferindo-o ao de  Santa Clara, de Coimbra, que seu pai lhe apontava. Fez a sua entrada solene no referido convento de Aveiro com a mesma, D. Filipa, sua tia, a 3 de agosto de 1472. Desejosa de professar, passados dois anos e meio depois da sua entrada, a 25 de janeiro de 1475, vestiu o hábito com todas as cerimónias da religião. A deliberação da piedosa princesa causou o maior desgosto a D. Afonso V e a seu filho, o príncipe D. João, que se opuseram energicamente, assim como os grandes do reino, levando os povos a protestar por seus procuradores à porta do mosteiro contra aquela resolução, de que podiam resultam graves perigos para o reino em vista da falta de sucessores à Coroa, mas esses rogos, nem a doença, de que esteve quase sendo vitima antes de terminar o ano de noviciado, fizeram desistir a princesa do seu propósito. Não pôde, contudo, professar, porque uma junta de teólogos congregada na presença do soberano para decidir tão importante assunto, resolveu que a princesa estava obrigada em consciência a deixar essa pretensão. D. Joana, vendo que não podia realizar o seu desejo, contentou-se em ficar no convento como secular, não havendo meio de a resolver a voltar à corte. No ano de 1479, porém, sobreveio-lhe nova tribulação com a peste que se desenvolveu em Aveiro, e a santa princesa foi constrangida a sair do convento a 7 de setembro e a retirar-se à vila de Avis, e depois a Abrantes. Cessando o mal, passados onze meses, recolheu-se outra vez ao seu convento. Com a morte do rei seu pai em 1481 e tendo sido aclamado seu irmão D. João II, fez voto solene de castidade a 25 de novembro do referido ano, continuando com maior fervor os seus costumados exercícios com todos os rigores de religiosa, até que faleceu. Foi sepultada no coro, onde em 1577 D. Ana Manique de Lara, duquesa de Caminha, lhe mandou fazer um túmulo de ébano, marchetado de bronze dourado. 

Pelas suas virtudes o povo principiou a considerá-la santa, culto que já lhe rendia em vida, mas que aumentou em devoção depois da sua morte. No ano de 1626 começou-se com grande empenho a diligência da sua beatificação. Abriu-se o túmulo, e encontrou-se o corpo como se tivesse ali sido depositado naquela hora; tiradas as inquirições de seus milagres pelo bispo de Coimbra D. João Manuel, se lhe mandou pendurar diante uma lâmpada de prata. Foi canonizada a 4 de abril de 1693, por Inocêncio XII, concedendo que no reino e seus domínios se pudesse rezar desta virgem, e pudessem ser veneradas as suas imagens, e invocar a protecção, como bem-aventurada, a rogos do rei D. Pedro II e de todos os prelados e magistrados do reino. O referido monarca D. Pedro II lhe mandou fazer um sumptuoso mausoléu de jaspe finíssimo lavrado com variedade de embutidos, mas só depois da sua morte, é que as santas relíquias para ali foram trasladadas, a 25 de outubro de 1711. Sobre o mausoléu estão as quinas portuguesas, e na face a coroa de espinhos que a santa adoptara por divisa. O mausoléu estava cercado de lâmpadas, e o duque de Aveiro, D. Gabriel de Lencastre, lhe ajuntou cinco primorosos candeeiros de prata de grande valor, que doou ao mosteiro. Santa Joana foi senhora da vila de Aveiro e seu termo, menos a jurisdição que não quis nunca, e de todas as rendas, direitos reais dízimos de pescado, com a sisa e imposição do sal da mesma vila; e dos lugares de Mortágua, Eixo, Requeixo, a quinta de Vilarinho e de Balsaime, com todos os seus reguengos de que se lhe fez mercê a 19 de agosto de 1485, como consta do Arquivo Real.



terça-feira, 11 de maio de 2021

PAPA FRANCISCO CONCEDE ANO JUBILAR À ORDEM DE SÃO MIGUEL DA ALA DA CASA REAL PORTUGUESA PELOS 850 ANOS DA SUA FUNDAÇÃO E PELOS 20 ANOS DA ERECÇÃO CANÓNICA DA REAL IRMANDADE DE SÃO MIGUEL DA ALA

