COMUNICADO DA CASA REAL PORTUGUESA

COMUNICADO DA CASA REAL PORTUGUESA

LEI DO PROTOCOLO DO ESTADO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

domingo, 22 de maio de 2016

TOMOU POSSE A NOVA DIRECÇÃO DA JMP-LISBOA

 

Dia 20 de Maio Tomou Posse a nova Direcção da Juventude Monárquica Portuguesa de Lisboa, contando com a presença dos Dirigentes da estrutura Nacional da JMP e da Direcção da Real Associação de Lisboa e Núcleo Sul do Tejo, aos quais agradecemos a presença neste momento tão especial.

Desta Direcção fazem parte os seguintes elementos:

Presidente: Nuno de Albuquerque Gaspar
Vice-Presidente: Pedro da Costa Lira
Secretário: Marta Catarina Pereira
Tesoureiro: Gonçalo Cunha da Mota
Vogal: João Miguel Ribeiro

Mesa da AG:

Presidente: Vicente Cardoso
Vice-Presidente: Constança Abelaire Marques
Secretário: Francisca Moura


Viva o Rei!
Viva Portugal!


 


























DISCURSO do Presidente da JMP-Nacional (Diogo Tomás) 
na Tomada de Posse da JMP-Lisboa 
no dia 20 de Maio

Caro Luís Barata, Vice – Presidente da Real Associação de Lisboa,
Caro Vicente, Presidente da Mesa da AG da JMP Lisboa,
Caros recém-eleitos para a Direcção e Mesa da AG da JMP Lisboa,
Caros associados e simpatizantes da JMP,
 
Boa tarde a todos.

Agradeço a todos, sem excepção, por terem vindo, num final de uma sexta-feira, à eleição dos novos dirigentes da JMP Lisboa.
 
Neste tempo em que os jovens pouco se movem por convicções, vocês são um exemplo do esforço e abnegação por um ideal superior a todos nós. Se estar aqui, hoje, não valesse a pena por outros motivos, que vale, bastava olhar para cada um de vós e ficar com a sensação de que Portugal tem futuro.
 
Permitam-me, porém, que o meu agradecimento especial vá para o nosso Nuno.
 
O Nuno esteve com a JMP desde o primeiro momento. A sua disponibilidade total, o seu “sim” constante, a sua amizade permanente e o seu amor por esta Causa, contribuíram para que esta casa se erguesse.
 
Como já disse outras vezes em relação a outros correligionários, o Nuno é daquelas pessoas que se quer ter ao lado na trincheira. 

Quando me imagino numa guerra, imagino-me a lutar e a dar a vida por amigos assim.
 
Nuno, obrigado pela tua abnegação. Obrigado por nos fazeres acreditar que este projecto está vivo e vai continuar. És um dos rostos desta juventude e a Causa sabe que pode contar contigo. Nunca falhaste e sabemos que não vais falhar. Força! Conta comigo e com toda a Direcção Nacional!
 
À equipa agora eleita, porque uma direcção não é feita só do seu Presidente, agradeço pela coragem e disponibilidade.
 
O Vosso desafio é enorme; trata-se da capital do país, a maior parte dos nossos associados é de Lisboa e a Família Real vive nesta cidade, o que vos traz responsabilidades acrescidas.
 
No entanto, o maior de todos os desafios é a luta contra o relativismo, que é tão perigoso que pode mesmo alastra-se entre nós.
 
Os Vossos ouvidos vão ser atacados pelas vozes republicanas, com o discurso habitual; “não vale a pena estares aí”, “a JMP não vai a lado nenhum”, “a JMP não contribui para melhorar a vida dos portugueses”, “aí não tens futuro político”, etc., etc., etc….
 
Pois, o que Vos digo, é que os donos destas vozes não suportam que lutemos sem esperar nada em troca. Somos o espelho onde vêem o que queriam ser, mas não são.
 
A nossa luta é por Portugal e só por Portugal. Aquele Portugal verdadeiro que se perdeu em 1910 e que, agora, reside em nós.
 
