A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

INAUGURAÇÃO DO GABINETE DOUTRINÁRIO DA JUVENTUDE MONÁRQUICA DO PORTO


Henrique Sousa de Azevedo

Caros correlegionários monárquicos, 

A cinco de Outubro de 1910 Portugal desapareceu para dar lugar à República Portuguesa. Pouco mais de dois anos volvidos após o regicídio, os portugueses viram-se de novo privados de um chefe de Estado democrático. Sedentos de poder e desejosos de legitimar o novo regime perante um povo que não o tinha escolhido, os republicanos cedo trataram de inventar novos símbolos nacionais. A tarefa passou por uma longa e morosa campanha publicitária — que persiste até aos dias de hoje — para denegrir a monarquia, retratando o soberano como um autocrata despótico, que governa pela força e pelo medo. Em oposição, a república é apresentada como tendo o monopólio da democracia, perene e inquestionável. Apesar de sucessivas tentativas de branqueamento dos abusos de poder que caracterizaram a I República, a verdade é outra.

Foi com a maior honra e sentido de dever que aceitei o convite para encabeçar o Gabinete Doutrinário da JMP, seguro de que posso dar um contributo para a promoção do ideal monárquico da forma que o concebemos: legitimado pelo povo, democrático e, acima de tudo, justo. Sei que a tarefa a que me proponho não é fácil, mas com afinco e tenacidade conseguiremos derrubar os preconceitos e a ignorância que ainda predominam na opinião pública. Nas palavras de Churchill: “We must KBO—keep buggering on.” Passo a passo, os portugueses perceberão que o Rei que queremos respeita a divisão de poderes, aconselha os governantes baseando-se na sua experiência e na sua dedicação total à Pátria e defende os interesses nacionais aquém e além-fronteiras. Não tenho dúvidas que, com o nosso apoio e lealdade, SAR o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, herdeiro e representante dos Reis de Portugal, será um chefe de Estado tão exemplar quanto tem sido como chefe de família. Afinal de contas, o que é a Nação senão a grande família dos portugueses?

Para que a nossa empresa seja levada a bom porto, teremos que ser pro-activos: debatam as questões, enviem-me textos de cariz doutrinário (que terei todo o gosto em divulgar), façam sugestões e críticas construtivas. Pela nossa parte, poderão contar com a Juventude Monárquica para organizar eventos de natureza diversa (palestras, tertúlias, debates) destinados a todos os que estiverem interessados em envolver-se na grande e nobre causa que é a restauração de Portugal pela monarquia.

Saudações monárquicas,


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