No passado dia 08 de Maio de 2021, celebrou-se no Mosteiro de Alcobaça, o inicio do Ano Jubilar à Real Ordem de São de Miguel da Ala da Casa Real Portuguesa, a mais antiga Ordem Militar Equestre Portuguesa, e fundada pelo nosso Rei fundador, D. Afonso Henriques, assim, S.S. o Papa Francisco concedeu um Ano Jubilar da Real Ordem de São Miguel da Ala da Casa Real Portuguesa pelos 850 Anos da Fundação e 20º Aniversário da Real Irmandade com Indulgências que podem ser lucradas entre 8 de Maio de 2021 e 29 de Setembro de 2022 no Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça - Sede Espiritual da Ordem desde 1171 -, no Santuário do Santíssimo Milagre de Santarém, nas Igrejas Paroquias de Fátima e de Ourém, na Regalis Lipsanotheca no Castelo de Ourém em Portugal - Sede do Secretariado da Real Irmandade de São Miguel da Ala -, no Santuário de Santiago de Compostela, no Mosteiro de Santa Maria de Osera em Espanha, no Santuário de São Miguel no Monte Gargano, Itália e em todos os outros Santuários dedicados a São Miguel Arcanjo.
Recordemos algumas palavras, que o Grão-Mestre Nato, da Real Ordem Militar e Equestre de São Miguel da Ala, S.A.R. o Senhor D. Duarte Pio de Bragança, Duque de Bragança, e Chefe da Casa Real Portuguesa, proferiu, em Fátima, no dia 10 de Junho de 2002, acerca da devoção exclusiva de Portugal ao Arcanjo São Miguel, Anjo de Portugal e da Paz:
" A nossa sociedade também parece estar hoje alegremente dominada por padrões de comportamento e contra-valores morais que pela primeira vez na história, são aceites como valores positivos.
O mal foi sempre praticado pelo homem, mas reconheciam-no como tal. Hoje o mal é apresentado como sendo o Bem."



Indulgências concedidas pelo Santo Padre Papa Francisco entre 8 de Maio de 2021 e 29 de Setembro de 2022 a serem lucradas pelos fieis no Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça - Sede Espiritual da Ordem desde 1171 -, no Santuário do Santíssimo Milagre de Santarém, nas Igrejas Paroquias de Fátima e de Ourém e na Regalis Lipsanotheca no Castelo de Ourém em Portugal - Sede do Secretariado da Real Irmandade de São Miguel da Ala - , no Santuário de Santiago de Compostela, no Mosteiro de Santa Maria de Osera em Espanha, no Santuário de São Miguel no Monte Gargano, Itália e em todos os outros Santuários dedicados a São Miguel Arcanjo.
JUBILEU
850º ANIVERSÁRIO DA FUNDAÇÃO DA REAL ORDEM DE SÃO MIGUEL DA ALA
20º ANIVERSÁRIO DA REAL IRMANDADE DA ORDEM DE SÃO MIGUEL DA ALA
ANO JUBILAR
(8 DE MAIO DE 2021 - 29 DE SETEMBRO DE 2022)
DECRETO
(Tradução)
Prot. 447/21/I
A Penitenciaria Apostólica, em virtude das faculdades especificamente outorgadas pelo Santíssimo Padre em Cristo Nosso Senhor, pela Divina Providência Papa Francisco;
Aos Eminentíssimos e Reverendíssimos Cardeais, aos Beatíssimos e Reverendíssimos Patriarcas, aos Excelentíssimos e Reverendíssimos Arcebispos e Bispos Protectores ou Capelães, aos Membros das Ordens Dinásticas da Casa Real de Portugal;
Gentilmente Concede que nos dias 8 de Maio, 10 de Junho e 24 a 29 de Setembro de 2021, pelos Oitocentos e Cinquenta anos desde que o Rei D. Afonso Henriques fundou a Real Ordem Monástica Dinástica e Militar de São Miguel da Ala, Canonicamente Aprovada pela Bula do Papa Alexandre III no ano MCLXXVII (1177), e no Vigésimo Aniversário da Erecção Canónica da Real Irmandade de São Miguel da Ala, que após a Celebração do Santo Sacrifício, seja Dada a Bênção Papal, com Indulgência Plenária anexa, nas condições usuais (Confissão Sacramental, Comunhão Eucarística e Oração pelas intenções do Sumo Pontífice);
A Sua Alteza Real D. Duarte Pio, Duque de Bragança, Conde de Ourém, Afilhado Baptismal do Servo de Deus Papa Pio XII e da Rainha D. Amelia d'Orléans e Bragança, a todos e individualmente Membros da Casa Real de Portugal; aos Capelães, ao Conselho, aos Chanceleres e Juizes da Real Irmandade, aos Confrades Professos e Honorários (Membros), e também a todos os Bispos, Cónegos e Presbíteros, Diáconos, Religiosos e Religiosas, aos associados de todas as Irmandades e a todos os fiéis presentes que participem nas Cerimónias Sagradas com espírito penitente e animados pela caridade;
Os fiéis que com devoção receberem a Bênção Papal, embora impedidos por circunstâncias razoáveis, não podendo assistir fisicamente aos Ritos Sagrados, desde que assistam com piedosa intenção durante os mesmos Ritos por meio da Televisão e da Rádio, poderão igualmente ganhar Indulgência Plenária, de acordo com as regras da lei.
Este Decreto é válido para o Ano do Jubileu, sem prejuízo de qualquer disposição em contrário.
Dado em Roma, no Palácio da Penitenciaria Apostólica, aos 25 dias de Março, do Ano da Encarnação do Senhor MMXXI (2021)
(Assinaturas)
Cardeal Mauro Piacenza - Penitenciario Mor Christophorus Nykiel - Regente
(No 375º Aniversário da Aclamação e Coroação da Virgem Santa Maria
Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa como Rainha e Padroeira de Portugal)