O que Vos dirão, é que a monarquia é o desejável, mas já não é possível restaurá-la e que o melhor, no seu entendimento, é estar na república a lutar pela Pátria.
 
Ora, se Portugal acabou em 1910 para dar lugar à república portuguesa, como é que podemos melhorar a Nação, sem antes a restaurarmos?
 
A luta pela restauração de Portugal, pelo Rei, é a primeira das lutas pátrias, sem a qual as outras se tornam muito difíceis ou vazias.
 
Porém, aqueles que nos atacam dizem uma verdade; a JMP não tem nada para Vos dar, mas tem tudo para Vos pedir.
 
Concordo e sublinho, mas acrescento: a JMP tem para Vos dar a oportunidade de lutarem por Portugal da forma mais genuína e verdadeira. No plano dos valores que interessam, isto que a JMP Vos dá é muito mais do que qualquer republicano Vos pode oferecer.
 
Por isso, preparem-se para os ataques e defendam-se com a verdade, mas sempre com a consciência de que se não tiverem o reconhecimento agora, em vida, quem sabe mais tarde…

Mas tranquilizem-se, pois no Vosso caminho vão ter um amigo de todas as horas, a Real Associação de Lisboa.
 
A Real de Lisboa foi a melhor amiga da Juventude desde o início. Acreditou em nós, ajudou-nos materialmente e com formação, deu-nos o exemplo do serviço limpo e da entrega total, empresta-nos esta casa onde estamos hoje, trabalha connosco e sabe que conta com gente segura.
 
Obrigado Real de Lisboa! Esta nova equipa está também ao Vosso serviço.

Não quero assustar os eleitos, mas a Vossa eleição veio mesmo na altura certa. Há um estímulo que vos mostrará, desde já, que esta é uma luta política forte e séria.
 
Em breve, vamos iniciar a recolha de assinaturas para a petição, a ser entregue no parlamento, que tem como objectivo a inclusão do Senhor Dom Duarte, Rei dos Portugueses, no protocolo de Estado.
 
A inclusão de SAR no protocolo trará maior visibilidade à Família Real, para além de contribuir para diminuir a distância entre o povo e os seus monarcas, imposta e querida pela república.
 
No entanto, a virtude desta petição não se fica pelo seu objectivo. A recolha de assinaturas será uma oportunidade de unir os monárquicos em torno de um projecto concreto. Que falta nos fazem projectos concretos para unir a nossa gente.
 
À JMP Lisboa, bem como a toda a juventude, será pedido que se esforcem por recolher assinaturas por todo o lado. Monárquicos, não monárquicos, de esquerda, de direita, todos, mesmo todos, podem ser convidados a assinar a petição.
 
A verdade histórica sobre a figura do Rei ultrapassa qualquer quadrante político e, por isso, a petição tem o mérito de poder juntar todos, pois força a reconhecer o valor intemporal da Instituição Real.
 
Como Presidente da JMP vou propor, a seu tempo, que a juventude ambicione ser o órgão da Causa Real que mais assinaturas recolherá. Conto com todos!

Quero terminar como uma referência ao passado. Foi aqui, em Lisboa, que se deram os passos mais importantes para a formação da JMP a 5 de Outubro de 2013.
 
Foi aqui, em Lisboa, que se juntaram uns quantos jovens para dar corpo a uma organização apta a atrair e a receber os jovens portugueses.
 
É aqui em Lisboa, hoje, que se exige dos novos eleitos, a fibra e a energia de corresponder ao espírito fundador desta casa. Uma vez mais, conto convosco!

O mandato da primeira Direcção Nacional acaba em Outubro, bem como a minha militância na JMP.
 
A Vossa eleição tranquiliza-me e dá-me a certeza que o caminho seguido, foi o caminho certo.
 
Esta casa não é minha, nem nunca quis que fosse. Dei-me porque não aceito, nem nunca aceitarei, que aos jovens seja vedado o acesso à sua Família Real. O Rei é de todos e para todos.
 
Contem sempre comigo.

Viva Portugal!
Viva o Rei
Viva a JMP Lisboa!









 

 

 










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