28.º ANIVERSÁRIO DA REAL ASSOCIAÇÃO DO PORTO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

PPM-MADEIRA PRECONIZA EM 2016 UMA MONARQUIA CONSTITUCIONAL

 

O Partido Popular Monárquico (PPM) Madeira "faz um balanço positivo do ano de estreia na Região, mas quer mais em 2016, o que passa pela continuidade do trabalho, até agora, efectuado e no crescimento do número de militantes", começa por referir um texto enviado às redacções pelo coordenador do projecto político na Madeira.

Para João Noronha, “o PPM apresentou-se pela primeira vez, mesmo numa coligação, nas eleições regionais e esse foi o ponto de partida para implantar finalmente o partido na Madeira", acrescentando que "a eleição de uma direcção regional e de seguida as eleições legislativas, mesmo sem o resultado esperado, foi preponderante para que fosse possível transmitir os nossos ideais, tendo vindo a aumentar o número de militantes".

Assim, para 2016, preconiza "o reforço e crescimento do número de militantes, a eleição de concelhias e mais trabalho em contacto directo com a população", o que "irá, por certo, fazer com que os madeirenses e porto-santenses entendam com mais profundidade o que pretendemos para a Região e todo o País", frisa.

João Noronha assegura que o partido continuará a sua "luta pela saúde e educação gratuita e de qualidade, pelo reforço do municipalismo e regresso das freguesias, por uma política ambientalista, em defesa da cultura e das nossas tradições". E acrescenta: "Apostar verdadeiramente na agricultura e pescas, pelo humanismo e políticas socias e por uma monarquia constituicional idêntica aos reinos que têm a melhor qualidade de vida na europa.”

Noutro ponto, assinala que o "PPM Madeira aponta o dedo a uma República cansada que, em 100 anos e logo de início em 1910, deixou Portugal num estado caótico, seguindo-se 40 anos de ditadura e agora uma democracia repleta de corrupção, troikas, pobreza, interesses sempre em defesa dos poderosos, bancos falidos”, conclui em defesa da Monarquia.

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