 RADIO VATICANA (o Canal de Notícias Oficial da Santa Sé) anunciou hoje a seguir à transmissão do Angelus do Santo Padre na Praça de São Pedro que o Papa Francisco concedeu um Ano Jubilar à Ordem de São Miguel da Ala da Casa Real Portuguesa pelos 850 Anos da Fundação e 20º Aniversário da Real Irmandade com Indulgências que podem ser lucradas entre 8 de Maio de 2021 e 29 de Setembro de 2022 no Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça - Sede Espiritual da Ordem desde 1171 -, no Santuário do Santíssimo Milagre de Santarém, nas Igrejas Paroquias de Fátima e de Ourém, na Regalis Lipsanotheca no Castelo de Ourém em Portugal - Sede do Secretariado da Real Irmandade de São Miguel da Ala -, no Santuário de Santiago de Compostela, no Mosteiro de Santa Maria de Osera em Espanha, no Santuário de São Miguel no Monte Gargano, Itália e em todos os outros Santuários dedicados a São Miguel Arcanjo.
Federation of Royal Brotherhoods of the Order of Saint Michael of the Wing

37º ANIVERSÁRIO DA ELEVAÇÃO DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS A CIDADE

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

MENSAGEM DO DIA 1º DE DEZEMBRO DE S.A.R. O SENHOR DUQUE DE BRAGANÇA


Mensagem 1o Dezembro 2020
S.A.R. o Senhor D. Duarte, Duque de Bragança
Escrever a minha Mensagem do dia 1o de Dezembro numa ocasião tão difícil para os
Portugueses implica uma especial responsabilidade. No entanto não posso deixar de
afirmar a minha preocupação perante a situação portuguesa e a minha total
solidariedade para com as tão numerosas vítimas de uma potencial situação de
pobreza da qual não tiveram culpa. Todos quantos viram as suas actividades
económicas encerradas pelas medidas sanitárias tomadas pelo Governo, são os que
mais direito teriam a um apoio estatal, desde empresários a empregados.

O Estado não pode mandar para casa um país inteiro, sem garantir as atempadas
condições económicas que permitam os portugueses e as suas empresas
sobreviverem.

Também merecem um apoio mais eficaz possível, todos os que têm enfrentado e
combatido com coragem e abnegação as suas difíceis tarefas, como os profissionais
de saúde, de áreas assistenciais, prestadores de serviços de alimentação e segurança.
Não podemos esquecer os empresários que diariamente lutam no terreno para manter
o funcionamento das suas empresas e a economia do país, que somos todos nós. É
nossa obrigação manifestar-lhes reconhecimento e gratidão.

Esta pandemia chegou a Portugal meses depois de serem conhecidos os efeitos na
China, bem como em alguns países europeus. Numa fase inicial, lidámos bem com a
situação, tendo tomado medidas acertadas e atempadas.

Infelizmente, nesta segunda fase da pandemia, não adoptámos a tempo as medidas
necessárias e suficientes que permitissem atenuar o seu impacto, sobretudo na
população mais debilitada pela idade e pela saúde. Muitas das medidas adoptadas,
quer no campo da prevenção sanitária, quer no da economia não foram suficientes,
por erráticas ou contraditórias.

As falhas de prevenção verificaram-se quando todos os especialistas já previam o
surgimento de uma segunda vaga. Recentemente os últimos Bastonários da Ordem
dos Médicos, em carta dirigida à Ministra da Saúde, queixam-se da falta de estratégia
das autoridades nacionais e exigem uma maior articulação do SNS com os sectores
de saúde sociais e privados para optimização da capacidade instalada, caso contrário
a situação poderá ser trágica.
As consequências da estratégia adoptada levaram ao preocupante estado actual:
Na saúde, segundo dados da Ordem dos Médicos, ficaram por fazer milhares de
cirurgias e milhares de consultas. Neste momento, os óbitos por não COVID
dispararam para números preocupantes. Seria importante resolver os problemas
burocráticos que impedem centenas de Médicos e Enfermeiros formados no
estrangeiro a viver em Portugal de poderem contribuir com as suas competências na
luta contra esta pandemia.

