UM SANTO NATAL A TODOS!

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A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

S.A.R. O SENHOR DOM DUARTE PRESENTE NO FUNERAL DA RAINHA FABÍOLA DA BÉLGICA

Funeral Fabiola5
O funeral da rainha Fabíola da Bélgica, que morreu no passado dia 5 de Dezembro, aos 86 anos, realizou-se esta sexta-feira, dia 12.

Os restos mortais da monarca foram transladados num cortejo fúnebre do palácio real de Bruxelas para a Catedral se São Miguel e Santa Gúdula, onde decorreu a missa.

A cerimónia fúnebre foi marcada pela emoção e os membros da família real belga mostraram-se muito abatidos neste momento de dor. Os Reis Philippe e Mathilde e os quatro filhos – Elizabeth, Eleonore, Gabriel e Emmanuel- , encabeçaram o cortejo, seguidos dos Reis Alberto e Paola e da restante família real.

Na cerimónia de Estado, estiveram também presentes vários representantes das casas reais europeias, como D. Duarte de Bragança, Beatriz da Holanda, Margarida da Dinamarca, Sonja e Harald da Noruega, Juan Carlos e Sofía de Espanha, Maria Teresa e Henrique do Luxemburgo, acompanhados pelos príncipes Guilherme e Stéphanie, Carlos Gustavo e Sílvia da Suécia.

Fonte: move notícias






















Sua Majestade a Rainha Fabíola dos Belgas

O Senhor Dom Duarte foi convidado a assistir ao funeral de Sua Majestade a Rainha Fabíola dos Belgas, viúva de S.M. o Rei Balduíno, e Tia do actual Rei Philippe.

A Missa de Corpo Presente teve lugar sexta 12 de Dezembro em Bruxelas, na Catedral de S. Miguel e S. Gudule, na presença de representantes de várias Famílias Reais , do Governo e numerosas personalidades nacionais e estrangeiras.
Seguiu -se um almoço no Palácio de Laken, reservado aos Chefes de Estado e as Famílias Reais.

Os Reis da Bélgica descendem de uma das filhas do Rei de Portugal Dom Miguel I, o mesmo acontecendo com os Grão Duques do Luxemburgo e com o Príncipe Reinante do Liechtenstein, descendentes de outras filhas desse Rei, que se casou com a Princesa Adelaide de Loewenstein quando já se encontrava exilado.

É interessante notar que esses três Chefes de Estado recusaram-se a aprovar com a sua assinatura uma lei legalizando o aborto "a pedido ", argumentando que não podiam aceitar o genocídio das crianças que queriam nascer (em Portugal foram mortas legalmente mais de 150.000 em cinco anos).

Fonte: Casa Real Portuguesa

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