A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

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Autor: Nuno A. G. Bandeira

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quarta-feira, 13 de abril de 2016

HOJE: ENTREGA DO PRÉMIO PRÍNCIPE DA BEIRA EM CIÊNCIAS BIOMÉDICAS 2015

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Um trabalho sobre a importância de uma molécula na insuficiência cardíaca venceu a primeira edição. Mais de três dezenas de candidaturas foram avaliadas por cientistas e personalidades de mérito. Júri estará presente na sessão, em Guimarães.

A cerimónia de entrega do “Prémio Príncipe da Beira em Ciências Biomédicas 2015” terá lugar esta quarta-feira, 13 de Abril, às 12 horas, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Guimarães, e contará com a presença de representantes de todas as entidades envolvidas, nomeadamente da Universidade do Minho, do Município de Guimarães e ainda da Fundação D. Manuel II, contando ainda com a presença de Dom Afonso, Príncipe da Beira, responsável pela entrega do prémio.
Depois de analisadas 34 candidaturas, elegeu-se como vencedor do Prémio Príncipe da Beira em Ciências Biomédicas 2015 a proposta apresentada pela candidata Mariana Pintalhão, da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, com o trabalho intitulado “Papel da Relaxina na Insuficiência Cardíaca com Fracção de Ejecção Preservada: Do Laboratório à Prática Clínica”.
A insuficiência cardíaca com fracção de ejecção preservada (ICFEP) é um crescente problema de saúde pública, representando cerca de metade dos doentes com insuficiência cardíaca. No entanto, o seu diagnóstico é difícil e não existem, até ao momento, terapêuticas eficazes. A relaxina apresenta-se como uma molécula muito promissora neste contexto.
Com este projecto, pretende-se avaliar o papel da relaxina circulante como um novo biomarcador de diagnóstico e prognóstico nos doentes com ICFEP, bem como caracterizar o efeito da relaxina na função miocárdica e vascular humana. Este conhecimento poderá ser de grande valor para o diagnóstico precoce destes doentes e abrir novos horizontes para o desenvolvimento de estratégias terapêuticas que permitam uma melhoria dos cuidados de saúde dos doentes com ICFEP.
O júri decidiu ainda atribuir, unanimemente, uma Menção Honrosa ao trabalho proposto pelo candidato Raphaël Canadas, intitulado “Modelo 3D de Tecido Osteocondral como uma Plataforma Tecnológica para Investigação In vitro de Novos Fármacos: Estudo das Alterações Moleculares e Celulares Durante a Progressão da Osteoartrite”.

Uma nova geração de investigadores

O Prémio Príncipe da Beira Ciências Biomédicas, instituído pela Fundação D. Manuel II, pela Universidade do Minho e pelo Município de Guimarães, consiste num galardão, no valor de 15 mil euros, que visa distinguir um investigador de excelência na área, com menos de 40 anos, pretendendo apoiar o seu plano de pós-graduação a realizar numa instituição de I&D nacional e/ou estrangeira.
A iniciativa tem como objectivo primordial premiar anualmente a excelência da investigação e contribuir para abrir novos caminhos na investigação aplicada e ética no domínio das ciências biomédicas. Pretende também colaborar para o desenvolvimento de terapias avançadas e impulsionar o desenvolvimento de uma nova geração de investigadores com formação focada naquela área científica.

Foi admitido a concurso um único plano de trabalho por candidato(a), o qual deveria ser executado por um período mínimo de um ano e ser enquadrado nos estudos pós-graduados, nomeadamente de doutoramento. O júri incluiu personalidades e cientistas de mérito, como Manuel Braga da Cruz, Rui L. Reis, Miguel Oliveira, Adalberto Neiva de Oliveira, Adelina Paula Pinto e António Ferreira.



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Prémio Príncipe da Beira em Ciências Biomédicas 2015 

Esta Quarta-feira, 13 de Abril, às 11h30, terá lugar a entrega do Prémio ” Príncipe da Beira Ciências Biomédicas 2015 ” no Salão Nobre da Câmara Municipal de Guimarães, com a presença do Senhor Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, do Senhor Reitor da Universidade do Minho e de S.A.R. D.Afonso, Príncipe da Beira.

O Prémio Príncipe da Beira Ciências Biomédicas foi instituído pelo Duque de Bragança através da Fundação D. Manuel II, pela Universidade do Minho e o Município de Guimarães. Este prémio consiste num galardão, no valor de 15 mil euros, que visa distinguir um investigador de excelência na área, com menos de 40 anos de idade, pretendendo apoiar o seu plano de pós-graduação a realizar numa instituição de I&D nacional e/ou estrangeira.

A iniciativa tem como objectivo primordial premiar anualmente a excelência da investigação e contribuir para abrir novos caminhos na investigação aplicada e ética no domínio das ciências biomédicas. Pretende também colaborar para o desenvolvimento de terapias avançadas e impulsionar o desenvolvimento de uma nova geração de investigadores c
om formação focada naquela área científica.




Prémio Príncipe da Beira em Ciências Biomédicas para Mariana Pintalhão

Trabalho distinguido é na área da insuficiência cardíaca.

A investigadora Mariana Pintalhão, da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, é a vencedora da primeira edição do Prémio Príncipe da Beira em Ciências Biomédicas. O prémio vai ser entregue amanhã, quarta-feira, pelas 12h00, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Guimarães.

O Prémio Príncipe da Beira Ciências Biomédicas, que tem o valor pecuniário de 15 mil euros, foi instituído pela Fundação D. Manuel II, pela Universidade do Minho e pelo município de Guimarães para distinguir um investigador de excelência na área, com menos de 40 anos, pretendendo apoiar o seu plano de pós-graduação numa instituição de investigação científica portuguesa ou estrangeira. O objectivo do galardão é também premiar anualmente a excelência da investigação, contribuindo para abrir novos caminhos na investigação aplicada e ética no domínio das ciências biomédicas.

Em comunicado da Câmara Municipal de Guimarães, explica-se que o trabalho distinguido com aquele galardão, entre 34 candidaturas, intitula-se Papel da Relaxina na Insuficiência Cardíaca com Fracção de Ejecção Preservada (ICFEP): Do Laboratório à Prática Clínica. O projecto vencedor pretende “avaliar o papel da relaxina circulante [uma molécula] como um novo biomarcador de diagnóstico e prognóstico nos doentes com ICFEP, bem como caracterizar o efeito da relaxina na função miocárdica e vascular humana”, explica o comunicado.

“Este conhecimento poderá ser de grande valor para o diagnóstico precoce destes doentes e abrir novos horizontes para o desenvolvimento de estratégias terapêuticas que permitam uma melhoria dos cuidados de saúde dos doentes com ICFEP”, acrescenta-se, dizendo-se ainda que a ICFEP “é um crescente problema de saúde pública, representando cerca de metade dos doentes com insuficiência cardíaca” e que “o seu diagnóstico é difícil e não existem, até ao momento, terapêuticas eficazes”.

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