Segundo as previsões económicas, Portugal terá no final do ano uma recessão de
mais de 8% e um brutal aumento do desemprego.

Espera-se que Portugal venha a receber da UE, uma quantia muito avultada para
impulsionar a recuperação da economia.
A concretizar-se será sem dúvida uma boa notícia, cujo desenlace se deseja bem-
sucedido, com a aplicação de forma ajustada, isenta e bem controlada das verbas
atribuídas. É fundamental conhecer com clareza qual o critério de atribuição e qual o
seu controlo. Desta vez não pode haver margem de erros, nem facilitismos.

É uma oportunidade única para a modernização e recuperação económica do País.
Assim, é fundamental exigir-se aos governantes e entidades públicas a maior
transparência na atribuição e gestão destas verbas. Infelizmente os índices
internacionais de corrupção situam o País abaixo da média da Europa ocidental e da
União Europeia, reflectindo a falta de reformas estruturais para o reforço da
integridade do Estado.

Portugal não pode mais ser adiado. É hora dos Portugueses estarem vigilantes e
actuarem.

O País está envelhecido e cada vez é maior a dependência da sociedade em relação
ao Estado.

Ao contrário das Monarquias do Norte da Europa, onde as pessoas enriquecem antes
de envelhecer, em Portugal as pessoas envelhecem sempre a empobrecer. Este é um
dos problemas base que urge resolver e que evitaria muitos dos actuais males que
existem na sociedade portuguesa.

Vivemos enredados por uma estranha coligação de interesses em que uma minoria
impõe controversas medidas e inaceitáveis ideologias a uma maioria. Infelizmente
pretendem que se aceite com naturalidade verdadeiros atentados à moral e princípios
gerais da humanidade, como são os casos, no plano ideológico, da introdução no
programa da Educação para a Cidadania, da ideologia do Género ou da votação para
o Referendo à Eutanásia, em que uma centena e meia de deputados calaram a voz a
milhões de portugueses. Sendo este último tema, para mais, suscitado num contexto
chocante para a população que, diariamente, é confrontada com um número crescente
de mortos entre as pessoas mais velhas e debilitadas.
Chega-se ao apuro de se pretender apagar a História de que tanto nos orgulhamos e
quererem fazer acreditar às gerações mais jovens que somos depreciativamente o que
nunca fomos.

Mais de 200 anos depois da Revolução Liberal ter introduzido que a escolha dos
deputados para o Parlamento se faria por voto directo, ninguém está interessado em
questionar por que razão mais de 50% dos eleitores não votam.

Nunca os deveres cívicos assumiram tamanha importância para salvação da Pátria.
Quem não se dá ao trabalho de participar, de votar e de pagar os seus impostos não
tem qualquer autoridade moral para criticar o rumo que Portugal leva.

Apelo à participação cívica para o combate em defesa dos valores da vida e dos
tradicionais direitos do homem assentes nas nossas raízes cristãs para que seja
possível ajudarmos a construir um Portugal bem melhor.

No próximo mês de Janeiro o País vai assistir a uma nova eleição presidencial. Mais
uma vez vamos expor a Chefia de Estado à fractura e conflitualidade ideológica,
enfraquecendo a sua autoridade e representatividade. São essas as consequências
mais evidentes da eleição do Chefe de Estado. Seria de elementar justiça e
inteligência política retirar da Constituição os elementos não democráticos que
impedem a possibilidade de o Povo preferir ter um Rei, à semelhança do que
acontece hoje em vários países europeus e alguns fora da Europa, que são geralmente
exemplos de coesão política, eficácia e transparência democrática.

A chefia de Estado, independente dos poderosos interesses económicos e políticos,
exercida pelos Reis e Rainhas actuais é que tem conseguido garantir melhor estes
valores, assim como a soberania e a identidade nacional aos seus povos.

Como se pode verificar nos países escandinavos, no Luxemburgo, Bélgica e
Holanda, no Reino Unido, entre outros.

Quando se assinalam os 380 anos da restauração da independência nacional, através
de uma heróica intervenção dos nossos antepassados, o caminho que a actual crise
sanitária e económica nos exige é o da adaptação dos nossos comportamentos na
defesa do bem comum e vencer o medo de um futuro incerto e exigente.
Tenho a certeza de que uma vez mais os Portugueses saberão ultrapassar este
momento e sair vitoriosos.

Viva Portugal!