28.º ANIVERSÁRIO DA REAL ASSOCIAÇÃO DO PORTO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO

A CAUSA REAL NO DISTRITO DE AVEIRO
Autor: Nuno A. G. Bandeira

Tradutor

terça-feira, 27 de maio de 2014

OS VERDADEIROS RESULTADOS DAS ELEIÇÕES EUROPEIAS DE 2014

Numas eleições onde a palavra "Europa" não se ouviu, (para os menos atentos, a Europa era o tema das eleições) não admira que os resultados tenham sido estes. Apenas 34% dos portugueses quiseram votar, dos quais 3% - quase 250 mil pessoas - fez questão de manifestar o seu desagrado deixando o boletim de voto em branco, ou anulando-o.

Com os discursos ontem dos dirigentes dos nossos partidos políticos ficou claro que continuam a não perceber. Continuam a degladiar-se numa aparente conversa de café, embrulhados numa espécie de eterno Sporting versus Benfica versus Porto, onde não se toca num Real Madrid, num Arsenal ou num Juventus. As eleições e as campanhas que as precederam foram uma vergonha e uma falta de respeito para com o eleitorado. Não podia esperar outra resposta. Os resultados não demonstram uma indiferença perante a política ou mesmo perante a Europa, estamos é fartos de um regime que se vai mostrando cada vez mais decrépito, incapaz de dar resposta às interrogações, preocupações e aspirações de todo um povo.


Publicado por Luis Lavradio em:
 http://monarquia-portugal.blogs.sapo.pt/os-verdadeiros-resultados-das-eleicoes-4224

3 comentários:

  1. :-(( que revolta!... Com VERDADEIRA LIBERDADE DE VOTO, é desanimador ver um POVO tão apático, desvalorizando um DIREITO pelo qual outros povos no planeta MORREM!... Deveria de existir uma pesada penalização oficial, para as pessoas que assim brincam com o FUTURO de todos nós.

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  2. Se votar é um direito como diz, e bem, então cada cidadão tem o direito de fazer o que quiser com o seu voto, incluindo não votar. O importante seria procurar explicações para esta esmagadora abstenção.
    Será preguiça ou desleixo? Será apatia? Ignorância, como apontou ontem Passos Coelho? Tenho cá para mim que até poderá ser cada um desses, mas num número muito reduzido de casos. A maior parte desses abstencionistas não se identifica com nenhuma destas "ofertas" políticas. A maior parte desses abstencionistas não acredita nem confia nestes políticos.

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